Ultrapassados pelos países do Leste Europeu que entraram na UE vinte anos após Portugal. O que fizeram estes países na economia para terem estes resultados ? O que é preciso fazer por cá? Proposta de mais um grupo de trabalho.
"Não podemos ficar parados à espera que todo este desastre se concretize sem fazer nada para o contrariar", alerta o Fórum para a Competitividade na nota de conjuntura de fevereiro divulgada esta terça-feira, 3 de março. O objetivo é estudar o que está a ser feito nesses países para que consigam "tão bons resultados e Portugal compare tão mal com eles".
O que há a fazer é mudar de modelo de desenvolvimento assente na intervenção do estado de que o PS é líder apoiado pela extrema esquerda.
Sem capacidade de inovação e sem novas tecnologias não há qualidade de vida. Não é por acaso que na Europa nunca tivemos desastres ecológicos, derrame de petróleo ou destruição de uma central nuclear.
Entre o negacionismo reacionário e o anticapitalismo primário, há-de haver um meio-termo civilizado na protecção do planeta. E esse meio-termo não há-de estar dependente do fim do crescimento económico, mas da reorientação do crescimento, nas políticas públicas e nas opções privadas, segundo pressupostos de sustentabilidade.
A solução para a emergência ambiental não está em refrear a criatividade natural do ser humano, nem numa demanda impossível contra o nosso egoísmo intrínseco. Está na nossa liberdade e na nossa infinita capacidade de inovação tecnológica. Determinada, é claro, pelo desejo permanente de melhorarmos a nossa condição. O que salvará o planeta é o capitalismo.
O dinheiro vai para onde ? Quais são as prioridades ? Ou será mesmo que não há dinheiro ? É mesmo pobreza?
Os 2 milhões de pobres sem serviços de saúde capazes e sem escolas irão viver toda a sua vida na pobreza, sem elevador social e, consequentemente, sem oportunidades iguais aos que podem aceder a melhores serviços ?
Não basta a existência de uma rede de ensino gratuito. É necessário que esta seja de qualidade para colocar os jovens em igualdade de concorrência no mercado do trabalho.
Um sistema de saúde gratuito, mas de qualidade duvidosa, aumenta a tendência para a procura de serviços mais onerosos, deteriorando o nível de vida.
As opções políticas esbarram inevitavelmente na escassez de recursos para as concretizar, mas no combate à pobreza, a qualidade da Educação e da Saúde deviam ser prioritárias. ( Manuela Ferreira Leite - Expresso)
Fomos pobres, somos pobres e seremos pobres a não ser que o caminho seja outro.
O combate à pobreza só será eficaz se, em vez de nos preocuparmos com o combate aos ricos, investirmos fortemente na educação ao mesmo tempo que se estimula o crescimento económico.
Só um investimento do Estado na educação, acompanhado da criação de medidas que estimulem o crescimento económico, é que permitirá arrancar Portugal à sua pobreza.
E o crescimento económico só se fará com uma economia de mercado forte porque dotada de empresas e empresários fortes, sem medo de investir e desenvolver os seus negócios, o que só pode acontecer quando a burocracia e a carga fiscal deixarem de constituir obstáculos ao desenvolvimento da economia por parte da iniciativa privada.
Leio que há, em Portugal, mais de dois milhões de pessoas em risco de pobreza e de exclusão social. A pobreza é um problema, um gigantesco e injustíssimo problema, para os que a sofrem, mas a cor da pele não o é, ou já não o é, felizmente. Do que precisamos é de melhorar a condição económica e social de todos os pobres e não de quotas ou de outras formas de “discriminação positiva” só para alguns.
Nos tempos que correm tem-se lançado mão de quase tudo para criar e acentuar de forma artificial a oposição ou a disputa entre brancos e negros. “Museu da Escravatura” versus “Museu dos Descobrimentos”, lembram-se?
Sem investimento a riqueza não cresce mas foi a opção do actual governo e dos seus apoios parlamentares. Este ano o investimento público em Portugal deverá ser o terceiro mais baixo da União Europeia. Apenas Itália e Espanha deverão registar um investimento menor.
