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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Factos sobre o aumento de alunos no superior

Facto 1 - em 2016 temos 890 novos caloiros (+ 2,1%).                                                   

Facto 2 - em 2015 tivemos 4290 (+11,4%).

Facto 3 - dizem os professores que a entrada de mais ou menos alunos tem a ver com a maior ou menor dificuldade da prova dos exames.

Facto 4 - quando há mais aprovados em matemática e em química-física há mais alunos a entrar no superior

Facto 5 - o número de alunos que entrou no superior mas também de candidatos aumentou pelo terceiro ano consecutivo

Facto 6 - o alargamento do ensino obrigatório até aos 18 anos também tem contribuído para que mais alunos tenham acesso

Facto 7 - não há nenhuma evidência que o factor crise tenha tido algum impacto no acesso de alunos e candidatos.

Factor 8 - a esperteza saloia é capaz de tudo

 

Estado não deve financiar o ensino superior

Diz Roberto Carneiro, ex -ministro da educação: "Manter, por mera inércia ou medo da mudança, um sistema educativo predominantemente financiado pelos contribuintes - ou seja, por orçamentos públicos - até ao doutoramento é, além de insustentável, profundamente injusto”, adverte Roberto Carneiro, ao argumentar que  os alunos que chegam às universidades provêm maioritariamente das famílias com mais recursos culturais e meios económicos, pelo que financiar as universidades com dinheiro arrecadado a 100% dos contribuintes significa um imposto regressivo. “Os mais pobres (uma maioria da população, cujos filhos não conseguem alcançar a universidade) pagam a escolaridade avançada dos filhos dos mais ricos (por natureza, uma minoria), precisamente aquela formação que gera maiores rendas ao longo da vida”.

Estado não deve financiar o ensino superior

Diz Roberto Carneiro, ex -ministro da educação: "Manter, por mera inércia ou medo da mudança, um sistema educativo predominantemente financiado pelos contribuintes - ou seja, por orçamentos públicos - até ao doutoramento é, além de insustentável, profundamente injusto”, adverte Roberto Carneiro, ao argumentar que  os alunos que chegam às universidades provêm maioritariamente das famílias com mais recursos culturais e meios económicos, pelo que financiar as universidades com dinheiro arrecadado a 100% dos contribuintes significa um imposto regressivo. “Os mais pobres (uma maioria da população, cujos filhos não conseguem alcançar a universidade) pagam a escolaridade avançada dos filhos dos mais ricos (por natureza, uma minoria), precisamente aquela formação que gera maiores rendas ao longo da vida”.