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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Um país pobre não pode manter um Serviço Nacional de Saúde rico

Manter o SNS ao nível em que está já é um grande feito. Basta atentar na notícia que dá as maternidades de Lisboa fechadas rotativamente nos meses de verão por falta de médicos.

Custa a acreditar no cenário que a gravíssima falta de anestesistas e obstetras vai criar a milhares de mulheres grávidas que habitam em Lisboa. A possibilidade de os serviços de urgência obstétrica encerrarem durante o Verão é inadmissível num país europeu governado por uma coligação informal de partidos que coloca a qualidade dos serviços públicos na primeira linha das suas prioridades. A antecipação da falta de cuidados, especialmente consultas de rotina, de tempos excessivos de espera, de mudanças forçadas de hospital onde as mulheres são atendidas bastam por si só para se exigirem explicações sobre como foi possível chegarmos até aqui. E, principalmente, sobre o que pode e vai ser feito para evitar que esta ameaça não alastre.

E também precisa de explicação a exigência do PCP e BE em afastar o sistema privado da saúde.

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