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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Um programa de governo bem diferente e bem melhor

Santana Lopes :

o país ganhará mais com a criação de emprego gerada pelo investimento do que com algumas devoluções de rendimentos.

Para isso, Santana defende benefícios fiscais em sede de IRC para todas as empresas que exportarem mais, que forem mais amigas do ambiente ou que se fixarem no interior do país com vista ao combate à desertificação do interior.

Criar uma política fiscal atrativa para o investimento e fixação de empresas, com incidência especial no IRC, por forma a captar investimento estrangeiro e a contrariar o êxodo de grandes grupos económicos portugueses para outros países da Europa na procura de condições fiscais mais vantajosas. Nesse âmbito, a taxa de IRC deve ser reduzida para as empresas que exportam mais, que são mais inovadoras, que empregam mais, que são mais amigas do ambiente, que se fixam e investem em zonas mais despovoadas”, lê-se neste ponto do programa.

Consensos, sim; acordos de regime, sim. Tanto na área fiscal como na Segurança Social, na descentralização, na revisão constitucional ou nas grandes obras públicas (tal como apelou o primeiro-ministro António Costa). Santana Lopes defende tudo isso, mas não já. “A parte final da legislatura é sempre má conselheira”. Portanto, só a partir da próxima legislatura, em 2019.

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