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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O governo não oferece soluções só oferece culpados

É o "populismo" que chegou ao poder. Na Hungria e na Polónia é o populismo de direita em Portugal e na Grécia temos o populismo de esquerda. No fim da política não há soluções há só culpados.

“Foi essa cultura política que levou aos problemas que todos conhecemos de BES, PT”, lembrou, argumentando que se um Governo num dia pede um favor, até com a melhor das intenções, a um acionista privado ou empresário, na semana seguinte esse empresário vai estar à porta do executivo a pedir um favor em troca.

As críticas do atual Governo sobre os atrasos na execução dos fundos comunitários mereceram também uma palavra de Poiares Maduro que assegurou que “não têm a mínima adesão com a realidade”, explicando que se existem atrasos é porque as empresas decidiram não executar todos ou parte dos seus projetos ou porque há atrasos no pagamento das faturas pelas entidades que gerem os fundos.

Colocar a estratégia à frente da realidade é isso o "populismo".

Segundo o PS o BE é populista e xenófobo

Toma e embrulha. Ana Gomes e Francisco Assis é assim que reagem à proposta de Catarina Martins para a realização de um referendo. Contra um projecto de paz e de desenvolvimento que é a UE levantam-se os populistas e os xenófobos.

É claro que somos todos contra as sanções - estúpidas e inúteis - mas não podemos reagir com  bravatas e ameaças. Temos que usar argumentos e vias democráticas para fazer valer as nossas razões.

O eurodeputado Francisco Assis disse ao “Expresso” que “é um carnaval de pura demagogia” e “um número de circo”. O ex-deputado socialista Ricardo Gonçalves - que juntamente com Assis criticou a aliança à esquerda no congresso do PS - classificou a proposta como “uma bravata que ainda afasta mais investimento, crescimento e emprego de Portugal”.

 

Os populistas estão a invadir o espaço de comunistas e socialistas

Na Grécia o Syriza cresceu à conta, principalmente, do partido socialista. Em Espanha o Podemos cresce à conta do PSOE. Em Portugal nascem partidos em confronto com a esquerda tradicional.

"Há diferenças entre Podemos e Syriza, mas um elemento em comum: ambos absorveram o eleitorado comunista e estão a conquistar o espaço político dos socialistas. Na Grécia, as primeiras vítimas foram PASOK e KKE, que em 2009 somaram mais de metade do eleitorado grego e agora têm apenas 9,5% (somados). Em Espanha, a IU ameaça implodir e o PSOE surge nas sondagens em terceiro lugar, com uma votação muito inferior aos valores tradicionais."

Em Portugal temos o BE que se pulverizou em vários novos partidos e movimentos. O PCP contenta-se com os seus 10% e a força que tem nos sindicatos e em tudo o que é "público". O PS anda a fazer de conta que não percebe o que dizem as sondagens após três anos terríveis de governação da maioria PSD/CDS. Aliás, António Costa dá mostras de desorientação como se viu na última semana mais uma vez. Passou de ex- Pasok a ex-Syriza numa só semana e já diz que não interessa ser de esquerda ou de direita.

Os Populistas têm uma situação que já não é a que era e ainda não é a que vai ser . O melhor mesmo é prometer tudo e depois logo se vê.