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BandaLarga

as autoestradas da informação

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É a economia, estúpidos

Não, não somos um país próspero. Vê-se nos hospitais que atiram doentes para listas de espera, nos centros de saúde que fecham e na falta de médicos e enfermeiros.E nas escolas sem professores e sem pessoal. E nos salários que não garantem uma vida digna a quem trabalha.

A culpa não é só deste governo mas é muito do PS que governa há 20 anos nos últimos 24. O partido do poder que não consegue viver sem exercer o poder, sem distribuir pelos mais chegados que lhe garantem o apoio necesssário.

E não foi há 10 anos, foi em 2019, esta semana, a mesma em que, no Parlamento, António Costa jurava a pés juntos que estava virada a página da austeridade e que vinha aí a prosperidade. Não vem. Nem a prosperidade está aí à espreita, nem a austeridade em Portugal é uma realidade ultrapassada. E a saúde é, provavelmente, o exemplo mais gritante.

Mas a política é também a arte das escolhas. Das opções que se fazem. E enquanto essas opções não passarem por uma estratégia económica que torne Portugal um país mais competitivo, com níveis de crescimento económico que tornem sustentável o papel do Estado, ninguém se devia atrever a falar num país próximo da prosperidade. Enquanto o dinheiro dos impostos não servir para termos um Serviço Nacional de Saúde digno desse nome, a austeridade não acabou.