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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os bolsos cheios da CGTP não param as greves

A decisão mais difícil para o governo PS já está garantida pela CGTP . A reversão da subconcessão das empresas dos transportes públicos. Mas que vimos nós ? Cercar a Assembleia da República e uma anunciada vaga de greves .

O gesto funcionou como um recado aos representantes eleitos do povo: "lembrem-se de que estamos aqui, que, se as vossas decisões nos não agradarem, cá estaremos na rua para vos contestar". É como se a vontade expressa pelo povo português nas eleições legislativas ficasse refém dos interesses corporativos das tropas do senhor Arménio Carlos.

Já se percebeu que a estratégia do senhor Arménio Carlos - estranho já o silêncio do senhor Mário Nogueira, com certeza desejoso de reeditar a miserável campanha que organizou contra Maria de Lurdes Rodrigues - é "esticar a corda", agora que o saldo financeiro das quotizações sindicais já está garantido nos bolsos da CGTP.

E Jerónimo e o Comité Central ao qual estes eternos sindicalistas pertencem, não têm nada a dizer sobre isto ?

Uma imigração de esperança

Há os progressistas que defendem uma política de fronteiras abertas na UE nada lhes interessando as consequências para os países acolhedores e para os próprios imigrantes. Depois de cá estarem, sem trabalho e a viverem do estado social europeu logo se vê. Claro que a ideia é reforçar o exército de gente desempregada e preparada para reforçar os bandos de terror. E há os que querem fechar as fronteiras não abrindo mão de uma réstea de esperança.

Mas há (pode haver) uma política europeia de imigração responsável, com os países a absorverem gente jovem e com potencialidades. Que não são um peso para a sociedade, bem pelo contrário, são úteis, contribuem para preencher as necessidades do mercado de trabalho, rejuvenescem a sociedade e projectam nos seus próprios países principios e valores que tanta falta fazem.

Há quatro/cinco atrás já esta política era defendida por quem se interessa pelo bem estar dos que nos procuram. Porque deixá-los entrar e depois vê-los definhar entregues ao alcool, pode deixar muita consciência tranquila, mas não é solução nenhuma. Entraram, agora, estão por sua conta e risco.

Os países europeus vão receber imigrantes conforme as suas necessidades  e serão encaminhados segundo quotas por forma a aliviar os países mais procurados. Com elevada esperança de encontrar trabalho digno. Estão reunidas as condições para, como tantos milhões, viverem entre nós em paz e progresso.

Perdem os terroristas e o terrorismo. Há quem esteja contra. Chamam-lhe, depreciativamente, imigração "on demand", como quem diz, "a pedido", em contrapartida à imigração sem limites e irresponsável. Podemos todos bem com isso.