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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Um Orçamento de esperança

Há razões para ter esperança .

Porquê? Porque o desequilíbrio das contas públicas será "inferior ao limite de 3%, pela primeira vez desde a adesão de Portugal ao euro" – "Não é primeira vez que se prevê um défice inferior a 3% mas será a primeira vez que será efectivamente cumprido", asseverou a ministra –; e porque, pelo terceiro ano consecutivo, as contas públicas apresentarão um saldo primário (sem juros da dívida) positivo e crescente, equivalente a 2,2% do PIB.

Esta evolução permitirá reduzir a dívida pública para 123,7%, tendo a ministra sublinhado que o seu aumento em 2014 foi "aparente" uma vez que se deveu em boa medida à inclusão de 268 empresas e entidades públicas cuja dívida existente não era até agora reconhecida nas contas públicas.

Crescer pelo investimento privado e não pelo investimento público : enquanto o Estado tem de encolher as suas despesas, a economia pode crescer, não por via do investimento público, mas por via do investimento privado. Isso já aconteceu no passado, não há razão para não acontecer agora", declarou Pedro Passos Coelho.

 

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