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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Para além da tragédia de Barcelona

Para além da tragédia de Barcelona o que mais incomoda é a facilidade com que a polícia desmontou e encontrou explicação para o que aconteceu.

Apanhou os terroristas envolvidos e juntou as pontas tudo em quatro dias. A explosão da vivenda onde morreram dois dos terroristas, a viagem do Mercedes à zona de Paris, o aluguer da viatura .Como foi possível ?

A única explicação ( pelo menos de quem está fora dos segredos políticos de segurança) é que a célula terrorista estava sob observação e controle policial, mas que a teia da Lei não deu espaço suficiente para que as forças de segurança actuassem antes dos crimes.

Há um grupo de jovens muçulmanos radicalizados por um pretenso imã, conhecido por discursos radicalizados ? Não é crime . Um grupo de jovens muçulmanos compram e juntam uma centena e meia de garrafas de gás ? Não é crime . Fazem uma viagem beneficiando da liberdade de circulação sem aparente razão ou não se conhecendo sequer quem os recebeu no destino ? Não é crime.

É esta a debilidade do estado de Direito mas também a sua força. Somos todos inocentes até prova em contrário . Passamos todos a mortos já depois da polícia encontrar provas. E é neste círculo vicioso que os terroristas nos mantêm aprisionados.

Mesmo depois das mortes de Barcelona um dos suspeitos presos saiu em liberdade. Até teve direito a um taxista que lhe deu uma boleia até casa.

O que a nossa sociedade oferece a esta gente ( muçulmanos e não muçulmanos) é deveras atractivo. Juntar-se a onze virgens ou protegê-los com o garantismo da Lei.

Sim, eu também não quero que seja de outra forma mas não sejamos inocentes . Como neste texto .http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/maria-de-lurdes-rodrigues/interior/o-terrorista-integrado-8721463.html

 

A pobreza do Miguel Tiago

O deputado Miguel Tiago não conheceu aquela selecção francesa que só tinha um jogador branco. Eram todos de origem africana excepto um, magrebino, que era o melhor de todos. Zidane. Nenhum se fez explodir nem preparou e executou ataques terroristas. Nessa altura em França eram todos ricos ?

Mas se a culpa é da pobreza não haverá, entre os africanos, hindus , ucranianos e outros, gente pobre?

Claro que esse argumento defendido pelo PCP e pelo BE não tem pés nem cabeça. A Europa confronta-se com uma organização politica e religiosa, cheia de dinheiro e de petróleo. Se quisesse com esse imenso dinheiro tiraria da pobreza milhões de muçulmanos em vez de andar a comprar armamento para as suas guerras santas. E é a direita que tem culpa desta opção por parte da organização terrorista?

E também não consta que nos bairros pobres em Portugal, Espanha, Grécia e Roménia floresçam terroristas.

Os países ocidentais têm culpa de muitas coisas, mas o terrorismo, de que são vítimas, não é uma delas. O terrorismo islâmico tem os seus responsáveis. São Estados, partidos e famílias. Servem-se das condições existentes nos meios imigrados para recrutar soldados rasos. Mas estes não são os responsáveis. Os bairros segregados fabricam terroristas, não fazem o terrorismo. Já há quem diga que a culpa do terrorismo reside nas políticas e nos governos da direita. Se de alguma coisa os governos europeus são culpados será eventualmente de não terem melhores polícias. E de não terem mais coordenação antiterrorista entre as várias polícias. Essas, sim, são culpas nossas.

 

E quando os povos Europeus tomarem em mãos as medidas necessárias ?

Se os governos não tiverem coragem para tomarem as medidas necessárias o povo da Europa, como já fez várias vezes, toma em mãos próprias essas medidas. E incendeia mesquitas, mata muçulmanos, expulsa migrantes.Uma coisa é certa, da nossa terra ninguém nos vai expulsar e não vamos deixar que nos matem sem luta. E já começaram.

