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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Socialistas em queda, CHEGA em 4,9%, INICIATIVA LIBERAL nos 2,8%

Sondagem do Jornal de Negócios. A direita veio para ficar tal como chegou no resto da Europa.

INICIATIVA LIBERAL e CHEGA juntos somam 7,7% e se lhes juntarmos o ALIANÇA 0,7% o BLOCO de DIREITA ultrapassa os 8%. Nada mau para quem está no início. 

São partidos democráticos liberais, europeístas e pró-economia de mercado. Fazem falta num "país a caminho do socialismo" que vai caindo na tabela do PIB e que não deixa que a sociedade civil respire. O Estado é cada vez maior e mais interventivo. 

A Democracia tem caminhos para encontrar soluções. Ao fim de 40 anos está em marcha uma reforma política que os partidos da situação nunca permitiram. Mas o que tem que ser tem muita força.

António Costa ao derrubar um muro à esquerda ergueu outro à direita. Pelo menos facilitou o que já era inevitável.

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Os votos que o PS está a perder estão a voltar ao BE e ao PCP ?

António Costa terá razão em não querer a companhia dos seus camaradas bloquistas e comunistas.Ao afastar-se do BE tencionava que os votos úteis para alcançar a maioria absoluta se concentrassem no PS. À imagem do que já tinha acontecido ao PC.

Acontece que após ser mais ou menos óbvio que o PS não alcançará a maioria absoluta os votos úteis estão a voltar aos partidos da extrema esquerda.

O caso das "golas" também estará a minar o eleitorado do PS e o caso de Tancos está aí a rebentar. Um e outro não são bonitos de se verem.

António Costa perde popularidade e em compensação Mário Centeno é apresentado como o "mago" das finanças. Há nervosismo no PS.

 

 

Apesar dos professores PS e Costa sobem nas sondagens

Mário Nogueira ameaçou o PS e o governo com uma luta sem tréguas e que irão lamentar a posição que tiveram no processo dos professores. Para já o PS sobe e Costa continua a ser o líder político com mais apoio.

Nogueira, PCP e BE não perceberam que a sociedade, sensível ao argumento da equidade e da sustentabilidade das contas públicas, se tinha colocado contra o exigido pelos professores. PSD e CDS perceberam tarde e a más horas. 

Por outro lado a opinião expressa também mostra que as contínuas exigências e manifestações dos sindicatos da escola pública perderam a eficácia, o que é significativo quando o país contínua a ser submetido a diversos graus de austeridade.

A dívida elevada, a crescente despesa pública e a maior carga fiscal de sempre calam fundo na opinião dos portugueses que não querem mais pântanos e bancarrotas.

 

Os portugueses estão a descobrir a realidade e as sondagens mostram-no

O PSD há três meses consecutivos que encurta a distância para o PS nas sondagens. Voltou a acontecer em Abril em 5 pontos.

Não é só nas intenções de voto para as eleições europeias que o PSD se está a aproximar do PS. De acordo com o barómetro da Aximage relativo a abril, feito para o Negócios e para o Correio da Manhã, a distância entre os dois partidos na corrida às eleições legislativas encurtou-se este mês em cinco pontos percentuais, descendo para o nível mais baixo dos últimos dois anos e meio.

A trajetória descendente do PS não é propriamente uma novidade. Desde setembro, mês em que as intenções de voto no PS rondavam os 40%, que a tendência é de queda gradual, mas o que o barómetro da Aximage mostra é que o declive se agravou neste mês de abril. Já a subida do PSD impressiona. A subida de 3,4 pontos é inédita não só durante o mandato de Rui Rio mas também durante toda a legislatura.

Não é possível enganar  todos durante o tempo todo.