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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Reforçar a robusta Parceria- Públido- Privada no Turismo

O Turismo representou 25% das empresas que solicitaram o lay-off .

Recordou ainda que o turismo é um setor com 400 mil postos de trabalho, mas fortemente ancorado nas PME, com 132 mil empresas, das quais 75% são empresários em nome individual.

"O setor do turismo tem crescido muito nos últimos anos graças a uma parceria público privada muito robusta. Nesta altura de crise isso aconteceu, sempre em busca de soluções. Embora muitas vezes as discussões sejam mais difíceis porque os recursos não existem como todos gostaríamos"

Sublinhou que este choque pandémico afetou profundamente o setor turístico, que tinha sido um motor da economia portuguesa, tendo em 2019 recebido 27 milhões de hóspedes. As expectativas para 2020 eram elevadas com um crescimento de 12% em janeiro, 14% em fevereiro e, depois, em abril, segundo o INE, houve uma desaceleração de cerca de 97%.

"Batemos no fundo e só há uma alternativa, é dar a volta, porque, quando se bate no fundo, qualquer melhoria que tenhamos será sempre melhor que a situação que temos atualmente", concluiu Rita Batista Marques.

O governo tenta facilitar as PPP ao contrário do que prometeu ao BE

O BE bem andou a anunciar urbi e orbi que as Parcerias-Público- Privadas (PPP) tinham acabado.Grande vitória. Mas com António Costa o que parece nem sempre é.

Bem pelo contrário o que o governo está a tentar é facilitar a constituição das PPP como forma de aliviar a falta de investimento público. O governo não tem dinheiro vai buscá-lo ao privado. É o Estado que precisa dos privados não o contrário.

Há dois dias tivemos a notícia que há uns tantos ex-governantes socialistas a contas com a Justiça por causa das PPP rodoviárias. Não são as PPP que foram constituídas arguidas. Os representantes do Estado que as negociaram é que não acautelaram os interesses de todos nós.

É bem verdade que para o BE é fácil exigir mais investimento público mesmo sabendo que o Estado não tem dinheiro. E sem investimento como vai a economia crescer ? É por isso que o governo em vez de abandonar as PPP como terá prometido ao BE tenta facilitar a sua constituição.

Os partidos que se opõem consideram que as alterações introduzidas aumentam a “opacidade” do processo e diminuem o seu escrutínio. Os partidos também criticam o facto de serem eliminados os anteriores pressupostos previstos na lei para a sua constituição.

Marcelo fala em fim de ciclo

Afinal sempre há mais PPP na Saúde

Vende-se a ideia que não há mais Parcerias- Público- Privadas de Gestão no SNS mas os concursos estão a sair.

Para o Novo Hospital de Lisboa Oriental foi lançada uma PPP para a Concepção/Construção/ Equipamento . Como o Estado não tem dinheiro avança-se com uma parceria com os privados.

Nas PPP de Gestão é difícil esconder o êxito da solução e, por isso, aí estão mais umas quantas como quem não quer a coisa.

Basicamente, trata-se de gerir um hospital público no quadro jurídico e administrativo da gestão privada. Mais flexível, mais próxima dos problemas e mais autónoma.

Só a ideologia vesga não percebe isto.

Resolução do Conselho de Ministros dá luz verde para o lançamento e adjudicação de um novo contrato de parceria público-privada

PPP do Hospital de Vila Franca de Xira mais qualidade e mais barata

A auditoria do Tribunal de Contas aponta para uma poupança de 30 milhões de euros.

 A parceria público-privada (PPP) do Hospital Vila Franca de Xira poupou ao Estado quase 30 milhões de euros, entre 2013 e 2017, face aos custos que o Estado teria, em média, se os cuidados ali prestados tivessem sido assegurados por unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) comparáveis com esta unidade.

Ainda sobre o relatório do Tribunal de Contas, entre 2012 e 2017, a PPP “permitiu aumentar substancialmente a oferta de cuidados de saúde à população, através do incremento da atividade de internamento e ambulatório, que quase duplicou, e do aumento de 76% do número de consultas externas”.

