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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A ADSE e os privados estão em vias de retomar a convenção

É benéfico para todos. Antes de tudo para os utentes e para a liberdade de escolha. Depois para os privados que têm a procura e também para o SNS que vê a procura aliviada encurtando as listas de espera.

É completamente estúpido querer ignorar a capacidade instalada hospitalar por ser privada. Todos os que procuram os privados fazem-no por iniciativa livre, um direito numa sociedade livre e democrática. 

Ninguém trata os seus males com cegueira ideológica.

O PCP exige que o Estado faça na saúde privada o que fez no SNS

Requisição civil da saúde privada, já ! é esta a exigência que os comunistas fazem a António Costa .

Não só a requisição civil tem circunstâncias obrigatórias para ser requerida como não se percebe que, estando o SNS no estado calamitoso em que se encontra por culpa das cativações do governo ( como  afirma o PCP) se vá entregar nas mãos do autor do desastre anunciado a parte do sistema que ainda funciona.

Mas para os comunistas portugueses o racional não é para aqui chamado. Interessa a ideologia mesmo que os doentes morram em listas de espera . Faça-se pois, na saúde privada, o que se está a fazer na saúde pública.

Acabe-se com ela .

 

Há um fosso de hostilidade entre público e privado

Há cada vez mais a ideia que os trabalhadores da função pública são uma casta à parte.

Mas o fenómeno tem raízes mais fundas que vão para lá das lideranças concretas. Uma destas parece ser a ideia que se vai generalizando e que postula que a Função Pública é uma casta à parte, com privilégios intangíveis para a generalidade dos cidadãos: a segurança no emprego, as idades de reforma e a carga horária semanal são apenas alguns dos exemplos mais evidentes. Acresce que, se é certo que o problema não foi inventado por este Governo, é bom que se diga que foi muito agravado por este Governo. Na hora de redistribuir rendimentos, o mínimo que se pode dizer é que não existiu uma preocupação de equidade entre os funcionários públicos e os trabalhadores privados.

A prazo, talvez a um prazo mais curto do que imaginamos, esta incompreensão e este ressentimento encontrarão formas de expressão nas políticas públicas. Basta, aliás, perceber que são só elas que autorizam a firmeza e a rigidez de um Governo que já percebeu para que lado pende a opinião pública. O que vem aí não é bonito, mas tem responsáveis.

 

Há perguntas que não são sérias

Corre por aí um vídeo em que um médico pergunta : "porquê pagar 600,00 euros por um exame no privado se no público se paga 8,00 euros ?"

Há perguntas que não são sérias e que põem em causa a respeitabilidade de uma reportagem. Esta é uma: "porquê pagar 600 euros a um privado por um exame que custa 8 euros no público". E a pergunta não é séria porque confunde os custos que o utente paga num hospital público com os custos reais dos serviços hospitalares (muitíssimo superiores) -- para sugerir que os privados se enchem de dinheiro à conta do Estado, multiplicando quase por 100 o custo dos serviços que presta. Note-se que a discordância faz parte dos debates civilizados, é normal não estarmos todo de acordo e é igualmente normal que tenhamos visões diferentes sobre quais são as melhores formas de contribuir para o bem público na área da Saúde. Mas colocar a questão nos termos da pergunta lançada na reportagem é manipulação da informação.

PS :

Com a oferta a encolher assim os doentes ficam muito pior

Esta relação das unidades privadas que fecham se não houver acordo com a ADSE mostra bem que quem fica prejudicado são os doentes e o SNS que já está entupido mais entupido fica.

São dezenas de unidades altamente diferenciadas, que empregam milhares de médicos, enfermeiros e outros profissionais todos eles altamente diferenciados, que prestam serviços altamente diferenciados. Serão substituídos como e por quem ?

Por um SNS a rebentar pelas costuras que depende de um estado sem dinheiro para investir ? E como assegurar a liberdade de escolha um direito democrático fundamental ?

Nos países democráticos europeus estas questões não se colocam, porque tais países têm dinheiro, os cidadãos gozam de um nível de vida que nós não temos e os direitos democráticos são garantidos.

