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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O 24.º lugar de Portugal em qualidade de vida entre 110 países

Costumo dizer que nunca tantos viveram com esta qualidade de vida durante tanto tempo. E o presente estudo confirma-o. E aqueles que viveram antes da Democracia e da União Europeia sabem-no melhor do que ninguém.

Temos por cá uns líricos que querem acabar com este país democrático, europeu, com um estado social alargado e sustentado. Serve-lhes uma qualquer aventura de preferência fora da UE. Nem a miséria dos países que têm como sonho os faz desistir.

O ódio ideológico à economia de mercado e à democracia liberal impede-os de ver.

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Economia portuguesa mal colocada para manter crescimento

Atrás de nós só está a Grécia, quem havia de ser...

As perspectivas para Portugal são penalizadas pelos dados demográficos, sendo o país com maior perda de população estimada para 2030 e com a população activa mais envelhecida nessa data. Também no capítulo do investimento, Portugal apresenta indicadores modestos nos anos analisados. O cenário apenas melhora no que toca à produtividade do trabalho, embora o indicador da produtividade total dos factores de produção também seja dos mais baixos.

Alguém reconhece uma política fiscal amiga da demografia e do investimento por parte deste governo ? Mais apoios aos casais jovens com filhos e ao investimento. Saíram 100 000 portugueses para a Europa em 2016 na maioria gente jovem e bem preparada . E qual é a prioridade dessa esquerda estupidamente ideológica ?

Os funcionários públicos e os pensionistas. Vamos longe .

Ranking

 

 

1- Irlanda

2- França

3- Bélgica

4- Holanda

5- Alemanha

6- Áustria

7- Espanha

8- Itália

9- Portugal

10- Grécia

Uma boa noticia - saída do "lixo" apesar da geringonça

Ou seja, Rating sobe APESAR do Costa:

“Reformas estruturais anteriores, recuperação económica cíclica e melhoria significativa nas condições de financiamento; saldo da conta corrente positivo este ano pelo quinto ano consecutivo, apesar do aumento da procura interna.”

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Paulo Baldaia : A capacidade de Portugal pagar a sua dívida não é hoje muito diferente do que era há um ano, nem há dois, nem sequer melhor do que em 2011 quando a crise das dívidas soberanas nos obrigou a pedir socorro a uma troika mal-amada. O que mudou foi a perceção de quem nos empresta dinheiro para ir fazendo a dívida circular e, por arrasto, que não ao contrário, das agências de rating.

Nem mesmo nos tempos da Troika estivemos tão mal classificados

Novos dados do Eurostat revelam que Portugal desaponta nos rankings europeus do crescimento do primeiro semestre.

A economia portuguesa é das que menos surpreendem pela positiva quando comparada com rivais como Croácia, Bulgária, Lituânia, Letónia, Eslovénia, Polónia, Roménia, República Checa ou Estónia.

Só não estaremos na cauda da UE porque há estados mais pobres que estão prestes a entrar ( os sucessos ex-socialistas). A confirmar-se o cenário traçado por Bruxelas Portugal cairá de 19º para 20º, uma posição que jamais ocupou no ranking do desenvolvimento da UE nem mesmo nos tempos da Troika.

Que o diga a República Checa, um país com 10 milhões de habitantes que era mais pobre que Portugal há uma década, mas que agora já vale 114% do PIB per capita português. E o avanço promete dilatar. Só no primeiro semestre de 2017 conseguiu impor um ritmo de crescimento três vezes superior ao português.

Claro que depois a culpa é do PEC IV... mas com o corte feito no investimento não poderia ser de outra maneira.

PS : Expresso

Acabe-se com os rankings os privados estão sempre no topo

Percebe-se bem a luta de anos que os sindicatos moveram aos rankings e às avaliações .É, que, no topo dos rankings estão sempre as escolas privadas e, agora, nos hospitais também são os que têm gestão privada que estão no topo da classificação. Ora, isto está contra a teoria.

