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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A doutrinação sexual na escola pública é inconstitucional

A Constituição tão cara à esquerda é deitada às urtigas quando não serve :

Invocando a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Constituição da República Portuguesa:

  • “Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos”
    Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 26º, nº 4.
  • “Os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos”
    “O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas (…) políticas, ideológicas”
    Constituição da República Portuguesa, artigo 36º, nº 5 e artigo 43º, nº 2.

os pais e encarregados de educação das crianças portuguesas, encarregar-se-ão de impedir que esta doutrinação seja feita contra a sua vontade e contra a Constituição .

O Estado o grande educador sexual

Olhe que o Estado vai ensinar à sua filha de cinco anos o que é isso da sexualidade. E se tiver uma filha de dez anos vai-lhe ensinar o que é o aborto . Só não percebe quem não quer porque está a Educação nas mãos de uns quantos burocratas estatais. Querem entrar na nossa casa e evangelizar as nossas filhas segundo os mais modernos conceitos sexuais. E quanto a educação sexual é, claro, que as mães não sabem nada, as avós são umas iletradas, fica tudo nas mãos de uns quantos directores gerais e de umas azougadas mestradas e doutoradas.

Não sei porquê mas em Portugal convive-se bem com o conceito do Estado Grande Educador: não aflige ninguém que o Estado nos entre pela casa dentro e imponha como é que os nossos filhos devem ser educados.

Um Estado socialista como o nosso vai até onde o deixam ir e com a convicção perigosa de quem se acha mais habilitado do que os pais para educar os filhos. Seja em educação sexual, alimentação, religião ou laicidade. Um Estado como o nosso não toca à campainha para entrar em nossa casa. Entra. E é isto o mais sinistro do documento referencial: o abuso. É que estas são portas que não se abrem a estranhos e muito menos à figura abstrata que é o Estado.

Nas aulas de educação sexual falta o material

Os alunos estão desmotivados. Gostavam de ter um maior envolvimento mas, ontem como hoje, a falta de material é um caso sério. E não vejo como ultrapassar a questão. Já no meu tempo até os recreios eram separados. Já quanto aos professores há várias formas de ultrapassar a questão mas não posso ir além disto porque ainda sou acusado de publicidade enganosa. Tenho pena de não ser adolescente para viver este tipo de problemas.