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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os utentes do Metro estão em protesto contra as greves

O Movimento de Utentes do Metro está contra as greves. Eternas, diárias, por tudo e por nada. Quem sofre são os mais frágeis, sem alternativas válidas.

"É uma reação ao incumprimento sistemático da prestação de serviço de transporte a que o Metro se obriga", o Movimento de Utentes concentra-se esta manhã, pelas 08:30, junto à estação de metro do Areeiro, para apresentar o seu manifesto.

Frisando que os utentes do Metro têm "toda a legitimidade para protestar a partir do momento em que compram o passe", Aristides Teixeira alerta para o descontentamento popular.

Os utentes pagam os salários de trabalhadores e da administração e estes têm a obrigação de encontrarem solução para os conflitos .É com os trabalhadores que os utentes têm contacto e será com estes que haverá problemas se entretanto as greves se eternizarem. O Presidente da companhia já veio dizer que é intolerável que uma empresa que pratica condições muito superiores ao comum continue sistematicamente em greve.

"No ano passado, refere, já após as reduções impostas pelo Orçamento do Estado, o salário bruto médio mensal de um trabalhador era de 2.137,53 euros, enquanto os maquinistas recebiam, em média, 2.580,95 euros mensais, além de benefícios como seguro de saúde e complementos de doença e de reforma."

 

 

Luísa Ramos Dirigente do PCP de Almada e Luísa Ramos Presidente da Comissão de Utentes de transportes da margem sul e Luísa Ramos do movimento de utentes dos serviços públicos e Luísa Ramos da Comissão de Trabalhadores da TAP.(31 da Armada)