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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Podemos sempre optar pelas vacinas russa e chinesa

Uma das vacinas que estão em teste produziu uma reacção adversa num dos voluntários o que levou ao cancelamento do teste. É assim no mundo livre onde há critérios e vigilância e que coloca a saúde humana em primeiro.

Nas vacinas produzidas na Rússia e na China a pressa remete a saúde humana para lugar secundário, a propaganda política está primeiro.

Trump já nos anda a vender a vacina contra a opinião dos investigadores americanos usando a vacina como arma política nas eleições presidenciais.

No mundo livre as coisas são todas muito mais difíceis pois há livre expressão e transparência sendo a única forma de manter relações de confiança e não de obediência. A concorrência é a melhor forma de vigilância.

Quem é que se oferece para testar as vacinas que ultrapassaram todas as fases de produção sem efeitos laterais ? ( se é que passaram por todas as fases)

De acordo com os resultados dos primeiros ensaios clínicos, divulgados em julho passado, esta possível vacina "parece segura e gera anticorpos", mostrando então resultados promissores no que diz respeito a segurança e imunidade.

A Organização Mundial da Saúde considerou a vacina da AstraZeneca uma das mais fortes candidatas. Noventa por cento dos 1077 voluntários (entre os 18 e os 55 anos) que participaram na primeira fase do ensaio clínico da "vacina de Oxford", como é conhecida, desenvolveram anticorpos contra o vírus SARS-CoV-2.

E se a imunidade chegar antes da vacina ?

Há cada vez mais cientistas, universidades e farmacêuticas a afirmar que a imunidade vai chegar lá para Outubro bem antes da vacina.

Paralelamente a DGS vai dizendo que não faltarão vacinas e que pondera que a vacinação seja obrigatória. Parece razoável que a DGS esteja a jogar à defesa não vá o pessoal começar ( se é que ainda não começou) a abrir e fazer asneiras.

Mas que dizer das escolas ? Os alunos não são um grupo de risco ( é uma evidência), o espaço e os vários factores que podem contribuir para a transmissão podem ser anulados ou no mínimo suavizados. E numa escola a gozar de autonomia os instrumentos e acções a tomar são mais que muitos.

Mas a posição do Ministério é ambígua, insiste na centralização da decisão contra a opinião dos Directores das escolas e do que é razoável. Centralização que a DGS também parece comungar.

Ora se os modelos matemáticos forem confirmados pelos factos ( imunidade antes da vacina e a andar pelos 10% da população infectada, já em Outubro, sem segunda vaga e a manter-se uma mortalidade baixa ) estamos a prejudicar gravemente a educação dos alunos.

É grave e não é fácil para quem tem que tomar decisões mas não daria, hoje, como adquirida a decisão. Preparar para uma segunda vaga, sim, mas não ir mais além porque o medo nos colhe.

O PCP e o BE podem optar pela vacina Russa ou Chinesa

A União Europeia está em negociações adiantadas com várias farmacêuticas europeias para comprar milhões de doses de várias vacinas em desenvolvimento. Seis delas estão na fase três.

A vacina alemã: 225 milhões de doses

É a mais recente negociação prévia feita pela Comissão Europeia com uma farmacêutica e garante o acesso a 225 milhões de doses de uma possível vacina aos países europeus. Foi anunciado, nesta quinta-feira, que o executivo comunitário está em conversações exploratórias com a empresa alemã CureVac, sediada em Tübingen.

AstraZeneca: 300 milhões de doses

É um dos dois acordos que envolvem a compra de mais doses de uma vacina. A 14 de agosto, a Comissão Europeia assinou um compromisso prévio de aquisição com a AstraZeneca, uma farmacêutica anglo-sueca. Em causa está a compra de 300 milhões de doses de uma potencial vacina contra a covid-19, com uma opção de mais cem milhões em nome dos Estados membros.

A candidata desta biofarmacêutica, que foi desenvolvida em conjunto com a Universidade de Oxford, no Reino Unido, ​​​​​encontra-se na terceira fase (de três) de ensaios clínicos de larga escala, tendo as primeiras etapas dos testes, dedicadas à segurança e à imunogenicidade, apresentado resultados promissores.

Johnson & Johnson: 200 milhões de doses

Um dia antes do anúncio do acordo com a AstraZeneca (a 13 de agosto), tinham sido divulgadas as negociações com a empresa norte-americana Johnson & Johnson. Em cima da mesa está a possibilidade de um acordo inicial de aquisição de 200 milhões de doses, que pode ainda crescer e envolver mais 200 milhões de vacinas, de acordo com uma nota de imprensa divulgada pela Comissão Europeia.

Sanofi-GSK: 300 milhões de doses

Conhecido a 31 de julho, este foi o primeiro acordo efetuado entre a Comissão Europeia e uma farmacêutica para antecipar doses de uma futura vacina. Neste caso, estão em causa 300 milhões de doses adquiridas à farmacêutica francesa Sanofi-GSK.

Na altura, a presidente da Comissão Europeia indicava já que este seria "o primeiro passo de uma série de negociações no âmbito da Estratégia de Vacinação Europeia, que continuará".

União Europeia garante 225 milhões de vacinas de empresas europeias

Várias vacinas em desenvolvimento com abordagens diferentes estão a ser apoiadas por financiamento europeu.

