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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Uma forma, entre outras, de destruir a União Europeía

A imigração coloca-se como um dos maiores problemas que a União Europeia enfrenta. A generosidade do estado social não é igual em todos os países pertencentes à UE e, muito menos, em relação aos países de fora, onde nem sequer há estado social. É, assim, irresistível o chamamento. Mas é possível, por mais rico que seja, o Estado Social corresponder a esta procura? 

A extrema esquerda que não tem que fazer contas acha que sim. Mas com essa posição pouco responsável está a abrir caminho à extrema direita xenófoba e aos movimentos extremistas islâmicos que encontram nestes países a rectaguarda que lhes assegura logística e recrutamento. 

Ainda há os que percebem muito bem que este é um problema que pode degradar as relações entre os estados membros. Os países que sustentam desempregados de terceiros estarão sempre contra. Os países que aliviam o desemprego e as suas contas sociais estarão sempre a favor. Há, pois, que encontrar soluções intermédias. A que parece mais equilibrada é que os países acolham os imigrantes que fazem falta ao país. Por razões profissionais ou até mesmo por razões demográficas.

Todos gostaríamos de dar acolhimento aos milhares e milhares de pessoas que vêm no Estado Social Europeu uma forma de fugir à miséria. Mas essa generosidade sem limite pode ser o fim desse mesmo Estado Social. E, por essa via, muitos sonham com o fim da União Europeia.