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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os próximos anos serão duros

Esta crise veio expor várias debilidades estruturais da economia portuguesa. Por um lado, a especialização internacional de Portugal no turismo, que se acentuou nos últimos anos, e que não vai servir-nos tão cedo. Precisamos de novas áreas de especialização, mas isso demora tempo. Por outro lado, o enorme endividamento da economia portuguesa, que agora vai subir mais alguns degraus, e que vai continuar a retirar-nos graus de liberdade. Os impostos vão continuar a aumentar, quer os de hoje, quer sobretudo os de amanhã. Enfim, os próximos anos, mesmo com todo o apoio financeiro do União Europeia, serão duros. Outra vez.

PS : ECO - Ricardo Arroja

A Venezuela é o mundo do Bloco de Esquerda

Ou o salário de Catarina Martins.

Pelo contrário, se há imagem que não gera qualquer retribuição ao contribuinte, nem material nem espiritual, essa imagem é a do esbanjador que apenas consome e nada produz. Gente assim até pode ser engraçada no início, mas rapidamente perde a sua graça. Trata-se da alegoria de Marx (“de cada qual, segundo as suas capacidades; a cada qual, segundo as suas necessidades”) levada ao mais radical limite. É uma alegoria autodestrutiva que, como escreve Ayn Rand no seu épico “Atlas Shrugged”, termina no dia em que os que produzem, para que todos os outros possam consumir, metem greve e desaparecem. É o dia em que deixam de contribuir porque, quanto mais produzem, mais salários indirectos se veem a pagar. E, então, os saqueadores entram em pânico, porque o motor do seu mundo parou. Veja-se a Venezuela. É o mundo do BE.