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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Maioria absoluta para Macron

Na segunda (terceira) volta das presidenciais franceses o presidente eleito tem muitas probabilidades de obter uma maioria absoluta e assim abrir caminho a um apoio parlamentar maioritário ao seu programa liberal social e pró-europeu.

Já por aí havia muito quem desejasse ardentemente que a extrema direita viesse a ser a maior força parlamentar . Vão ter que esperar apesar de sabermos que não só era o que desejavam como o seu pensamento político, no essencial, é o mesmo.

Nunca tanta gente viveu com a qualidade de vida que a União Europeia propriciou durante tanto tempo . Teve uma crise ? Nunca ninguém disse que se trata de um sistema perfeito mas os cidadãos não estão para deitar fora o menino com a água do banho. Basta olhar em volta e ver quem embala o berço dos mais miseráveis. Dos que não têm Serviço Nacional de Saúde, nem Educação, nem Segurança na Velhice e na infância. E, enquanto assim for, bem podem as carpideiras de serviço prometer os melhores dos mundos.

Em segundo lugar surgem Os Republicanos (direita), com 19%, seguidos da Frente Nacional (extrema-direita), com 18%, da França Insubmissa (Esquerda), 15%, e do Partido Socialista, 7%.

O risco da recuperação lenta da economia

Esta é a principal preocupação não só do presidente da república mas também dos empresários. Uma retoma lenta que pode perdurar até 2020.

O investimento foi sacrificado em 2016 no altar do défice o que terá consequências funestas já este ano e nos próximos. E também o emprego não crescerá o suficiente.

As empresas portuguesas olham para a desaceleração económica e para a recuperação lenta da economia portuguesa como o principal risco nacional deste ano

Engane-se quem pensa que esta é apenas uma preocupação presente. As empresas portuguesas consideram que mesmo daqui a três anos, em 2020, o risco de recuperação lenta da economia continuará a verificar-se em Portugal.

 

Carta ao Senhor Presidente da República

Excelência : 

Não ganhamos nada em ser pessimistas e derrotistas, sempre a olhar apenas para o que está mal, mas temos muito a perder por viver nesta ilusão de que a crise do início da década já passou.

A austeridade não deve ser eterna mas não é, sabe V. Exa, uma coisa dos malandros da direita que querem impor sevícias a quem "andou a gastar acima das suas possibilidades". É, de facto, uma consequência do alto endividamento mas também do fraco crescimento económico. Nesta matéria, senhor Presidente da República, não houve grandes alterações. Portugal está mais ou menos na mesma, o mundo é que está mais perigoso.

Sem mais de momento, despeço-me com grande apreço pela ligação afetiva que estabeleceu com o povo de Portugal.

O veto ao estado totalitário

O Presidente da República vetou a vontade do PCP e do BE terem os transportes urbanos totalmente estatais. Tal como fez saber que não gosta da escola pública totalmente estatal bem como o Serviço Nacional de Saúde.

Que ninguém duvide, se deixarmos, rapidamente, o país estará nas mãos dos sindicatos comunistas. E se mesmo assim não reagirmos sabemos o que nos espera. Já aconteceu nas nacionalizações em 1975 ( até uma barbearia foi estatizada) onde não houve limites.

O ex-presidente da Câmara de Lisboa, agora primeiro ministro, que nos garantiu que queria reverter os transportes urbanos para a órbita municipal vê-se agora, por força dos apoios da extrema esquerda, forçado a dar  o dito por não dito. Mais uma vez palavra dada não é palavra honrada.

Na Educação, nos muitos anos de governação socialista, nunca os contratos de associação foram rasgados ou mesmo reduzidos. Na Saúde, a complementaridade entre hospitais estatais e hospitais privados era uma vantagem com vista a optimizar a capacidade instalada a bem do doente. Os 160 000 pacientes em filas de espera para cirurgia dentro do prazo clínico razoável, aí estão para nos lembrar que serão sempre as pessoas a sofrer com as ideologias totalitárias.

É isto que devemos a António Costa e ao seu apego ao poder. A visão totalitária estatista que irá tão longe quanto a chantagem o permita. Bem andam os investidores que não metem cá dentro um tostão furado.

Dezoito por cento dos votos (PCP+BE) governam o país.

De candidato da direita e da esquerda a presidente do centro-direita

Há mudanças no discurso de Marcelo Rebelo de Sousa. Passou de candidato da esquerda do centro e da direita para presidente do centro direita. Disse-o no discurso da inauguração do aeroporto General Humberto Delgado.

As escolas com associação vão deixar sequelas. Não só porque a decisão de fechar boas escolas é marcadamente ideológica como mexe em milhares de alunos e professores. E em organizações poderosas junto das populações. 

Depois as audíveis recomendações de Bruxelas a que António Costa não dá, aparentemente, ouvidos, não podem ser desprezadas pelo presidente. Mais tarde ou mais cedo vai ter que tomar posição, aliás já ensaiada. O optimismo do primeiro ministro é irritante. À medida que a situação se degradar Marcelo não vai poder agradar a todos.

A semana agora terminada foi a mais difícil até agora para a relação entre Marcelo e Costa. Chegaram os primeiros índices económicos que são todos eles maus ou medíocres. Hoje o BdP dá conta que a actividade económica tornou a cair em Abril, já lá vão dois meses seguidos. Não basta dizer que a culpa é do ambiente internacional que é igual para todos quando, por exemplo, Espanha, mesmo sem governo porta-se muito melhor que nós.

O Presidente da República é sábio

É bom que o estado laico não feche escolas lá porque são da Igreja Católica ou de qualquer outra religião.  O estado sem sido sábio ao não atacar a Igreja Católica.

O Presidente da República disse que "a Constituição acolhe a liberdade religiosa como um dos direitos mais essenciais no seu exercício, compreendendo a liberdade de não crer, mas também a liberdade de exercitar a fé de cada qual nos termos em que ela se define, podendo abarcar o ensino, a comunicação social, a solidariedade social, a saúde - e sempre a defesa no espaço público dos mais fracos, explorados ou dependentes".

Está aí a posição do Presidente em relação ao contencioso com as escolas. Não é preciso ler nas entrelinhas porque está explícito. Não se empobreça a rede de ensino por razões ideológicas e muito menos economicistas. As primeiras estão protegidas pela Constituição e  as segundas pelo bom senso e transparência.

PCP e BE não respeitam a vontade do povo

PCP e BE não são partidos democratas. Servem-se da generosidade da Democracia para a combater. Não respeitam o povo que dizem defender.

Elas esganiçadas e eles furibundos destilam ódio de classe, embora a esmagadora maioria do povo que dizem defender não lhes reconheça classe alguma. Não respeitarem a tomada de posse do novo Presidente é mais uma prova que estamos perante gente perigosa para a nossa vida democrática.

As suas verdades absolutas, sem discussão, são um pesadelo para quem ama a liberdade e o povo a que pertence. Do Presidente à Igreja Católica, recentes alvos do seu ódio, rapidamente passariam ao ataque às liberdades mais básicas . Já contestam a liberdade de escolha da escola e dos hospitais. Reservam a ADSE para quem vota neles e um dia escolhem o cemitério adequado para última morada.

O povo que dizem defender passará então a ser um rebanho que prisioneiro no redil marxista e trotkista, estará indefeso perante os lobos que atacam pela calada da ditadura.

A mim mão me fazem que eu não deixo. Já tive quase metade da minha vida perdida em ditadura em tudo igual à que nos querem impor.