Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

Um Estado socialista, soviético, todos ao molho...

A grande reforma para beneficiar a economia é a do estado. Mas ninguém a faz com medo dos votos que podem fugir.

Dinheiro não abunda e é mal gerido na área do pessoal. O Estado tem muita gente e cada vez mais, apesar da digitalização, de pagar mal e de apostar pouco na dignificação dos trabalhadores. A avaliação é teatral, sem recompensa nem admoestação, um enfermeiro ganha menos do que um motorista com 20 anos de serviço, um professor jovem ganha pouco mais que uma empregada da limpeza em qualquer ministério. É um Estado socialista, soviético, todos iguais, todos ao molho…, criando proletários nos seus médicos, professores e outros quadros técnicos. E na organização temos o caos. Mudar pessoas ou locais é quase um anátema. As empresas privadas, que se regem por princípios sérios de eficiência, de custos, há muito que mudaram as localizações dos seus escritórios para fora do centro das cidades ou para as periferias, onde o m2 é mais barato. No Estado, não.

É muito mais fácil e sem riscos exigir mais pessoal, mais aumentos e mais carreiras..

 

Catarina Martins : contra o Ocidente contra Portugal

É um ódio que não se entende. Sempre, mas sempre contra a terra que a viu nascer . Tal como os "heróis soviéticos" nascidos em Portugal .

Se Catarina Martins quer exibir complexos de culpa póstumos, achando que assim se mostrará maior aos olhos dos outros, comece por assumir os crimes abomináveis dos regimes comunistas, que ponderada a paternidade marxista-leninista da UDP e trotskista do PSR, defenderam e ainda nos anos 70 quiseram para Portugal. Da URSS à República Popular da China, passando pelo Camboja, Coreia do Norte e Cuba, não lhe faltarão exemplos de homicídios em massa, detenções por delitos de opinião, tortura, campos de trabalho forçados e lavagens ao cérebro. Sem surpresa, a esquerda-net guarda o texto laudatório de Hugo Chávez, digno de quem gravita num universo paralelo, que diz que "enquanto na Europa a democracia está a falhar, na Venezuela a democracia participativa tornou-se num sinal de identidade".