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BandaLarga

as autoestradas da informação

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As regalias ilegais de quem já é privilegiado

Os privilégios dos funcionários públicos são escandalosos quando comparados com o sector privado. Aos dias de férias foram acrescentados mais doze dias . Mas ninguém sabe de nada e ninguém é responsável .

A auditoria da Inspeção-Geral de Finanças (IGF), aprovada a 9 de fevereiro, revelou que o regulamento do horário de trabalho vigente “atribui regalias aos trabalhadores (dispensa de oito horas mensais e o gozo do dia do aniversário) não previstas na lei”, refere a nota, a que o diário teve acesso. “Esta situação traduz-se no benefício adicional de mais 12 dias anuais de não trabalho (que acrescem aos dias de férias) e tem um impacto financeiro anual superior a 47 mil euros (apenas considerando os técnicos superiores)”.

E as chefias ( uma para cada 4,5 funcionários) não foram ajustadas ao pessoal existente . Um fartar ! O contribuinte paga. E é claro que o estado não aprende nada, precisa dos votos dos seus funcionários e dos sindicatos calados .

Os privilegiados do passado e os sacrificados do futuro

Não há que saber. O estado social exige uma economia forte que sustente a distribuição. Quebrado esse elo entre gerações estamos onde estamos. Procuramos quem esteja disposto a pagar agora que não há mais subsídios nem empréstimos. "O Estado Providência exige altas taxas de crescimento continuado, nível elevado de ocupação da população em empregos com produtividade, mas também precisa de uma demografia equilibrada (para que as transferências entre gerações não impliquem a escravidão de uns em benefício dos privilégios de outros) e um efectivo controlo da despesa nas políticas sem custos para os utilizadores (para que os fornecedores desses serviços não se apropriem de rendas excessivas a coberto dos monopólios de utilidade pública). O que temos pela frente é só isto. Tornar o país viável!

A medida do que está a mais. 50 000 professores (30%) do total

O FMI chega a estes números comparando realidades próximas. Países com número semelhante de alunos têm um certo número de professores e custam X. O rácio professor/aluno, custo por aluno, resultados tudo é comparável. Não há pois nenhuma ciência especial para se chegar a estes números. A diferença é que o FMI pode dize-los porque não depende de eleições ao contrário dos governos.

E é assim para todas as actividades. Os representantes das corporações de interesses apontados, travestidos de "esquerda" rasgam as vestes e usam a suposta destruição do estado social para manterem o status. Também já estamos habituados à estratégia. São de esquerda mas são eles os "filhos dilectos do despesismo"