Lisboa

CUF Infante Santo
CUF Descobertas Hospital
CUF Belém Clínica
CUF Alvalade Clínica
CUF Torres Vedras Hospital
CUF Cascais Hospital
CUF Mafra Clínica
CUF Sintra Clínica
CUF São Domingos de Rana Clínica
CUF Miraflores Clínica
Hospital da Luz Lisboa
Hospital da Luz Oeiras
Hospital da Luz Torres de Lisboa
Hospital da Luz Clínica de Amadora
Hospital da Luz Clínica Lagoas Park
Hospital da Luz Clínica de Odivelas
Hospital do Mar Cuidados Especializados Lisboa
Hospital Lusíadas Lisboa
Clínica Lusíadas Parque das Nações
Clínica de Stº António
Clínica Lusíadas Sacavém

Porto

CUF Porto Hospital
CUF Porto Instituto
Hospital da Luz Arrábida
Hospital da Luz Póvoa do Varzim
Hospital da Luz Clínica de Amarante
Hospital da Luz Clínica do Porto
Hospital do Mar Cuidados Especializados Gaia
Hospital Lusíadas Porto
Clínica Lusíadas Gaia

Aveiro

CUF São João da Madeira Clínica
Hospital da Luz Aveiro
Hospital da Luz Clínica de Águeda
Hospital da Luz Clínica de Oiã

Braga

Hospital da Luz Guimarães

Coimbra

CUF Coimbra Hospital
Hospital da Luz Coimbra
Hospital da Luz Clínica de Cantanhede
Hospital da Luz Clínica de Coimbra
Hospital da Luz Clínica da Figueira da Foz

Évora

Hospital da Misericórdia de Évora

Leiria

Hospital da Luz Clínica de Pombal

Santarém

CUF Santarém Hospital

Setúbal

CUF Almada Clínica
Hospital da Luz Setúbal
CLÍDIS – Clínica de Diagnósticos de Sines
Clínica Lusíadas Almada

Viana do Castelo

Hospital da Luz Clínica de Cerveira

Vila Real

Hospital da Luz Vila Real

Viseu

CUF Viseu Hospital

Algarve

Hospital Particular do Algarve – Alvor
Hospital Particular do Algarve – Gambelas – Faro
Hospital São Camilo – Portimão
Hospital São Gonçalo de Lagos
Centro Médico Internacional – VRSA
Clínica Particular do Algarve – Guia
Clínica Particular do Algarve – Loulé
Clínica Particular Medchique – Monchique
Clínica Particular de Vilamoura
Clínica Particular SIIPEMOR – S. Brás Alportel
International Health Centres – Albufeira
Hospital Lusíadas Albufeira
Clínica Lusíadas Faro
Clínica Lusíadas Forum Algarve

Alentejo

Clínica Particular de São Teotónio
Clínica Particular de Vila Nova de Milfontes
Clínica Particular de Odemira

Madeira

Hospital da Luz Funchal
Hospital da Luz Clínica do Caniço
Madeira Medical Center
Hospital Particular da Madeira – Funchal

 

 

A CGTP e o BE a pedirem que os privados recebam os funcionários públicos

Uma ironia tremenda. O PCP , e o BE que diariamente gritam contra a saúde privada, pedem agora que a ADSE e os privados se entendam para assegurar que os funciionários públicos acedam aos hospitais privados. 

O facto é que o SNS não tem capacidade para acorrer a tudo e precisa do setor privado. A verdade é que, sem ele, a ADSE pode perder o desconto de muitos milhares de funcionários públicos, assim como o SNS perderia capacidade de resposta para as muitas milhares de cirurgias que o SNS não consegue fazer a tempo e horas. Não é concorrência, é mesmo dependência.

Assim sendo, como é que o Governo parte para um braço-de-ferro sem ter qualquer rede?

Sobre isto, só nos resta um sorriso: o de vermos a CGTP ou o Bloco a pedir gentilmente que as partes se sentem à mesa, para os funcionários públicos não deixarem de poder ir à CUF ou à Luz. Ironias da vida política.

"Os representantes da estrutura da CGTP na ADSE "manifestam a sua inteira disponibilidade para dialogar com os diferentes grupos [privados], tendo como objeto o cumprimento das convenções em vigor, as formas de pagamento das quantias resultantes das regularizações e a negociação de novas tabelas e novas convenções"

Sem privados não há ADSE

Quem paga a ADSE são os funcionários públicos individualmente. Pagam 3,5% sobre o salário o que é muito. Mas com isso ganham a liberdade de escolha. Podem escolher entre os hospitais públicos do SNS e os hospitais privados.

