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BandaLarga

as autoestradas da informação

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as autoestradas da informação

olha nós a fruir colectivamente...

Apreciem os argumentos do PCP sobre a transformação da Estação de São Bento .

  • De acordo com o PCP, o património não pode ser transformado "num negócio em que quem lucra são os grupos privados à custa da memória e da história coletiva do nosso país".

    "Se o património fica mais bem servido com gente dentro, a solução passa por intensificar a ligação cultural entre as populações e o património, integrar o património edificado na vida e quotidiano do país, designadamente na vida de trabalho, resultando numa valorização e preservação vivida e fruída coletivamente", defendem.

Só não percebe quem estiver contra " a ligação cultural", "resultando numa valorização e preservação vivida e fruída colectivamente " . E quem paga se ainda assim soubermos concretizar tão claros objectivos ?

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Fortaleza de Peniche, estação de São Bento a mesma luta

O PCP está contra . No forte de Peniche para que não se apague a memória na estação de S.Bento para que não se destruam os azulejos. Num caso e noutro a verdadeira razão é que a iniciativa privada não possa desenvolver iniciativas lucrativas.

Impedir a iniciativa privada é o alfa e o ómega do PCP . Quanto menos iniciativa da sociedade civil mais estado . Mas como é que os impostos crescem e a riqueza não chega aos pobres, sobre isso o PCP não tem nada a dizer. Na próxima manifestação vai gritar contra o desemprego e contra o trabalho precário. 

Como se pode ler aqui os naturais da terra estão de acordo com o projecto de o estado entregar a exploração do espaço aos privados, assegurando os lugares históricos. Eles já estão fartos de promessas e o que vêm é a Fortaleza degradar-se e os 20 000 visitantes/ano não perderem mais de 5 minutos na visita.

E em São Bento e de acordo com o grupo Time Out, que dá o projeto como certo, o mercado terá 2.200 metros quadrados, com 15 restaurantes, quatro bares, quatro lojas, uma cafetaria e uma galeria de arte. “Tudo alicerçado em negócios locais”, garantiu em comunicado o grupo, que detém as revistas Time Out Lisboa e Time Out Porto. De acordo com a planta, o amplo espaço ficará do lado da Rua do Loureiro.

 

Com o próximo PR o governo mandará cada vez menos

Como se viu já no Parlamento a factura a pagar pelo governo pelo apoio de PCP e do BE, é cada vez mais alto, o que dará ao próximo presidente da república um poder cada vez mais forte.

"Avança a edição impressa do Expresso que, ganhando Marcelo como se prevê, António Costa acredita ter no próximo presidente um bom parceiro – e é capaz de ter razão. Mas a questão não é essa. A questão é que, com ou sem Marcelo, o próximo inquilino em Belém será uma peça fundamental do puzzle de que já constam PCP e BE. A juntar a um parlamento que algumas vezes se tem substituído ao governo (com PCP e BE a comandar as operações), Costa terá no palácio de Belém um presidente mais interventivo – leia-se, alguém que não se coibirá de influenciar decisões executivas, sob a ameaça de dissolver o parlamento e convocar eleições. E assim vai encolhendo o espaço do primeiro-ministro para governar nos seus próprios termos."

Seja quem for que ocupe o Palácio de Belém