Quem avalia são Comissões independentes, uma para as escolas outra para os hospitais . Se os estatistas tivessem força para isso acabariam com os rankings como fecharam boas escolas com contratos em associação mantendo abertas más escolas públicas.

Enquanto isso, e ao contrário do Ministro da Educação, o ministro da Saúde decidiu abrir novo concurso para a gestão privada de hospitais públicos. É, que, aos hospitais vão todos, pobres e ricos , é mais dificil afivelar o eterno argumento do ambiente sócio-económico das escolas.

O ministro da Saúde não cede ao BE e ao PCP que só confiam na gestão tipo soviética.

A escola pública acentua a desigualdade

As leituras "perversas" que os rankings permitem, segundo a Fenprof, deixariam de existir se a realidade fosse outra. Se as escolas públicas mostrassem a superioridade que as privadas confirmam ano após ano. Mas que ninguém duvide se lhes for permitido a Fenprof acaba com os rankings .

A série já conseguida de rankings durante vários anos, dá uma leitura que aperfeiçoa as inevitáveis fragilidades , como acontece aliás, com todas as séries nas avaliações. Não é possível as melhores escolas serem sempre as melhores classificadas se não fossem mesmo as melhores. E o mesmo se passa com as piores que, deveriam receber por parte do estado uma atenção que não têm.

É que os rankings arrasam, ano após ano, este sistema de ensino onde a desigualdade se mantém e acentua .Às boas escolas públicas só têm acesso os alunos que vivem ali por perto ou que arranjam forma de ter lá morada. Os outros batem sempre com o nariz na porta de escolas lotadas e, o seu inevitável destino é a má escola pública. Quem pode (tem dinheiro) escolhe uma boa escola privada. E, assim, se perpetua a desigualdade.

Mas se ao Estado competisse financiar as boas escolas públicas ou privadas, a desigualdade desaparecia paulatinamente, porque as más escolas fechavam inevitavelmente por falta de alunos.

Só há uma forma de diminuir a desigualdade entre os alunos. Que todas as escolas, públicas e privadas sejam boas. E só serão boas se fecharem as más escolas ou as aperfeiçoarem com novos modelos de organização e gestão. O resto é treta de sindicalista preocupado com ideologias "perversas" que prejudicam os alunos.

 

 

Pois não, as escolas públicas perdem

António Costa perante os resultados ( mais uma vez) diz que não se podem comparar as escolas públicas com as escolas privadas . Claro que podem e devem ser comparadas, única forma de melhorar a qualidade de todas e de dar indicações às famílias. O que não se pode é fechar as boas escolas sejam elas públicas ou privadas. E o PM vai mais longe :

"Sabermos em que escolas se concentram os melhores alunos não é o essencial, o essencial é saber quais são as escolas que permitem a qualquer criança progredir mais relativamente à bagagem que trazia de casa", esclareceu, adiantando que a missão da escola pública é "vencer a desigualdade".

"Qualquer criança que nasça em Portugal, seja em que família for, seja em que condições socioeconómicas forem, seja em que ponto do país for, tem de dispor das mesmas igualdades de oportunidades", disse.

Ora, o que António Costa não disse, é porque aqueles objectivos não podem ser alcançados com escolas de propriedade ou gestão privadas, como acontece em muitos outros sectores, como na saúde ( em que afirmou ontem que as PPP são para continuar). No interesse dos alunos, não há uma única razão para que as escolas financiadas com o dinheiro dos contribuintes sejam de propriedade e gestão públicas. Mas há uma razão ideológica . As escolas públicas são comandadas pelos sindicatos comunistas e transformadas em organizações que defendem unicamente o interesse ideológico e partidário . Paralelamente, vai-se fazendo a cabeça das crianças com a ideologia correcta. A dos burocratas que enchem os gabinetes do ministério.

