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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Sem a saúde privada estávamos todos tramados

Com 3 milhões de cidadãos que se tratam no sector privado é fácil de perceber o que aconteceria ao sector público se o sector fechasse. Um tsunami e quem se tramava, como bem diz o Bastonário da Ordem dos Médicos, seríamos todos nós.

Não é uma questão ideológica é uma questão de sustentabilidade financeira e de acessibilidade bem como de capacidade de oferta face à procura.

Nem nos países ricos o estado consegue suportar sozinho o peso da procura universal e gratuita.

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O "avanço" das 35 horas destruiu o SNS

São estes avanços que andam para trás em vez de andarem para a frente. Como se reduzir de 40h para 35 h não implicasse mais pessoal, mais organização e mais dinheiro.

Médicos e enfermeiros exaustos e doentes em filas de espera eis o resultado. Entretanto no sector privado a paz social é a base de cada vez maior procura. Não há médicos e enfermeiros em greve e não há listas de doentes em espera.

Percebe-se bem porque os estatistas temem o sector privado. À medida que os portugueses tiverem melhor nível de vida maior será a procura do serviço hospitalar privado. E chegará o momento em que por cá se fará como na maioria dos países europeus. O doente escolhe e o estado  financia. É o direito e a liberdade de escolha. 

Coordenar a oferta pública e a oferta privada entre si para optimizar a capacidade instalada a bem do doente é que é o verdadeiro "avanço". O resto são ideologias com resultados maus e estúpidos que os doentes sofrem em listas de espera.

 

Podendo escolher a opção recai, expressivamente, na escola privada

O sector privado na Educação continua a crescer apesar do corte do apoio do Estado nos contratos em convenção e agora nos contratos simples.

...muitos pais portugueses preferem pagar a ter os filhos na alternativa gratuita existente. Este é um fenómeno que está a aumentar. Se a crise financeira que atravessámos levou a que muitos pais se vissem na contingência de tirar os filhos do ensino privado, a verdade é que muitos outros aproveitaram as vagas deixadas e ocuparam-nas, bem como muitos outros aproveitaram a recuperação económica para regressar. Podendo escolher, a opção recai, expressivamente, no ensino privado. Em 2006, 11,2% dos alunos em Portugal estavam no ensino privado. Em 2016, esta percentagem era de 13,2% e a tendência é de crescimento. Em Portugal, os alunos oriundos de muitas famílias que têm em comum a sua capacidade financeira encontram-se em escolas privadas. Da mesma forma, os filhos de famílias com menos capacidade financeira encontram-se em escolas públicas.

Os estatistas têm medo da liberdade de escolha

O Estado não sabe gastar melhor o dinheiro do que as pessoas ou as empresas que o ganham

Aumentar a despesa pública e aumentar os impostos para a pagar. O PS não aprende com os erros cometidos .

A redução que se verificou no deficit orçamental e na dívida pública relativamente ao PIB, ficou assim a dever-se, exclusivamente, ao aumento das receitas fiscais e do próprio PIB, ou seja, a variáveis associadas essencialmente à actividade do sector privado. O mérito da redução do deficit orçamental coube assim apenas ao sector privado, uma vez que o contributo do actual Governo foi negativo.

A forma saudável de promover o crescimento da economia é através do investimento nos sectores que podem exportar, de modo a proporcionar, a médio e longo prazo, um crescimento sustentado do nível de vida dos portugueses e consequentemente do seu consumo privado. Esta é também a forma de promover a sustentabilidade das finanças públicas, pois é o crescimento económico a variável que mais pode contribuir para a redução relativa dos actuais níveis excessivos de despesa e dívida pública.

Púbico ou privado ? A prioridade são os doentes

Os doentes já podem escolher dentro do SNS o hospital que mais lhes convém. E os hospitais públicos têm agora estabelecidos prazos para consultas e cirurgias, recorrendo à capacidade instalada no SNS ou no sector convencionado .