Prevê-se que a Comissão disponha de um quadro contratual para a compra inicial de 225 milhões de doses em nome de todos os Estados membros da UE, a fornecer logo que uma vacina se tenha revelado segura e eficaz contra a covid-19", informa o executivo comunitário em comunicado.

Segundo a Comissão Europeia, "o contrato previsto com a CureVac proporcionaria a todos os Estados membros da UE a possibilidade de adquirirem a vacina, bem como fazer doações aos países de baixo e médio rendimento ou de redirecioná-la para países europeus".

Sediada em Tübingen, na Alemanha, a CureVac é uma empresa europeia pioneira no desenvolvimento de uma classe de vacinas totalmente nova, tendo como princípio básico a utilização de uma molécula como um suporte de informações, com a ajuda das quais o corpo humano pode produzir as suas próprias substâncias ativas para combater várias doenças.

Cada ronda de negociações concluída com a indústria farmacêutica aproxima-nos da vitória contra este vírus. Teremos em breve um acordo com a CureVac, a inovadora empresa europeia que beneficiou anteriormente de financiamento da UE para produzir uma vacina na Europa. E as nossas negociações prosseguem com outras empresas para encontrar a tecnologia que nos proteja a todos", conclui Von der Leyen.

É, claro, que podemos sempre optar pela vacina Russa ou Chinesa...

A vacina europeia contra o covid -19

Há uma coligação de alguns países europeus que garante financiamento à investigação e produção de uma vacina. Coligação aberta a outros países europeus.

Já era conhecida esta parceria entre os quatro países e a empresa, que garantiu que não seria exclusiva e estava aberta a outras entradas, mas agora foi divulgado o valor do montante total.

Para além dos 300 milhões de doses, os países têm opção de adquirir mais 100 milhões no futuro. Para já, sabe-se que Itália vai pagar 185 milhões de euros por 75 milhões de doses da vacina, que está a ser administrada pela AstraZeneca e desenvolvida pela Universidade de Oxford. 

O anúncio deste acordo foi feito pelo governo holandês, no passado sábado, que revelou que o plano inclui também a Alemanha, França e Itália e poderá ser extensível aos outros países da União Europeia.

A AstraZeneca também anunciou o acordo, revelando que as primeiras doses devem ser entregues aos países europeus no final do ano e que a companhia não terá qualquer lucro com o negócio durante a pandemia, com os custos de produção a serem financiados pelos países.

Discutir a vacinação

Depois do tratamento da água e a sua distribuição e o saneamento básico, a vacinação é o que mais concorre para a enorme redução da mortalidade e, consequentemente, para a maior esperança de vida à nascença .( Não deixe de ler uma das maiores autoridades mundiais no assunto)

O meu pai ( que teve sete filhos um dos quais morreu com uma meningite) dizia que na minha geração ( 1946) as crianças no verão "morriam como tordos" . Não havia água canalizada, nem sanitários e muito menos vacinas. Os antibióticos que eram recentes ainda não tinham chegado a Portugal. Faltavam no campo de batalha onde os feridos morriam com disenteria e infecções .

Lembro-me que a dor de garganta era tratada com bismuto o mesmo bismuto com que trataram D.José, rei de Portugal, da sua sífilis e com isso o levaram à loucura. Levei injecções de clorofenicol que ataca a parte branca do sangue e hoje nem na medicina animal é utilizada, com excepção, salvo erro, em ambiente hospitalar, na febre tifóide .

Morrem milhões de crianças em África com as doenças que combatemos e vencemos com vacinas .

Mas também é verdade que há quarenta anos, de férias no Algarve, o meu filho então com dois ou três anos, contraiu papeira. Foi um surto que levou muitos pais a vacinar os filhos. O nosso pediatra disse-nos para não o fazermos. O mesmo com a varicela também no Algarve.

Mas já nessa altura havia alguns pais que não queriam vacinar os filhos. Nunca percebi como é que se lida com essa responsabilidade.

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A vacina Grega

Há quem diga que o Syriza já fez mais pela União Europeia que todos os outros governos bem comportados. Parece que têm razão."

"O projecto do Syriza não passa por nenhum dos valores sociais, económicos e políticos da União Europeia. O projecto do Syriza é igual ao projecto que foi derrotado com o fim da Cortina de Ferro e do Muro de Berlim. É por isso que, apesar do sofrimento do povo grego, o referendo de domingo pode ser muito importante para a Grécia.

Se ganhar o sim é uma eficaz vacina em toda a Europa contra um vírus que nasceu com a crise e quase se transformou numa epidemia. O referendo votado pelos comunistas do Syriza, a extrema-direita dos Gregos Independentes e os nazis do Aurora Dourada é o sinal óbvio de que estas forças negras estão unidas e dispostas a tudo para matar a democracia."

"O que não podemos é fingirmo-nos surpreendidos, até porque a fraude democrática do Syriza não data deste anúncio de referendo. Começou muito antes, ainda na campanha eleitoral, quando Tsipras se propôs romper com as chamadas políticas de austeridade e, apesar disso, manter a Grécia no Euro financiada pelos credores. E continuou durante meses, entre visitas à Rússia e ameaças às instituições internacionais. O Syriza foi, desde o início, um projecto político cuja ambição revolucionária consistiu na ruptura, leia-se estatelar-se a toda a velocidade contra a parede. Está a conseguir, e só não anteviu quem não quis. Infelizmente, nos jornais e na nossa esquerda política, foram muitos os que fecharam os olhos. Pior ainda, foram muitos os que aplaudiram."