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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Três vezes o passivo da família Espirito Santo

É quanto valem os prejuízos acumulados de sete empresas de transportes públicos. Mas não chegam às primeiras páginas dos jornais. E não é por meterem medo que não aparecem. É por serem públicas. Nestas empresas é tudo mau. Os gestores, com uma ou outra excepção, são péssimos. Não existe equilíbrio entre os custos e as receitas. As greves são contínuas no intuito de obterem mais subsídios e mais mordomias.

O estado, em desespero, vai entregá-las à iniciativa privada. Enquanto públicas são insustentáveis. Mas os trabalhadores estão muito preocupados com os utentes, os tais que pagam bilhete mas não têm o serviço por causa das greves. O Governo quer estancar a hemorragia e nesta semana quebrou um tabu: a gestão da Metro do Porto e dos STCP será entregue a privados ainda em 2014 e, no início do próximo ano, o mesmo acontecerá aos transportes coletivos da Área Metropolitana de Lisboa. E, assim, promete, o Orçamento de Estado de 2015 será o primeiro da democracia que não transfere "indemnizações compensatórias" para cobrir défices de operação.