E, também, foi assim nas PPP do Hospital de Cascais e no Hospital de Braga que, face à incerteza introduzida pelo estado no de médio e longo prazo, não aceitaram a renovação do contrato tal como aconteceu no Hospital de Vila Franca de Xira.

A ideologia do PCP, do BE e de parte do PS não atende aos interesses dos doentes como está mais que demonstrado. O quadro de gestão em que se movimentam as PPP permite uma flexibilidade e uma eficácia não alcançáveis pela gestão pública.

 

O novo Hospital de Lisboa é uma estrutura com seis hospitais que vão fechar

Os hospitais centrais de Lisboa vão ser substituídos por um novo hospital. 

É uma estrutura com seis hospitais. Temos três urgências a funcionar: São José, Estefânia e Maternidade Alfredo da Costa. Imagine-se tudo isto concentrado. Em termos de produção, aumentaria no mínimo 25%. Até a gestão de recursos humanos seria diferente” .

Oito empresas chegaram a apresentar já propostas no concurso público internacional para a construção e manutenção do futuro Hospital de Lisboa Oriental.

O concurso público internacional em curso visa a conceção e construção do Hospital de Lisboa Oriental, em regime de Parceria Público-Privada nesta parte da construção e não na gestão clínica.

O valor dos terrenos assim libertos até dava para pagar o novo hospital mas o aperto orçamental tem que rapar tudo.

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As PPP são a tentação do PS e o regabofe do governo

A luta no interior do governo é sobre o investimento para o qual não há dinheiro e as PPP ( Parcerias-público-privadas) que permitem lançar as grandes obras públicas na falta de investimento público.

Foi o RU que inventou este modelo de financiamento. Os privados avançam com o dinheiro e o  Estado paga ao longo de vários anos com rendas que englobam a devolução do investimento e os respectivos juros. O RU lançou uma meia dúzia mas Portugal passa a centena.

Para já sabemos hoje que as PPP deixaram de estar sob a tutela das Finanças ( Centeno) e  passaram para as mãos da Economia ( Siza Vieira). O BE até passou a ideia que não havia mais PPP esqueceu-se foi de dizer que as "suas" PPP são as da gestão de hospitais públicos. As mais levezinhas.

Agora o governo já fez aprovar um decreto-lei que determina que as PPP são decididas caso a caso em Conselho de Ministros e que deixa cair os pressupostos de controlo anteriormente observados. BE e CDS já reagiram e querem discutir o decreto-lei na Assembleia da República tentando controlar o regabofe. Daqui a uns anos vamos ter um culpado do governo seguinte.

Mais uma festa !

PPP em roda livre

Há uma guerra surda no governo. Centeno foi trocado pelo ministro da economia. Se não há dinheiro público que Centeno possa englobar no orçamento então avançam as Parcerias-Público-Privadas (PPP) pois é para isso mesmo que elas servem. Arranjar dinheiro para investir

Está em curso uma perda de poder de Mário Centeno nas PPP, processo também conduzido por detrás dos arbustos por Pedro Siza Vieira, com o silêncio cúmplice do primeiro-ministro. Há mudanças na lei da contratação pública, há mudanças na lei orgânica do Governo, há jogos de bastidores que contornam a intervenção do ministro que tem, ou deveria ter, o poder de veto. As PPP são, como se sabe, uma fonte de risco orçamental. E vão estar em roda livre.

E o PS? Quando se lê as declarações de Carlos César ou de Ana Catarina Mendes sobre o estado da saúde, que está efetivamente doente, percebe-se que são mais recados para Centeno do que propriamente para os portugueses. Os ministros querem gastar, sobretudo neste segundo mandato, previsivelmente o último deste ciclo político, para alimentarem as corporações. Ou querem poder, para si e para terceiros, para o dia seguinte, para quando passarem ao estatuto de ex-ministros.

