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BandaLarga

as autoestradas da informação

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As traições ao desenvolvimento do interior do país

Promessas há muitas mas palavra dada não rima com palavra honrada. Disso se queixa o reitor do Politécnico da Guarda .

Os projectos prometidos para aquela cidade do interior têm sido deslocados ou não cumpridos.

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) tinha acordado colocar no Politécnico da Guarda a sua base de dados de segurança, medida que recebeu luz verde da agência europeia que inspeciona os grandes sistemas de informação da União Europeia.

Juntamente com o data center, irão para o Porto todas as ações de formação que o Instituto Politécnico da Guarda iria dar aos técnicos e inspetores do SEF, bem como a ciência que iria ser produzida nesta cidade do Interior nas áreas da engenharia relacionadas com bases de dados. Haverá maior traição ao “espírito de 2017”?

E é assim, quem não tem população não tem votos...

 

As promessas não cumpridas de António Costa

Chega sempre o momento da verdade. A narrativa era tudo a todos mas, como bem se sabia, nem a economia crescia o suficiente e os contribuintes já suportavam a maior carga fiscal de sempre.

“Aquilo que o Governo fez foi prometer aos professores uma coisa que agora não quer cumprir porque diz que não pode cumprir, mas se não pode cumprir – e eu acredito que não possa –, prometeu muito mal”, afirmou Rui Rio.

Segundo o social-democrata, “o Governo de Costa é vítima do seu próprio discurso”, pois andou a fazer propaganda sobre a situação económica portuguesa que não correspondia à realidade. “Faz esse discurso para parecer que a sua governação tem sido muito boa, mas depois confrontado com a realidade, agora em concreto com a questão dos professores ou a redução do Imposto sobre o gasóleo e sobre a gasolina, não consegue ser consequente com o discurso que faz”, disse.

Não há dinheiro para promessas

O PS vai ver o que todos vêem quando chegam ao poder. Não há dinheiro e a situação afinal é de "tanga". O PC e o BE vão fazer de conta que obtêm muitas vitórias. Uns e outros vão perceber que o poder que têm é muito menor do que pensavam. Eleições à Syriza, baralham e dão de novo.

A verdade é que, o que quer que digam, não há dinheiro para promessas. O crescimento económico é medíocre e frágil, a dívida privada é enorme e a pública ainda sobe, a banca cambaleia e os mercados externos estão incrédulos. Com uma situação assim, a severidade europeia é a menor das nossas preocupações. A austeridade nunca foi imposta por capricho comunitário, mas pelas condições de pré-falência do país. Esta é a realidade que a oposição, quem quer que seja, sempre finge ignorar, mas que se revela subitamente quando se sobe à cadeira do poder.

Confiança ?

Para lá das sondagens a que damos muita atenção há indicadores muito importantes a que é preciso dar mais atenção. Marques Mendes hoje na sua prédica semanal na SIC chamou a atenção para estes números . Os eleitores que aqui respondem e que não dão confiança às promessas feitas são os tais indecisos que umas vezes votam PSD e outras vezes votam PS. E que dão vitórias eleitorais e maiorias .

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Em letra pequenina e em rodapé

As promessas carregam em letras grandes para ficarem no ouvido mas nas notas de rodapé lá está em letra pequenina " se for possível".
Costa não perdeu tempo. Com Cavaco a insistir em acordos ao centro, o líder socialista cheirou o risco de lhe matarem a diferença e o voto útil. E começou a simplificar promessas. Para que a Função Pública - uma mancha significativa do eleitorado - não tenha dúvidas, as 40 horas de trabalho semanal voltam às 35, já em 2016. E os feriados, civis e religiosos, são repostos no mesmo ano. Não fica esquecido, obviamente, o aumento do salário mínimo. E, canto para a classe média, os escalões do IRS serão alterados, ampliando o centrão.

Mário Centeno começou devagarinho - repor gradualmente os cortes salariais (ainda que em metade do tempo do que o Governo tenciona fazê-lo); acabar progressivamente com a sobretaxa do IRS; devolver os apoios sociais aos mais pobres, a começar pelo Rendimento Social de Inserção; repor o IVA da restauração em 13% já em 2016; e, também, o corte na TSU dos trabalhadores para libertar rendimentos. Uma receita para reanimar a economia.

Tudo ou quase à conta de um buraco na Segurança Social que será reposto no futuro. Em letra pequenina e em rodapé.

Bastaram 24 horas para o PS se desdizer

Afinal aquilo de não haver mais cortes e mais aumentos de impostos e de acabar com as CES e coisas chatas parecidas é só se a economia crescer. Exactamente o que este governo anda a dizer. Quando for possível...

O ridículo foi de tal ordem e a reacção do país de tal monta que obrigou um dos economistas do PS vir publicamente repor a verdade. As medidas de Seguro, no contexto actual, são puras mentirolas  que não aguentam a mais pequena análise. Calem-no, ainda vão perder algum eurodeputado para o PC...

PS : eu já tinha avisado aqui

Umas mentirolas particularmente graves

Portas apresentou 120 medidas. Seguro 180 . As 60 medidas que separam as duas listas são particularmente graves. Até promete eliminar a TZU dos pensionistas que é coisa que não existe. O CES não é a mesma coisa. Mas o exemplo de Holland não serviu para nada. Entramos em campanha eleitoral.

"É por isso que as promessas anunciadas ontem por Seguro são particularmente graves, e nem é preciso enunciar as 80 medidas para a próxima legislatura. Basta, para isso, levar a sério promessas como o fim da Contribuição de Solidariedade, o fim da sobretaxa de IRS, a redução do IVA da restauração para 13%, a manutenção do número de funcionários públicos ou a garantia de que não haverá um novo agravamento da carga fiscal, coisa dúbia, porque isso depende do aumento de impostos, mas também do andamento da economia e até da eficiência fiscal. Somado a estas promessas, Seguro promete também cumprir o Tratado Orçamental. Ora, ‘isto' não é um projecto alternativo, não é sequer credível, é apenas um projecto eleitoral. Idêntico, aliás, ao prometido por uma anterior referência de Seguro, o presidente francês François Hollande, que, entretanto, deitou fora tudo o que prometeu."

Manter este nível de impostos é uma promessa?

Alguém avise o Tó Zé. Não estamos à espera de um governo que não aumente os impostos. Estamos sim, à espera do primeiro que desça ( reduza) os impostos. É que não aumentar é manter os impostos a este nível insustentável pelas empresas e pelas famílias. O Tó Zé está a prometer-nos o desastre, tudo o que não queremos. Já Manuel Alegre não esqueceu que Sócrates não apoiou a sua candidatura a Belém : Acusou o tratado negociado por José Sócrates de ter alterado o equilíbrio de poderes a favor dos países grandes. "Se Portugal e a Grécia mantivessem o poder de veto nunca estariam na situação em que estão agora”, rematou. Outra mentira de um camarada do partido sobre Sócrates. Mesmo assim parece que vai descer o Chiado com o Assis e o Seguro. Foi convite ?

Nunca mais - as quinze promessas de Seguro

Nem uma medida de contenção na despesa pública. Nem um só corte na administração pública. Nenhum aumento de impostos. Quem é que acredita nisto ? Quinze promessas de medidas que parecem agora óbvias mas a que nenhum governo socialista deitou mãos. Ficarei contente se defender a nossa permanência na União Europeia e no Euro e que cumpra o Tratado Orçamental. E que não  leve o país novamente para a bancarrota. Quanto a promessas "nunca mais..."