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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Indústria : depois dos ventiladores os inactivadores de vírus

A indústria portuguesa tem mostrado uma capacidade assinalável de reacção aos problemas colocados pela pandemia. Primeiro os ventiladores a seguir os aparelhos emissores de "luz ultra-violeta" que inactiva os vírus.

"Foi concebido para ser usado em contexto profissional. Pensámos nas instituições de solidariedade, por serem aquelas que precisam de ajuda face à ameaça da doença", frisou Jorge Almeida, embora o aparelho esteja indicado para uma multiplicidade de utilizações, desde hospitais e clínicas a escolas, creches e jardins-de-infância, passando pela hotelaria, restauração, oficinas, atividades industriais, empresas de transporte ou corporações de bombeiros, entre outras.

Os promotores alegam, por outro lado, que a tecnologia de ultravioletas UV-C possui uma taxa de eficácia "acima dos 90%, em comparação com os 40% da limpeza química tradicional" e com custos de operação "muito inferiores".

Em fase final de produção, previsto para estar concluído dentro de duas semanas, está outro equipamento do género, embora mais pequeno, realizado a pedido de uma escola de aviação para esterilização do interior das aeronaves de treino, mas que, segundo Jorge Marques de Almeida, também pode ser utilizado, por exemplo, em viaturas de escolas de condução.

Temos Know How assim o país deixe de se focar no estado e passe a focar-se na criação de riqueza, na criação de emprego, na substituição de importações.

Chega de sermos poucochinhos e pobres.

 

 

Tudo ao molho e fé no vírus

Os alunos que não têm aulas enchem as praias fugindo inteligentemente ao vírus. Os que não trabalham açambarcam os produtos nos centros comerciais na expectativa de serem infectados.

Há relatos de pancadaria por causa do papel higiénico. Somos danados para a brincadeira. Afinal de contas quem é que tem medo de um vírus ?

Nos hospitais públicos saca-se material o que é habitual mesmo sem vírus. Nos hospitais privados não se rouba material porque há uma coisa que se chama Gestão de Stocks. Há responsáveis.

Entretanto o governo diz que entramos na fase da "mitigação" o que quer dizer que entramos na fase vermelha. Boas notícias, portanto.

Uma boa notícia é que a recolha de sangue para análises pode vir a ser feita no domicilio e em casos mais ligeiros promover-se a "domiciliação hospitalar". 

Entretanto a verdadeira preocupação é ver se chineses, espanhóis e italianos são mesmo capazes de cercar o animal. Por cá o animal não tem por onde fugir. Nem que nos mate a todos.

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