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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A reversão da TAP - os grandes negócios do Estado

O Estado reverteu a privatização da TAP ficando com 50% da empresa. Descobriu agora que esses 50% lhe dão o direito de pagar 50% dos prejuízos que andam nos 100 milhões/ano. Apesar dos amigos socialistas experts que tratam dos grandes negócios do estado.

Que o accionista americano, proprietário de uma companhia aérea nos USA e de outra no Brasil, tenha arregalado o olho empresarial para a TAP é bem compreensível. As companhias do outro lado do Atlântico encaminham os passageiros para a Europa via TAP e a TAP encaminha os passageiros deste lado do Atlântico para as companhias das américas. Razão para o accionista ter ficado com a "gestão corrente" da companhia. O Estado contentou-se com a "gestão estratégica", isto é, não manda nada. Mas paga metade dos prejuízos.

Os resultados das duas companhias do outro lado do Atlântico são-nos cuidadosamente escondidos não vá a gente perceber que estão a ter lucros. É que com política de " code share" entre as companhias cabe à "gestão corrente" ( privados) distribuir as receitas e os custos. E eu gostava de analisar as contas de exploração.

Uma coisa é certa, para já " o grande negócio da reversão da TAP" só dá prejuízos ( enormes) para o estado.

Companhia aérea de bandeira, dizem eles...

 

A TAP - os grandes negócios do estado

O artigo de hoje: Mal chegou ao poder, António Costa anunciou que ia reverter a privatização da TAP. E assim foi: o Estado passou a deter 50% do capital e a nomeação do “chairman”. Quem se deu ao trabalho de analisar o negócio percebeu logo que era “show-off” para calar Bloco de Esquerda e PCP.
O país viveu na mentira durante quatro anos. Até maio de 2019, quando a imprensa noticiou que a TAP distribuiria bónus de 1,17 milhões pelos quadros, depois de prejuízos de 118 milhões. Pedro Nuno Santos, o líder da ala esquerda do PS, foi apanhado em contrapé: como deixou passar aquela enormidade?
Seguiu-se o habitual: muitas pancadas no peito, com gritos de “Mas quem é que manda aqui?” e garantias de que o ministro não soubera de nada. Como é óbvio os bónus não foram devolvidos, apesar das ameaças de mudança das regras.
O assunto parecia resolvido até à semana passada quando o CEO da TAP disse que os bónus se vão repetir este ano. Humilhação para o Governo. Pedro Nuno Santos garantiu que não iria autorizar para, no Parlamento, reconhecer que os 50% do Estado apenas permitem intervir na estratégia, não na gestão corrente. Ou seja, aquilo que já sabíamos desde 2016, mas o “spin” do Governo manipulou.
Conclusão: você foi enganado

TAP : Os grandes negócios do estado

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O problema da TAP - sempre o disse - é que ninguém a quer a não ser que seja de borla.

Estiveram no negócio a representar o estado as grandes cabeças cá do sítio, os amigos geniais, mas quem ficou com a TAP de borla foi o empresário conhecedor do negócio, com outras operações aéreas na América do Norte e Sul que alavancam a companhia dita de bandeira seja lá isso o que for.

Cá vamos cantando e rindo...

A TAP nacionalizada é mais uma fraude

Depois das noticias de hoje a TAP é, inequivocamente, uma empresa privada.
O resto são tretas do Dr Costa para enganar a malta, coitados dos ceguinhos Jerónimo e Katuxa, ainda não  piaram.
Os sindicatos, a Dr Roseta e o Dr Vasconcelos, defensores da TAP pública, enfiaram todos o barrete.
Não critico os aumentos, nem percebo a indignação, numa empresa privada o Patrão aumenta quem quer .
Critiquem a farsa do Dr Costa e dos demais, o resto é fazer de nós parvos. Arranjaram-se uns lugarzinhos milionários para os amigos e o resto é treta.

O Estado enquanto accionista deu ( e bem) a gestão aos privados já que eles são os conhecedores do negócio . Ora, a atribuição de prémios aos trabalhadores é da competência da Gestão mas, é claro, que o accionista Estado pode fazer sempre o número habitual.

Clamar por sobriedade

Na TAP o governo deve-nos uma explicação

Nem é pública nem é privada. A companhia aérea foi mais uma ideia manhosa que está a dar maus resultados para o Estado . Com o selo de António Costa .