O Islão vai ter que se portar como todas as outras religiões no mundo. Se o seu objectivo é recuperar o que consideram o seu território, então estamos perante uma guerra e temos não só o direito mas também o dever de nos defendermos. Está aqui tudo no vídeo

 

Eram conhecidos da policia mas todos mataram

Sabe-se hoje que os terroristas de Paris e Bruxelas estavam referenciados pela polícia. E mesmo assim mataram. Como é possível ? Eram conhecidos da polícia francesa mas não da polícia belga ? É a falta de partilha de informações que explica que gente perigosa, referenciada, circule à vontade dentro do espaço europeu ? O que é preciso fazer para, depois de identificados, controlar se não mesmo expulsar gente que a polícia sabe que mais tarde ou mais cedo vai matar?

Sem segurança não há liberdade e não se está a exigir que todos e cada um dos cidadãos a viver na Europa tenha um polícia à porta. Mas os referenciados, uma minoria de muçulmanos fanáticos, têm que ser vigiados, controlados, presos ou expulsos. Uma liberdade musculada com alvos bem precisos .

A Europa já recuou no uso pelas mulheres muçulmanas de vestuário que é uma boa forma de, à luz do dia, transportar armamento e material necessário para construir bombas. Financia mesquitas onde são pregados o ódio e a intolerância. Nas escolas retiraram-se os crucifixos mas as muçulmanas podem exibir vestuário que não são mais que evidências de um religião. Quanto mais recuarmos e aceitarmos o multiculturalismo que não é mais que cedermos no nosso modo de vida, mais sinais enviamos de fraqueza.

Não somos todos iguais mas temos que respeitar a diferença entre nós. Não podemos andar a morrer às mãos de meia dúzia de fanáticos. As ligações entre os autores dos atentados de Paris e Bruxelas mostra bem o que é preciso fazer. Sem exitações.

Uma guerra a longo prazo ganha-se com convicções

Esta guerra que o Estado Islâmico nos move é uma guerra de longo prazo onde a solidez das convicções é mais decisiva do que o peso das armas. Não se acredite que deixar o nosso modo de vida( se isso fosse possível) mudaria alguma coisa. E mais vale viver com a liberdade ameaçada do que sem liberdade.

Mas há quem entre nós verta lágrimas de crocodilo. Ainda hoje o PCP dizia em comunicado que "é preciso ir às causas mais profundas" leia-se, colocar em causa os nossos princípios e a democracia, o estado de direito, a economia de mercado. É preciso dizer que não vamos por aí.

As causas mais profundas são o nosso modo de vida que os terroristas não suportam.

Mas é preciso saber quem financia o terrorismo e dar-lhe o merecido castigo. É preciso destruir os poços de petróleo e embargar o seu fornecimento aos países compradores. Uma luta que tem que ser travada lá na terra deles. E há boas razões para isso.

E de uma vez por todas não deixar entrar gente suspeita e expulsar quem viajou para países onde se fazem o recrutamento  e o treino. Temos o dever de defender a nossa terra, as nossas tradições e as nossas convicções. Se os terroristas perceberem isso percebem que morrem em vão.

A NATO é mais precisa que nunca

Quando o mundo está em polvorosa com atentados terroristas em todo o mundo, nós os que não se governam nem se deixam governar, levam pela mão para o governo dois partidos ferozmente anti-NATO. Não está mal.

Daqui a uns dias vamos dizer aos países amigos que não ajudamos na luta contra o terrorismo porque como diz o PCP e o BE a culpa é do Ocidente. 

"Temos o PS e António Costa, que reafirmou em larga medida o compromisso do seu partido com a NATO, com a UE e organizações semelhantes". "Por outro lado temos os seus parceiros de aliança - o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda - que têm sido ferozmente anti-NATO." Ora isso "levanta a questão sobre se o compromisso de Portugal, como membro fundador da NATO, é firme como sempre foi" e "se Portugal vai ainda ser um membro disponível para as coligações internacionais necessárias para erradicar o terrorismo"

E o meu pai sempre me  disse. Diz-me com quem andas e eu saberei quem és. Palavras de embaixador americano em Portugal. E os outros embaixadores dos outros países amigos pensarão de modo diferente ? 

A relação dos europeus com os muçulmanos nunca mais será a mesma

Vinha no carro a ouvir a rádio e o correspondente em Paris referia que há um ambiente de cortar à faca entre a população . Cartazes empunhados pelos parisienses que gritam " e agora o que nos dizem ?" ao mesmo tempo que afastam dos locais de homenagem às vítimas os muçulmanos que se aproximam.

