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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Passos Coelho vai introduzindo os assuntos ao seu ritmo

Passos Coelho vai introduzindo na agenda os assuntos ao seu ritmo. Desta vez foi a Segurança Social . O que nos propõe a Maioria e o PS ?

"O custo de financiamento para a Segurança Social [do PS] é incomparavelmente maior ao custo do plafonamento do género do que defendemos. Para o futuro, os novos contratos têm a possibilidade de escolher a partir de um determinado nível onde fazer as contribuições. É como do dia para a noite, de um lado estamos a falar de quase quatro milhões de pensionistas que vão receber menos e do outro lado estamos a falar talvez de cem mil novos contratos que se possam originar para o futuro e que terão um impacto no financiamento muito menor", afirmou Passos na referida entrevista.

..."a introdução, para as gerações mais novas, de um limite superior para efeitos de contribuição, que em contrapartida também determinará um valor máximo para a futura pensão. Dentro desse limite, a contribuição deve obrigatoriamente destinar-se ao sistema público e, a partir desse limite, garantir a liberdade de escolha entre o sistema público e sistemas mutualistas ou privados".

A liberdade também passa por aqui

O sistema Sueco na Segurança Social

Já adoptado por numerosos países europeus incluindo a vizinha Espanha que teve tempo e coragem de fazer duas reformas desde 2007.

Há mais de dez anos, os governos portugueses perderam lamentavelmente a oportunidade de implementar o «plafonamento» decidido no último governo Guterres e um pouco mais tarde – imagine-se! – o actual líder do PS, António Costa, acusava o ministro Bagão Félix, do governo PSD+CDS, de «não ter coragem», como de facto não teve,  para regulamentar um «plafonamento» como aquele que já existia em França há mais de 50 anos e era então limitado em Espanha a 2.800€. Agora é o acusador de então que tem falta de coragem!

Há um tempo para se ganhar dinheiro e há um tempo de lazer para se viver condignamente. E com a demografia que temos e com o actual sistema não há nenhum crescimento da economia que resolva o problema da (in) sustentabilidade da Segurança Social. O resto é caça ao voto.