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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Vários países ensaiam regresso à normalidade

Não serão todos ao mesmo tempo nem ao mesmo ritmo mas já há países a estudar o levantamento das restrições . O regresso à normalidade, até pela perspetiva de crise económica, é preocupação de muitos governantes.

Na Europa, a Alemanha foi dos primeiros a abordar a questão e a assumir que quer implementar, já partir de meados deste mês, uma espécie de certificados ou passaportes de imunidade, no fundo um documento que comprove que um paciente infectado com a covid-19 já desenvolveu os anticorpos necessários contra a doença, podendo por isso voltar à vida ativa. 

Na Áustria, o primeiro-ministro, Sebastian Kurtz, anunciou esta segunda-feira que as pequenas lojas devem abrir a 14 de abril, medida que se deve estender a todas as lojas e negócios a 1 de maio, conta o "The Guardian”. Hotéis e restaurantes seriam os seguintes da lista, a meio de maio. Relativamente a eventos que juntariam muitas pessoas, não aconteceriam até junho - pelo menos.

No Reino Unido, o ministro da saúde Matt Hancock anunciou também em conferência de imprensa que o país está a avaliar a possibilidade de avançar com estes “certificados de imunidade”.

Em Espanha, Pedro Sánchez anunciou o prolongamento do estado de emergência até 26 de abril, reconheceu que provavelmente será necessária uma outra renovação, mas começou também a falar em luz ao fundo do túnel.

Itália, o país que registou até agora o maior número de mortes, começa a preparar medidas para um levantamento “gradual e controlado” das restrições, uma vez que os italianos parecem ter atingido o pico da curva de propagação do novo coronavírus.

Portugal, Holanda, Dinamarca e França também já falam no levantamento gradual do isolamento e no recomeço da actividade económica. Mesmo assim o tombo económico é assinalável.

As medidas até agora tomadas têm de ser avaliadas de três em três semanas e fica o aviso de que a normalidade pode só chegar daqui a seis meses.

 
 

 

2 comentários

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    Anónimo 07.04.2020 11:34

    A economia é mais importante.
    Não é a saúde dos povos que está em causa, mas somente a saúde de alguns (os mais velhos e os mais fracos). Esses é que têm que se proteger e que ser protegidos. Os outros, não.
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