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BandaLarga

as autoestradas da informação

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As PPP rodoviárias foram um crime de lesa-pátria

Especialmente estas as outras também. Para quem ainda não percebeu que as decisões políticas de realizar esses contratos, em particular no sector rodoviário, foram um crime de lesa-pátria, por serem investimentos sem justificação económica ou social, aconselho a leitura da European Road Statistics. Verá que Portugal é - à excepção do Benelux, já de si um espaço de elevado tráfego europeu - dos países com mais quilómetros de auto-estrada por quilómetro quadrado de território e menos veículos de passageiros por quilómetro de auto-estrada.

Os dados das PPP significam, então, que o défice orçamental deste ano aumentaria em 776 milhões de euros, tudo o resto constante, e que só para anular este aumento potencial do défice será necessário aumentar a receita ou diminuir a despesa.

Ainda ontem fui ali para os lados de Castelo do Bode comer lampreia. A1 e A23 com meia dúzia de carros para lá e outra meia dúzia para cá. Não sei se hei-de rir se chorar...

 

Inquérito arrasa governos entre 2005 e 2011 e segue para o Ministério Público

As Parcerias Público Privadas rodoviárias podem ascender a 23,7 mil milhões de euros. (...)Paulo Campos é um dos ex--secretários de Estado mais visados no processo e a comissão recorda as acusações do antigo presidente das Estradas de Portugal, Almerindo Marques, sobre pressões diretas desse governante e pressões indiretas do ex--primeiro-ministro José Sócrates. Os deputados revelam que a 20 de junho de 2011, a menos de 24 horas da tomada de posse do atual primeiro-ministro, o secretário de Estado do Orçamento, Emanuel dos Santos, assinou um despacho que permitia a reprogramação de verbas do PIDDAC."

 Com eles o país foi à bancarrota. O que é necessário para assumirem a responsabilidade?