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BandaLarga

as autoestradas da informação

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UE e Mercosul assinam acordo comercial histórico após 20 anos de negociações

E Portugal tal como os restantes outros países, ganha e muito com  tal acordo que nunca conseguiria sozinho. 500 milhões de consumidores deste lado do Atlântico e 300 milhões do lado de lá.

Atualmente, há outros acordos comerciais internacionais da UE que estão em fase de negociação ou mesmo de ratificação parlamentar, como é o caso do Acordo de Livre Comércio entre a União Europeia e o Canadá (conhecido como CETA).

Outro exemplo é o Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP, em inglês), que está a ser ainda negociado entre os Estados Unidos e a União Europeia.

Estes acordos são feitos com a UE como um todo envolvendo todos os países . Portugal é um pigmeu comercialmente falando e fora da UE estaria irremediavelmente votado à pobreza.

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Uma Europa de paz - 9 de Abril de 1918

Em 9 de Abril de 1918 o corpo expedicionário português foi arrasado pelo exército alemão nos campos da Normandia. Em muito menor número, mal armados e pior preparados, os portugueses foram deixados pelos ingleses na primeira linha da frente para aguentar o primeiro embate do ataque alemão . Uma companhia do exército inglês estava a 7 Kms do campo de batalha mas não lutou guardando-se para a defesa da segunda linha.

Nesta primeira grande guerra calcula-se que neste dia morreram 60 000 soldados do exército aliado. Mas foi preciso uma segunda guerra mundial para que a paz se instalasse na Europa. Após mais de 50 milhões de mortos, um continente arruinado e um imenso sofrimento.

A este cenário dantesco responderam as grandes figuras políticas do tempo com as raízes do que se viria a chamar a União Europeia. Os "progressistas" que estão contra a UE esquecem que foi a paz a primeira razão para que os povos europeus se unissem numa formidável obra social, económica e política.

Claro que a ideologia não deixa ver. Paz à sua alma.

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Todos eles excluem a saída ou a dissolução da União Europeia

São nacionalistas ou populistas mas com excepção de Le Pen e de Salvini todos eles excluem liminarmente a saída ou a dissolução da União Europeia.

Não há dúvida de que os movimentos populistas estão a crescer na Europa, mas, apesar de serem normalmente amalgamados num só bloco, têm visões muito diferentes. Le Pen ou Salvini são claramente contra a União Europeia (quase que replicando o Brexit). Mas os partidos que estão no Governo na Polónia, na Roménia, na Eslováquia, na República Checa ou na Hungria, de tendência populista, são provenientes de todas as famí­lias polí­ticas (conservadores, socialistas, liberais, PPE). Todos eles excluem liminarmente qualquer saí­da ou dissolução da União.

O mesmo se diga da direita radical de austrí­acos, finlandeses, dinamarqueses ou até de grande parte da AfD alemã. Há também o populismo de esquerda, seja na versão Cinco Estrelas (pouco enquadrável), seja na versão Podemos ou Melenchon. Também aqui há imensas matizes. Não pode esquecer-se que todos eles são muito nacionalistas e isso faz com que o interesse de uns choque fortemente com o interesse dos outros.

E o Brexit é uma lição.

700 mil milhões para investimento na União Europeia

O Parlamento Europeu já deu o aval.

Em causa estão investimentos em “infraestruturas sustentáveis”, para “investigação, inovação e digitalização”, de apoio a “pequenas e médias empresas” e que promovam o “investimento social e competências”.

O objetivo é, assim, aumentar a taxa de emprego no seio da UE, bem como apostar na coesão económica, territorial e social e na proteção do clima. Esta última vertente tem de representar pelo menos, 40% da dotação financeira global do programa, segundo o Parlamento Europeu.

Até dá vontade de rir que  alguns queiram Portugal fora da União Europeia e fora destes programas .

Seguro de desemprego previsto no orçamento da União Europeia

A UE segue o caminho traçado resultante das óbvias dificuldades com que se confrontou na recente crise. Agora avança uma proposta para que o futuro orçamento da UE preveja um seguro de desemprego para cobrir as falhas nacionais.

Não pode acontecer que um país da UE se veja obrigado a cortar o subsídio de desemprego devido ao aumento dos números do desemprego numa crise da qual não tem a culpa .

O orçamento europeu a médio prazo prevê dois instrumentos.

O primeiro, de 25 mil milhões de euros, destina-se a financiar programas de ajudas estruturais, enquanto o segundo, de 30 mil milhões, financia um mecanismo de resposta a impactos assimétricos e externos. Este segundo instrumento financeiro poderia contribuir para “amortecer crises económicas repentinas causadas por desenvolvimentos externos e, assim, a voltar a assegurar a nível europeu os sistemas de segurança social nacionais”, segundo as declarações hoje avançadas pela publicação.

