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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Recuperação integral dos 9 anos 4 meses e 2 dias foi expressamente rejeitada

O país está melhor mas está longe de estar bem, só quem não vê as greves e a contestação social é que acredita em histórias da carochinha. E António Costa não tem dinheiro para calar os sindicatos, as Ordens, as corporações, as vítimas dos acidentes e os dois milhões de pobres .

Costa volta a sentar-se à mesa das negociações, mas deixa o aviso de que “a recuperação integral de 9 anos, 4 meses e 2 dias foi “expressamente rejeitada pela Assembleia da República na votação na especialidade do Orçamento do Estado para 2019”.

E o que acontece com o veto do Presidente ? Nada . Zero !  Então porque está o alucinado Mário Nogueira tão entusiasmado ?

O problema dos professores é mesmo não haver dinheiro

Não há dinheiro e contra esse facto batatas. É por essa razão e não por teimosia que o governo não cede. Ninguém compra guerras sem ter uma boa razão e não ter dinheiro é a mais forte das razões.

Além disso o Parlamento aprovou uma norma que diz que o governo é obrigado a negociar mas não diz que é obrigado a aprovar o tempo integral exigido pelos sindicatos. Está lá preto no branco e desta vez a esperteza de António Costa teve como vítima os professores. Quem se mete com o PS, leva.

“O que diz a norma é que somos obrigados a retomar a negociação. Havia outra norma que dizia que tínhamos de negociar com base na recuperação integral e essa norma foi rejeitada“, sublinhou Alexandra Leitão.

O Mário Nogueira diz "que se querem guerra, tela-ão" . Agarrem-me que eu vou-me a eles...

Recuperação da economia : o efeito de base

Após uma recessão há uma recuperação .

O crescimento homólogo de 2,8% no segundo trimestre causou alguma desilusão face às elevadas expectativas – no Jornal Económico noticiámos previsões de economistas que, no melhor cenário, apontavam para um crescimento de 3,4%.

Mas é bom pôr as coisas em perspectiva. Com dois trimestres consecutivos de crescimento sólido, a primeira metade do ano revelou uma dinâmica pouco comum nos anos mais recentes. É quase certo que o conjunto do ano traga a maior taxa de crescimento deste século.

Esta recuperação está a ser conseguida com a estabilização do consumo e dos rendimentos dos portugueses, com as exportações a manterem uma impressionante capacidade de crescimento, mesmo depois de anos de expansão robusta. E, finalmente, o investimento está a dar sinais de vida.

É certo que podemos estar perante um fenómeno por vezes ignorado na análise económica: o efeito de base. Depois de uma queda acentuada da atividade económica, é comum haver recuperações pujantes logo a seguir, apenas porque o ponto de partida para calcular a taxa de variação encolheu.

Historicamente, o país tem, desde os anos 70, quebras de atividade mais acentuadas uma vez em cada década, e recuperações mais ou menos demoradas logo a seguir.

Não estamos a crescer estamos a recuperar

A actividade económica caiu tanto que é mais correcto dizer que estamos a recuperar . O PIB em termos reais de 2016 é igual ao de 2004.

A recuperação para passar a crescimento terá que assentar nas exportações e no investimento .

O tão apregoado crescimento está muito favorecido por partir de uma base muito baixa, pelo que mesmo crescendo este ano acima dos 2%, há muitas dúvidas quanto à sustentabilidade.

É mais correcto falar em taxa de recuperação diz o ex-ministro Bagão Félix.

PS : siga o link e veja o vídeo

A grande reviravolta da economia na Zona Euro pode ser a grande surpresa

recuperação da economia da Zona Euro poderá ser a grande surpresa em 2017. Tudo aponta para que seja bem superior ao esperado . É agora necessário que os partidos populistas fiquem longe do poder principalmente Le Pen na França.

Onde em todo o mundo se poderá esperar uma maior aceleração do crescimento na economia ? Este ano a mais positiva surpresa económica e financeira poderá ser na União Europeia e especialmente nos países da Zona Euro.( ver vídeo )

Com Macron a ganhar em França, pode iniciar-se uma reforma similar à que Gerard Schroder lançou em 2003 na Alemanha. Uma mais forte cooperação entre a França e a Alemanha o que resultaria numa menor austeridade na Zona Euro e que prejudicaria o apoio em Itália ao Movimento Cinco Estrelas ( Populista ) .

Esta recuperação da economia já se iniciou no verão passado e já é possível fazer uma avaliação de que se trata de um comportamento sustentável.

Mas a mudança começou, pouco notada, há dois anos quando o Banco Central Europeu lançou um programa de compra de títulos superior ao programa lançado pela Reserva Federal nos US.

