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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O PS sempre se envergonhou da companhia do BE e do PCP

Nas eleições legislativas de 2015 o PS nunca disse que se iria juntar ao BE e ao PCP para formar uma maioria parlamentar.A questão legítima colocada foi sempre a de saber se os eleitores teriam votado da mesma forma se soubessem previamente dessa aliança.O que sabemos hoje é que o PS tem medo que os eleitores votem de maneira diferente sabendo previamente dessa hipótese.E afasta escandalosamente o BE já que o PC se afastou pelos próprios pés.

Em 2015 tratava-se de salvar a própria pele hoje, trata-se de chegar à maioria absoluta.

A distância do PS que tenho notado não é nas sondagens, é a distância relativamente ao BE, que é uma coisa que custa a entender. Enquanto foi útil para o PS, o PS andou quatro anos com o BE ao colo, e o BE com o PS ao colo. Agora, como dá jeito nas eleições fazer uma demarcação do BE, [o PS] faz a demarcação. A 6 de outubro [data das legislativas], se precisar, volta a chegar-se ao BE”, criticou Rui Rio.

O PS não tem vergonha e o BE não tem dignidade. É nestes partidos que vamos votar?Que a tudo se submetem para chegar ao poder?

Uma vergonha, Catarina Martins

Camilo Lourenço

O artigo de hoje: A dra. Catarina Martins anda numa fona a visitar escolas e outras instituições afetadas pelos cortes na despesa pública (perdão, cativações). E a pedir ao governo para explicar os planos que tem para evitar vergonhas como a do encerramento da Escola Alexandre Herculano, no Porto.
A sério? Então a dra. Catarina e o seu Bloco de Esquerda acordaram agora? Quando os analistas e a comunicação social andavam a denunciar as referidas cativações, não percebeu que havia escolas a cair, médicos a dar consultas protegidos por guarda-chuva e crianças a tiritarem de frio nas escolas? Chega de hipocrisia, meninos do Bloco de Esquerda. Que vergonha!

Vergonhoso

Helena Matos :  Vergonhoso o comportamento branqueador no caso de Lula como também o foi com Sócrates desses artistas, observatórios, ONG, activistas, fundações, confederações, sindicatos, eternos rebeldes… que vivendo oficialmente do discurso da exigência sobre o sistema, quando não da gritaria contra o sistema, se transformam na muralha de aço que, qual milícia, protege o seu caudilho de qualquer escrutínio. Estes exercícios de justificação do injustificável revelam como hoje chamamos elites ao grupo de privilegiados que os líderes políticos sustentam com dinheiros públicos.