António Costa falou esta semana em descentralização como sendo um objectivo estratégico para o governo em 2017. Podia começar pelas escolas entregando-as aos poderes locais, próximos dos problemas e das famílias. Só o fará se tiver coragem de enfrentar o ministro da educação que exerce há 30 anos. Mário Nogueira.

 

Fechar escolas em associação melhor classificadas é uma vergonha

O interesse dos aunos devia ser o critério base para o estado financiar as escolas. Em vez disso fecha-as. O ranking ontem dado à luz mostra-o .  É o interesse dos sindicatos fortemente ideológico que prevalece. Fecham-se boas escolas e financiam-se más escolas. Eis ao que chegamos.

"É o que sempre dissemos. Todo este processo foi feito com leviandade pedagógica. O maior interesse da criança devia ser o colégio que tem melhores resultados. Tomar decisões sem ter em conta os resultados escolares é leviano”, reage Rodrigo Queiroz e Melo, diretor executivo da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP)."

“Os colégios com contrato de associação recebem alunos com as mesmas regras dos agrupamentos públicos”, justifica Rodrigo Queiroz e Melo, acrescentando que, na próxima semana, a AEEP “vai não só olhar para a posição no ranking geral mas também olhar localmente para a alternativa pública para os pais. Talvez ainda esteja pior nessa lista”

Fechar boas escolas sejam públicas sejam privadas é uma vergonha .

Ranking das escolas - a evolução tem sido constante nos últimos três anos

Deve ser uma coincidência esta evolução positiva tanto nas escolas públicas como nas privadas. E durante o mandato de Nuno Crato o tal que os sindicalistas odiavam .

A hegemonia do setor particular e cooperativo nestes rankings volta a confirmar-se e a acentuar-se. Pelo nono ano consecutivo, não há escolas públicas nas 10 primeiras. A última a consegui-lo, no ano de 2013, foi a Escola Básica e Secundária Monte da Ola, em Viana do Castelo, que então alcançou um sensacional 9º lugar na lista geral.

Depois do "desastre" de 2013 - ano em que apenas cerca de 30% das escolas nacionais conseguiram atingir ou superar essa média -, a evolução tem sido constante nos últimos três anos. Desta vez, entre 621 estabelecimentos analisados, apenas 98 ficam abaixo dessa bitola, naquele que será um dos melhores resultados globais de sempre. As classificações mais altas também evoluíram.

Entretanto o actual ministério anda a fechar boas escolas privadas de braço dado com a Fenprof

Na Educação o governo verga-se às exigências do PCP e BE

Não é por serem públicas ou serem privadas . Como em todas as organizações, os resultados obtêm-se com organização, empenho e mérito. E estes factores têm que ser medidos comparando com outras organizações. O que é que se pode esperar desta escola atentas as condições em que opera ?

A qualidade da formação dos professores é, por toda a Europa, uma prioridade das políticas públicas de educação, devido a uma evidência consolidada em dezenas de artigos científicos e relatórios internacionais: na escola, nenhum factor tem maior influência nas aprendizagens dos alunos do que o professor. Dito de outro modo, existe uma diferença tremenda entre aprender com um bom ou com um mau professor. Por isso mesmo, tantos países elegeram a introdução de critérios exigentes no acesso à profissão de professor como o centro da sua política educativa, sendo a Finlândia o exemplo mais conhecido – os finlandeses só confiam nos melhores entre os melhores para preparar as gerações futuras nas suas escolas. A questão estratégica resume-se, portanto, de uma forma muito simples: é legítimo discordar dos moldes da prova de avaliação, mas quem o faz tem a responsabilidade de lançar alternativas. Porque é realmente imperativo ter os melhores professores possíveis nas escolas. O PS sabe-o, e daí ter introduzido a prova em 2007, mas PCP/BE recusam-no. E o que aconteceu sexta-feira, no parlamento, foi a eliminação da prova nos termos de PCP/BE, em nome da recusa dessa exigência.