Enquanto cidadãos portugueses os funcionários públicos têm acesso livre e gratuito ao SNS pelo que, na prática, a ADSE abre caminho ao acesso aos hospitais privados. Sem hospitais privados não há razão para haver ADSE.

Então quem estará interessado em acabar com a ADSE ? Os funcionários públicos ? Nem pensar . Os privados ? Também não, facturam cerca de 20% do total da sua facturação. Então quem ?

A ideologia dos que querem o Estado a tomar conta de nós, destruir a propriedade privada e a iniciativa privada.

Não é Bloco de Esquerda e PCP ? E no PS também há quem faça de conta que não percebemos.

PS : o Estado não entra com dinheiro nenhum. Bem pelo contrário vê aliviada a conta no SNS de cerca 1,7 milhões de doentes

São os beneficiários da ADSE que escolhem os privados

A ADSE garante liberdade de escolha não empurra ninguém para este ou aquele privado em detrimento do SNS. A actual discussão sobre a ADSE mostra esta evidência. E, claro, se os utentes escolhem é porque têm boas razões.

Desde logo porque no SNS encontram listas de espera que nos privados não encontram. E também encontram nos privados a prestação de um bom serviço tal como no SNS . Tudo junto há mais de um milhão de funcionários públicos que escolhem os privados.

Alguma coisa contra por haver doentes que são tratados mais rapidamente nos privados e que, paralelamente, aliviam o SNS ? É bom para todos.

Agora já temos quem se mostre muito preocupado com a sobrecarga para o SNS caso os privados e a ADSE não cheguem a acordo. Seria mau para todos.

Esperemos que a prestação dos privados na oferta de serviços de saúde não volte a ser ignorada ou mesmo atacada.

O povo que escolhe os privados é quem mais ordena.

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É comovente a preocupação do BE e PS em estancar os prejuízos privados nos CTT

Como já foi claramente explicado vender os CTT foi um grande negócio para o estado. Renacionalizar os CTT é tudo o que os privados que os compraram mais desejam.

É comovente esta preocupação do PS em estancar os prejuízos dos privados que compraram os CTT e que agradeceriam aos céus a indemnização que receberiam pela nacionalização, livrando-os dos sarilhos em que se meteram. E, se tivermos em conta que, muito provavelmente, o Banco Central Europeu nunca permitiria que a parte bancária dos CTT fosse nacionalizada, apenas se nacionalizaria a parte dos CTT que dá prejuízos. Belo negócio para os privados, que receberiam uma indemnização para se verem livres dos serviços postais, que dão prejuízo, e que ficariam com os serviços financeiros para si.

Claro que a desculpa dada para a renacionalização não é resgatar os privados que investiram nos CTT. A desculpa é a preocupação com o interior. E, com certeza, alguns dos que a defendem fazem-no com a melhor das intenções. Mas o interior precisa é de serviços públicos que não estejam condenados ao desaparecimento e de investimento em coisas úteis e sustentáveis. Não de inutilidades românticas do século passado.

O PS pela voz de António Costa já veio travar a ignorância do BE .

E os doentes BE e PCP ?

Os privados na saúde representam 7 mil milhões de euros num total de cerca 17 mil milhões no total do sistema.

Ora, sabendo que a despesa total em saúde em 2017 foi de 17,3 mil milhões de euros e que, para o mesmo ano, a despesa do Estado foi de 9,9 mil milhões de euros, seria preciso cobrar mais 7 mil milhões de euros de impostos para que esta aspiração dos partidos de esquerda se concretizasse.

Portanto, antes mesmo de trazer à análise outros argumentos, como a existência de sistemas híbridos em todos os países europeus, princípios de eficiência ou de liberdade de escolha, parece tornar-se clara a inviabilidade prática desta magna ideia política que “a esquerda” demagogicamente difunde.

PS : há cerca de 1,7 milhões de cidadãos com seguro de saúde a que corresponde cerca de 4 milhões de consultas no sector privado. Se o SNS já está pelas costuras o que seria dos doentes se os hospitais públicos fossem sobrecarregados com esta procura ?

E os doentes ?