As PPP na saúde foram discutidas só de um ponto de vista ideológico

Que interessa ao doente se o hospital onde é tratado é público ou privado?

Gosto do SNS, mas a demora que existe em certas especialidades é difícil para as pessoas. Se a pessoa tem possibilidade, porque tem seguro de saúde, e puder recorrer aos dois sistemas, não tenho nada contra. Mas tem de haver resposta no público para as pessoas que não podem recorrer a mais nada.

Quando parti o braço e fui para o Santa Maria fui espetacularmente bem atendida, quer nas urgências quer na fisioterapia. Mas uma das minhas melhores amigas está há mais de um ano à espera de uma cirurgia na anca, em sofrimento. Há experiências muito positivas e há coisas a corrigir. Acho que o sistema tem de ser repensado.

Perdeu-se a oportunidade. Perdeu-se muito tempo à volta das PPP [parcerias público-privadas], que foram discutidas só de um ponto de vista ideológico: se eu sou de esquerda sou contra, se sou do PS sou assim-assim e se for de direita sou a favor. Ora, isto é completamente errado, acho que não vi nenhuma intervenção desapaixonada com dados estatísticos sobre o grau de satisfação dos utentes nos hospitais onde as PPP funcionaram. E as PPP nem sequer são a coisa mais importante para os utentes. Seja qual for o modelo de gestão do hospital, o que o utente quer é ser bem atendido, com rapidez, eficiência e qualidade. A saúde é uma coisa séria demais para ter estas posições extremadas

Haver ou não haver listas de espera no SNS eis a questão

A questão não é que os hospitais privados ganhem dinheiro por operarem doentes. A questão é saber se os doentes são operados no prazo medicamente aconselhável ou se vão engordar as listas de espera. Onde há gente que sofre, que vê os seus males agravarem-se. O resto é ideologia.

Esta discussão que o BE, o PCP e uma parte do PS levantam agora e aqui há muito que foi resolvida pelos serviços nacionais de saúde por essa Europa fora.Mesmo os estados ricos não podem prescindir da colaboração do investimento privado na saúde.

Em Portugal há 115 hospitais privados mais que os hospitais públicos que são 114 , ou à volta disso. Entretanto nos últimos 20 anos o estado nunca foi capaz de financiar e construir o Novo Hospital Ocidental de Lisboa, o Novo Hospital Central do Alentejo ( Évora), o novo hospital do Seixal e o novo hospital de Sintra. É natural  com uma dívida gigantesca e contas públicas desequilibradas, o Estado não tem dinheiro.

Adivinhem como é que estes hospitais vão ser construídos ? Nem mais, pelo modelo PPP ( parcerias-público-privadas).

E, é assim,  que em parceria com os hospitais privados e sociais os doentes escapam às listas de espera. E alguns deles à morte prematura como já tem acontecido. Morrer sem ser operados.

Eu não estou nada preocupado com o lucro que os hospitais privados possam ter...

Na saúde os privados não ficam excluídos

Vai haver PPP de gestão na saúde sempre que for necessário já que PPP de concepção/construção serão cada vez mais. Não é o que acontece a um Estado falido ?

O PS sublinhou, numa declaração de voto escrita, apresentada por Carlos César em nome do grupo parlamentar socialista, que a Lei de Bases agora aprovada "não é uma lei para estimular a concorrência económica entre setores prestadores de cuidados de saúde, como a que estava em vigor - é uma lei para obrigar à colaboração de todos nessa prestação".

O texto socialista insiste que o setor privado não fica excluído do Serviço Nacional de Saúde, ao reafirmar que esta "não é uma lei para inibir a iniciativa dos setores privado e social - é uma lei para afirmar a responsabilidade primordial do setor público". Aliás, César aponta que a nova legislação "não interdita o recurso a privados na gestão de unidades do SNS", mas "estimula a transparência e a prevenção de conflito de interesses e afirma claramente a preferência pela administração direta pelo Estado".