 

Forte recuperação da economia na Zona Euro

Acumulam-se os dados económicos que indicam uma forte recuperação da economia no 4º trimestre na Zona Euro . Parece sustentável e a deixar definitivamente para trás a crise que dura há pelo menos oito anos.

Na Europa criaram-se um milhão de empregos . "Não admira que a confiança dos consumidores esteja a aumentar, já que quase um milhão de pessoas saiu do desemprego na Zona Euro no último ano", comentou à Bloomberg Bert Colijn, economista do ING Bank. "Com as empresas a indicarem que as contratações deverão permanecer fortes nos próximos meses, parece que a criação de postos de trabalho vai continuar a favorecer a recuperação do crescimento económico".

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O grau zero da política

Com um candidato previsivelmente vencedor entregue à mais rasteira das campanhas perante o recuo do PS, que não se atreveu a assumir um candidato próprio, a questão que se coloca não é tanto o ruído de fundo em torno das chamadas «direita» e «esquerda», mas sim a questão de saber se – sim ou não? – o país vai completar a recuperação económica e financeira empreendida após a virtual bancarrota de 2011 ou se vai desbaratar os poucos ganhos conseguidos e cair numa nova forma de resgate. Por outras palavras, se a «frente popular» vai adoptar o «modelo grego» de tomar o poder a toda a custa, nem que seja para fazer aquilo que os credores exigirem de forma a conseguir fechar as contas de cada mês, tal como fez o Syriza e o PSOE aliado ao Podemos ameaçam fazer na Espanha aqui ao lado?

Este governo só pode ser poucochinho, diz o Banco de Portugal

Nas previsões publicadas hoje do Banco de Portugal o crescimento da economia é revisto em baixa. O crescimento vai ser mais lento do que o inicialmente se previa. Isto apesar do Orçamento de 2016 anda não estar preparado. O que se exige do governo é que não estrague porque o papel que lhe está reservado é poucochinho . A recuperação será mais lenta.

Mais lenta a criação de emprego, o crescimento da economia e a evolução do défice. Tudo mais poucochinho.

A procura interna  deverá apresentar uma recuperação gradual, compatível com a redução dos níveis de alavancagem das famílias e empresas", lê-se na nota distribuída à imprensa, na qual se classificam de "primordiais" reduções tanto na dívida pública como privada. Nesse sentido, "a prossecução no médio prazo de um saldo das contas públicas próximo do equilíbrio, em linha com as regras do quadro orçamental europeu, constitui um objectivo desejável para a economia portuguesa", escrevem os economistas da Almirante Reis.

No exercício de previsão é assumida uma estabilização do consumo público nos próximos anos, em linha com o que já esperava antes, uma vez que não foi considerada qualquer medida de política orçamental assumida pelo novo Governo, o que atribui ao  exercício de um "grau de incerteza particularmente elevado", diz o banco central.

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Uma notável recuperação económica

Onde estão os que diziam que este caminho nos levaria a uma recessão económica? As perspectivas que o Banco de Portugal divulgou esta semana indiciam uma notável recuperação económica e não são bem sérios os que disseram que, a descer tanto, algum dia tínhamos que subir. Porque os mesmos, há poucos meses, especulavam que, com as politicas seguidas, a economia portuguesa só poderia seguir o caminho das pedrinhas, que denominaram como espiral recessiva.

PCP, BE e PS vão ter que responder . Estavam de má fé? E o que se passou e passa em França ? Há ou não há mudanças inevitáveis? Vamos ou não salvar o estado social com mais desenvolvimento e melhor equilíbrio nas contas nacionais ? Chegou o momento das respostas. Não há por onde fugir.

A recuperação da economia vai ser melhor do que o previsto

Um responsável do BCE afirmou que o crescimento da economia na União Europeia vai ser melhor que o previsto. Começou por 0,3%, passou a 0,5%, depois a 0,8% e agora já se fala em 1%. É, claro, que um responsável do BCE não diz isto de ânimo leve. Tem que haver fortes razões para o levar a publicamente prever este crescimento.

Hoje na Assembleia da República o Presidente do Tribunal de Contas voltou a insistir que é preciso proteger o estado social da mesma forma que é necessário um combate sem tréguas ao desperdício. Não se pode atirar dinheiro para cima de más decisões políticas de investimento que não apresentam retorno e cujos postos de trabalho são precários. Olhe-se para a maioria dos investimentos públicos das últimas décadas e temos lá os erros todos. Nas autoestradas não andam automóveis que paguem portagens nem postos de trabalho significativos. Mas como foram construídos com recurso à dívida pagamos, em média, 5/6% de juros.

Se a economia só cresce 1% como é que podemos pagar 5/6% de taxa de juro ? Os cortes na despesa do estado são inevitáveis.