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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Governo prepara recuo parcial

Face à viva indignação dos representantes dos colégios e das forças vivas da sociedade, António Costa ensaiou o recuo embora parcial. O colégios seriam financiados segundo a capacidade financeira das famílias. O estado pagaria a diferença.

É um passo na direcção certa embora deixe a questão central adiada o que é uma marca do Primeiro Ministro. A liberdade de escolha das famílias e o financiamento ser feito directamente ao aluno e não aos colégios.

As manifestações de protesto estão a incomodar muito pois é o povo que está na rua, como sempre está quando se mexe nas suas convicções mais profundas. E o fecho dos colégios tem consequências muito para além dos alunos e suas famílias, mexe na economia local. Isto nas povoações mais pequenas.

E que dizer de uma cidade como Coimbra que vê vários colégios, todos eles referências na educação, serem fechados ou reduzidos na sua actividade ? Sabemos como votam os cidadãos de Coimbra e a sua importância na cultura e na política. Dentro do PS há quem  não concorde com a posição do governo que está muito mais próxima do PCP e do BE que do partido.

Entretanto, os sindicatos comunistas da educação, oferecem aos professores em vias de desemprego os seus serviços jurídicos, intenção que foi recusada, com os professores a acusarem a Fenprof  de ser uma das principais culpadas . Acresce que o argumento do custo para o estado foi já devidamente desconstruído.

Quarenta anos depois no Portugal de Abril, torna-se a lutar pela liberdade, agora na educação, como se lutou pela liberdade sindical e liberdade de expressão. A tentativa sempre presente na extrema esquerda de amordaçar a liberdade está a ter a resposta que se impõe. Agora e sempre.

 

 

Economia a recuar há 8 meses consecutivos

Não há como ignorar. Há 8 meses que as perspectivas para a economia recuam.

O PS baixou a sua previsão de crescimento da economia portuguesa de 2,4% para 2,1% para depois a fixar em 1,8% no Orçamento do Estado. Este último número fica acima das previsões das demais organizações: Comissão Europeia espera 1,6%, Banco de Portugal 1,5% e FMI 1,4%, abaixo do ritmo de anual de 1,5% observado em 2015.

O indicador compósito avançado tenta antecipar, em seis a nove meses, pontos de viragem na actividade económica em relação à tendência.

Com estas perspectivas abaixo dos 2% não criamos emprego e é por isso mesmo que o governo já antecipou um menor aumento no emprego para 2016.

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