Nada foi feito e a soma de uma péssima privatização – onde, descansem, também respondíamos por mais de 600 milhões de dívida da TAP - com uma má renacionalização parcial - onde o Estado tem uma influência limitada mas responde pelos montantes necessários para recapitalizar a TAP sempre que os capitais próprios atinjam valores inferiores a 571,3 milhões de euros negativos – é sinal de permanentes má notícias.

Ou há lucros e o Estado passa de ter 50% para receber apenas 5% dos mesmos, ou há prejuízos e de repente é como se a empresa fosse pública. Isto é um pesadelo para o contribuinte. E o Governo deve-nos uma explicação.

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Tragédia económica na TAP nacionalizada

É um fartote de rir se não fosse caso sério. A TAP que este governo renacionalizou e na qual colocou uma série de amigos apresenta um prejuízo em 2018 de cerca 150 milhões de euros. Como o Estado possui 55% do capital cabe-lhe a parte maior do prejuízo. Grande ideia nacionalizar .

Os privados accionistas que têm os seus interesses empresariais na TAP conectados com outras companhias aéreas no Brasil e nos USA não estão preocupados. Para eles é só uma manta que esticada não cobre ainda os pés mas que cobre o resto do corpo . Os custos e as receitas podem ser imputados aos diversos operadores por forma a perder na TAP mas ganhar lá fora.

O empresário e acionista David Neeleman adota uma posição confiante, tendo comprado por 49 milhões de euros a participação indireta dos chinesas da HNA, que saem da TAP na sequência de problemas complexos no desenvolvimento das operações internacionais do seu grupo, que continua a desinvestir, alienando participações em várias geografias.

Quanto ao acionista português, Humberto Pedrosa, também mantém expectativas confiantes, tendo o seu filho David Pedrosa como administrador executivo – numa comissão executiva que integra Antonoaldo Neves e Raffael Guaritá Quintas.

Mas pronto os amigos de António Costa ganham bem e recomendam-se .

A TAP privatizada com novos aviões, novas rotas e mais mil trabalhadores

O problema da TAP foi sempre o de estar num negócio que não conhecia . Privatizada e nas mãos de quem há muito está no sector a companhia levanta voo. Novos aviões com grande poupança nos custos em combustível, novas rotas de sucesso e contratação de trabalhadores. E resultados positivos ao ponto de a companhia começar a pagar a dívida acumulada ao longo de tantos anos.

"Nós tínhamos menos pilotos do que precisávamos, estávamos dependentes da boa vontade do pessoal para trabalhar em dias de folga ou férias, e isso não é sustentável." Uma realidade que já se alterou quer graças às negociações com os sindicatos quer sobretudo pela contratação de pilotos e tripulantes."

A TAP outro exemplo de negócio desastroso de António Costa

E havia um amigo de António Costa, amigo desde o tempo da faculdade, que tratou do negócio da TAP.  Um tal Lacerda que não sendo nada no governo tratava (trata?) de alguns negócios mais difíceis.

O Estado, através da Parpública, recuperou o controlo acionista da TAP com 50% do capital, mas perdeu direitos económicos e passou até a assumir mais responsabilidades financeiras, enquanto os privados ganharam um almoço grátis, à conta dos contribuintes. Não é apenas um negócio desastroso para o Estado, está no limite do escândalo, com um único fim, o interesse político do governo.

Com esta operação política e financeira, David Neeleman, Humberto Pedrosa e os chineses da HNA que entraram no consórcio privado ganharam um daqueles negócios que todos gostariam de ter. Se a recuperação da TAP correr bem, na linha do que foi definido pelo novo CEO, ficam com os lucros. E só nessas circunstâncias o Estado poderá ganhar com a operação. Se a recuperação da TAP correr mal, será o Estado, leia-se os contribuintes, a assumir todos os prejuízos e os privados regressam aos seus negócios sem perda.

Não foi António Costa que disse que viu uma vaca a voar ?

 

A TAP já voa com 100 milhões de lucros

Durante décadas a TAP afundou-se em prejuízos. 

Durante o ano passado, a companhia área portuguesa transportou 4,2 milhões de passageiros, mais 21,6% que em 2016. As receitas operacionais aumentaram em mais de 600 milhões de euros, para um total de 2.977 milhões de euros.

É preciso conhecer o negócio do transporte aéreo, ter dinheiro e operações complementares com outras companhias na Europa e nas Américas coisas que o estado nunca teve.

Agora sim a TAP é de bandeira