Nos últimos 27 anos o PS foi de longe o partido que mais tempo esteve no governo . Os resultados não foram bons. O pântano de Guterres, a bancarrota de Sócrates e a pobreza de Costa não enganam e, para mais, muita gente que está hoje no poder também esteve nesses governos.
Portugal caminha para os últimos lugares na criação de riqueza entre os países da União Europeia. O PIB de 2018 é igual ao PIB de 2008 e já está a desacelerar para 1,9% em 2019. Sempre a descer até 2021 no mínimo. A falta de investimento vai fazer-se sentir nos próximos anos. A degradação dos serviços públicos e a dívida que continua a crescer não deixam dúvidas e, com estas condicionantes, manter ou reduzir o défice só à custa da elevada carga fiscal a maior de sempre. Com a geringonça ou com algo semelhante não se percebe como sair do círculo vicioso.
A falta de investimento faz-se sentir no SNS ( a actividade dos hospitais privados cresceu mais que a dos hospitais públicos e assim continuará), os professores afiam as facas para paralisarem a escola pública com greves, a ferrovia lá para 2023 terá mais comboios ( os actuais andam a deixar cair os motores) .
E o custo para o PCP do apoio ao governo com expulsão de membros históricos também não ajuda.
Depois da extraordinária recuperação da economia brasileira levada a efeito pelos governos do PT o salário mínimo no Brasil é equivalente a 225 euros. É bem verdade que é difícil para um europeu perceber a natureza da pobreza no Brasil .
Eram dois jovens engenheiros ucranianos que numa manhã apareceram aqui no largo . Vi-os descer ao inferno. Não tinham emprego e as ajudas eram poucas e estavam a terminar. No mínimo ajudá-los a voltar à terra natal mas nem isso.
Estes dois jovens foram os que mais me marcaram mas tive outras experiências igualmente desoladoras . Falei com eles, ajudei-os no possível mas os chineses têm razão. Sem cana de pesca não se apanham peixes.
Deixar entrar gente no país sem cuidar de lhes assegurar condições de uma vida digna é criminoso .Sabemos o que se passa na agricultura no Alentejo e no Algarve onde centenas de imigrantes são explorados. Nas ruas de Lisboa sem abrigos imigrantes é um ver se te avias. E sabemos como o país nunca conseguiu tirar da pobreza 10% de portugueses. E pior, há portugueses que trabalham mas nunca conseguiram sair da pobreza.
Os serviços públicos estão pior que nunca miseravelmente às mãos da frente de esquerda . Mas é esta mesma geringonça que untada de bondade abre a porta aos pobres que nos procuram descuidando o pequeno pormenor de lhes proporcionar oportunidade de usufruírem uma vida decente.
Entre dois whiskies e um arroto a esquerda dorme descansada.
Espanha nos últimos dez anos cresceu economicamente em termos agregados 31% . No mesmo período Portugal cresceu economicamente em termos agregados 7,5% . O governo anda a vender-nos como uma grande vitória um crescimento de 2,2% que já será de 1,8% em 2019 . Espanha e Portugal são vizinhos e pertencem à mesma zona economica pelo que os factores que afectam um afectam o outro.
Este é o resultado de uma política económica que corta no investimento e aumenta as cativações enquanto distribui o pouco que há pelas clientelas eleitorais.
As exportações estão em queda porque os países compradores, que são os mesmos de sempre, também já estão a travar.
Neste momento, o governo atacado por todos os lados pelos sindicatos, espera que a crise não se abata sobre o país antes das eleições pelo que em desespero procura continuar a distribuir o que tanta falta faz à economia.
O Turismo está a ser prejudicado pelos países nossos concorrentes que já saíram das situações turbulentas que afastaram boa parte dos turistas que nos procuraram .
O que é bom devemo-lo a terceiros como é o caso dos juros que, graças ao programa de compra de dívida do BCE, é agora mil milhões de euros mais baixo/ano.