Mais um passo gigantesco !

Porque é que o apoio à UE está em alta ?

Hoje vi e ouvi num canal televisivo o cabeça de lista às europeias do PCP dizer que os portugueses sabem  que a UE não responde aos seus anseios, que Portugal não evoluiu e não se modernizou e toda uma cartilha que só comunista vê. Mas a verdade é que as sondagens mostram que mais de 60% dos portugueses apoiam o país na UE e valor semelhante para os cidadãos dos outros 27 membros da UE:

Em minha defesa, deixo-vos perguntas retóricas. Se a Europa está no fim, porque é que quem está de fora (Europa de leste, Europa balcânica) continua a fazer fila para entrar? Porque é que aqueles que alegadamente querem sair (Reino Unido) não conseguem encontrar a coragem ou a vontade para o fazer? Porque é que os populistas que procuram desafiar o Euro (Grécia, Itália) acabam por ceder à realidade e, sim, aos benefícios de ter uma moeda forte?

Mais importante ainda, porque é que o eurobarómetro diz que o apoio popular à UE está no ponto mais alto dos últimos 35 anos? Porque é que o apoio ao Euro está em alta?

A Geórgia também quer entrar na União Europeia

Esta Geórgia apesar das ameaças veladas de Putin quer aproximar-se cada vez mais da Europa e da NATO.

"Há jovens georgianos a lutar por valores europeus e democráticos. Todos estes elementos, todas estas tendências, coexistem de uma forma muito especial, na Geórgia. É um país muito vívido. Nada nos é indiferente na Geórgia. Tudo tem o seu valor"

"Queremos mostrar os laços que nos unem à Europa. A Geórgia é um país diverso. Muito rico. A sociedade europeia está bem ciente da nossa identidade europeia. A Alemanha foi o primeiro país a reconhecer a independência da Geórgia [em 1992] e o reconhecimento da Alemanha da integridade territorial da Geórgia é muito importante. A Geórgia apoia-vos na luta pelos direitos humanos na Europa",

Todos a querem .

Por onde a extrema esquerda passa deixa a extrema direita no poder

O que se passa no Brasil é bem mais complexo do que chamar ao povo, ignorante. O povo escolheu entre a corrupção do PT e a segurança do Bolsonaro . Por muito que custe à esquerda foi isto que aconteceu.

Dizem-me que o povo podia ter votado nos candidatos da direita e da esquerda moderada. Podia, mas foi a extrema esquerda que dizia e diz, que não há direita moderada. Para ser direita só sendo extrema.

Na União Europeia o discurso é o mesmo. Com todos os nossos problemas, a verdade é que somos sociedades prósperas e pacíficas, temos instituições resistentes e boas democracias. Quem a não ser nós ? Mas isso não impede que a extrema esquerda e a extrema direita tenham o mesmo objectivo. Derrubar a União Europeia.

E apesar das ameaças a extrema direita na UE continua a ser muito minoritária e alimenta-se da demagogia da esquerda sobre a imigração. É claro que os europeus temem uma imigração sem controlo e sem limites . Letónia e Lituânia perderam pelo menos 30% da sua população desde a entrada na UE. Na Polónia cerca de um milhão vive hoje no Reino Unido. A Bulgária perdeu mais de 20% da população. A Roménia perdeu 3 milhões de pessoas. A Hungria um milhão . Todas vivem hoje na Suécia, no Reino Unido, na Alemanha , França e Áustria.

E a tudo isto há que acrescentar os miseráveis que atravessam o Mediterrâneo. 

Mas a extrema esquerda quer-nos fazer crer que os povos fogem dos paraísos para virem para o inferno europeu.

 

Só a União Europeia ajuda os refugiados o resto é a treta do costume

Há muita conversa a lamentar os refugiados mas quem no terreno ajuda mesmo os refugiados é a União Europeia.

Desde agosto, foram transferidos para o continente mais de 32.000 requerentes de asilo e refugiados, com apoio da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), financiamento europeu ou recorrendo a meios próprios.

Foram atribuídos à Grécia para apoiar a gestão das migrações, situação humanitária e fronteiras externas 1,6 mil milhões de euros para o período 2014-2020, através de vários fundos e programas, 605 milhões do quais canalizados diretamente para parceiros humanitários.

Barcos com a bandeira nacional, fronteiras abertas sem controlo mais o BE e a treta do costume