O que não é admissível é haver 120 000 doentes à espera de cirurgia fora do prazo médio terapêutico.

Na prática, os doentes que tenham uma credencial para fazer um exame passada por um médico de família continuarão a poder ir logo a uma clínica com convenção do SNS. Mas o objetivo, explicou ao i o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, é que os hospitais possam disponibilizar os seus serviços aos cuidados primários e aumentar a transferência entre hospitais do SNS, com os prazos de cada unidade a serem monitorizados no portal do SNS, tal como já acontece nas consultas, cirurgias ou urgências. O novo Centro de Contactos do SNS, previsto para este semestre, vai também permitir agendar exames tendo em conta a disponibilidade das diferentes instituições, diz Fernando Araújo.

O que seria dos doentes sem o sector privado ?

Sabemos que existem listas de espera de 160 000 doentes para cirurgia . Sabemos, porque já todos experimentamos, as horas de espera nas urgências dos hospitais públicos. Sabemos que há exames de diagnóstico que demoram meses a serem efectuados na SNS. Quem não sabe é a Catarina Martins que faz esta grave acusação ao SNS e aos seus profissionais : "...Além disso, referiu os 450 milhões gastos em PPP no sector e lembrou que “todos os anos contratualizamos 1.300 milhões de euros em meios complementares de diagnóstico e terapêuticos, 633 milhões de euros por ano em fornecimento de serviços e há capacidade instalada em hospitais públicos que não está a ser utilizada”.

O Presidente da República sabe que o BE não está interessado nos doentes pois, de outra forma, mal se compreenderiam as dificuldades do SNS para tratar quem o procura a tempo e horas. Mas na saúde como na Educação o que interessa é a propriedade dos hospitais e das escolas ser estatal não é a sorte dos doentes e dos alunos.

A Dona Catarina devia pedir desculpa aos profissionais do SNS.

É o sector privado que suporta o sector público

Há quem não perceba esta coisa fundamental. Sem um sector privado suficientemente forte para suportar o sector público resta recorrer à dívida e ou pedinchar subsídios. A UE em subsídios faz entrar em Portugal até 2020, 16 milhões de euros por dia.

"O peso do sector público em Portugal está a matar lentamente o peso do sector privado".

E isso "vê-se nos impostos, não vale a pena fugir a isso. Aqui [na Colômbia] é ao contrário, vê-se o Estado muito mais a acreditar no sector privado, a acreditar que o sector é o motor da grande economia. E em Portugal o sentimento não é esse", acrescentou.

Isso é "prejudicial para quem acredita que o investimento pode ter o seu retorno e pode ao mesmo tempo criar uma coisa diferente", afirmou o gestor.

"É visível na carga de impostos que as pessoas têm, que as empresas sentem", apontou Pedro Soares dos Santos, que defendeu que "o sector privado tem de ser sempre superior ao sector público para poder, com os seus impostos, suportar o sector público"

Nos países onde o estado abafa o sector privado só há miséria como se vê em todos os países ditos socialistas. Não há um único caso feliz.

 

É assim que se melhora o SNS

A explicação dada pelos utentes é a agitação permanente nos hospitais públicos onde, segundo a capa do DN, faltam todos os meses 14% dos profissionais. Os mesmos que fazem greve por falta de profissionais. É, claro, que se percebe bem porque há partidos e corporações que se batem pelo monopólio público, quer seja na saúde ou na educação. Com concorrência e direito de escolha por parte das famílias vingam os melhores e isso não interessa. É o maior perigo para o corporativismo.

Ainda hoje a greve dos enfermeiros no Algarve circunscreveu-se aos hospitais e centros de saúde públicos. O sector privado esteve a trabalhar em pleno. Um utente que hoje, ansioso, bateu com a cara nas portas fechadas de um hospital público e se socorreu de um hospital privado, para socorrer um filho, nunca mais esquecerá. Não quero nem nunca quis que o estado se retire dos sectores de actividade mais importantes, mas nunca como "player" único. O monopólio é tão mau no sector privado como no público.