Quando o fumo desaparece percebe-se que os terroristas são filhos de famílias que vivem paredes meias com o resto da população. Gente que viaja para a Líbia e outros destinos e que regressam sem que as famílias avisem as autoridades. Porque são filhos ? Também os que morrem têm pais e irmãos.

O presidente francês quer uma revisão constitucional para colocar em prisão domiciliária os que andam cá e lá a matar pessoas. É o mínimo . E não se percebe porque têm dupla nacionalidade. Uma vez idos para os territórios onde aprendem as técnicas terroristas já não voltavam a entrar em qualquer país europeu.

É isso que eles querem ? Não querem nada, deixemo-nos de pieguices. O que eles querem é destruir os países que odeiam e matar o maior número de pessoas inocentes. Nesta guerra não se pode estar nos dois lados ao mesmo tempo. Por um lado lamentar as mortes e, por outro, compreender os assassinos.

Só assim nos podemos defender e ao mesmo tempo viver em paz com os muçulmanos que estão integrados e que aspiram a ter paz . A pieguice travestida de "compreensão" junta-se aos que não escondem o gozo . Os que sendo ocidentais odeiam o Ocidente.

 

 

 

Os terroristas também estão a entrar na Europa

Não sejamos ingénuos. No meio dos refugiados os terroristas estão a entrar na Europa . Vamos dar-lhes casas, alimentá-los e protegê-los até quando mostrarem a sua verdadeira face . Nessa altura é tarde .

Mesmo os verdadeiros refugiados trazem consigo a sua identidade cultural e religiosa que lhes diz que devem submeter o inimigo, leia-se os Europeus . Isto tudo é inevitável, mas a Europa tem o direito e o dever de se defender.

Em primeiro lugar, algumas nações temem o crescimento da população muçulmana e receiam que esta acabe por impor as suas leis, contrárias à democracia. É um perigo bem real.

Sem documentos e transferidos de país para país, os terroristas alargam-se como uma mancha que não se limpa facilmente. E, depois, como não é politicamente correcto falar disso, resta-nos que os serviços secretos não lhes percam o rasto . E que os Europeus percebam que "mesmo  morto são precisos quatro para tirarem o proprietário da sua casa ".

 

O mundo está perigoso

Até há uns anos o mais perigoso que acontecia a um turista era viajar para as Bahamas para apanhar sol - o que`é um disparate completo- e não conseguir sair do hotel porque no dia da chegada era anunciado um tufão. Era ver os turistas portugueses com grandes chapéus de abas largas a chegarem ao aeroporto fugindo do paraíso que as agências de viagens lhes vendiam "em pacote". O ridículo pode matar mas morre-se com menos frequência.

Agora temos os turistas a morrer no Algarve porque os motoristas dos autocarros andam a dormir em pé.

Mas escolher países onde a violência é diária e as guerras religiosas escolhem vítimas é que é mais difícil de perceber. Estar deitado numa praia a apanhar sol e estar sempre à espera que um tresloucado  apareça com uma espingarda automática que mata sem piedade, é coisa que não compreendo.

Bem sei que neste mundo perigoso ninguém pode dizer que está bem mas nas areias brancas da nossa costa, por enquanto, não há evidência nem de terroristas nem de tubarões. E mesmo os tubarões que raramente aparecem são "frades".

Caçar os terroristas nos países de origem

É a estratégia certa. Apanhá-los no ninho. Mas isso só se consegue com uma forte aliança entre os países europeus e os países muçulmanos. O primeiro de todos os direitos  é proteger o nosso modo de vida. Sem isso não temos condições de exercitar os direitos democráticos.

A responsável pela diplomacia europeia afirmou que "a ameaça não está só em Paris, também se está a espalhar por várias partes do mundo, começando nos países muçulmanos. Precisamos de fortalecer os nossos laços de cooperação, primeiro com os países árabes e depois, internamente, com a partilha de mais informação". E reitera que "é necessária uma aliança, um diálogo".

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, Philip Hammond, juntou-se ao apelo. "Os países muçulmanos são os que mais têm sofrido com o terrorismo. Temos de trabalhar juntos para proteger esses países e os países europeus."