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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Alunos sem aulas sabem tanto como os que são ensinados ?

Deve ser por medo da chuva que os sindicatos na Educação ainda não mostraram a sua indignação em manifestações de rua. Há escolas fechadas por falta de pessoal. A redução do horário para 35 horas tem consequências e não só financeiras.

Quem acredita na tal escola pública monopolista tem aqui uma demostração do que pode vir a ser. Nos últimos vinte anos vimos os sindicatos apearem ministro após ministro fosse ele socialista ou social-democrata até conseguirem abocanhar o ministério. O pobre rapaz que está ministro julgava que bastava baixar-se para  resolver os problemas de uma escola pertença dos comunistas.

Sem apego, sem avaliação do mérito, as faltas e as baixas são o pão nosso de cada dia. O interesse dos alunos não entra na equação . Entretanto, nas escolas privadas reina o trabalho, a disciplina e o interesse dos alunos.

Depois, lá para o fim do ano, com as notas dos exames , em que as escolas privadas aparecem sempre colocadas nos lugares cimeiros, começa a ópera bufa da explicação para o mau desempenho da escola pública.

Basta, se outras razões não houvesse, não haver aulas nas escolas do estado. Quem acredita que os alunos que não têm aulas podem estar tão bem preparados como os que são ensinados ?

E eu é que sou burro ? 

Os empresários vão contratar e exportar mais

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 Os empresários vão contratar. (38,8% ). Não vão contratar nem reduzir (42,1%). Vão reduzir ( 4,9%). Não sabe (14,2%). Como se vê o emprego também está a dar a volta. São os empresários que criam postos de trabalho não são os governos. Mas António Costa em mais uma promessa diz que vai criar 49 mil empregos

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Vão exportar mais (36,1%). Vão exportar menos (1,6%). Vão exportar o mesmo ( 29,5%). Não sabe (32,8%). Quanto vai exportar António Costa ?

 

Estranha forma de acabar com o estado social

As despesas com pessoal cresceram 938,8 milhões de euros em 2014. Esta revisão em alta reflete “o reforço dos orçamentos setoriais decorrente da alteração da política remuneratória, o reforço dos programas orçamentais do Ensino Básico e Secundário e Administração Escolar e da Justiça e o reforço da verba alocada ao Ministério das Finanças para pagamento de indemnizações no âmbito do Programa de Rescisões por Mútuo Acordo – 114 milhões de euros -, decorrentes do alargamento dos programas de rescisões”. O aumento da aquisição de bens e serviços é explicado pelo reforço da verba para os contratos-programa estabelecidos com os Hospitais E.P.E., de 93 milhões de euros.

Continuar a chamar neo-liberal a este governo e a acusá-lo de querer acabar com o estado social é prova de facciosismo político. Aliás, se há lição a tirar é que tem sido pelo crescimento da economia, pela redução do desemprego  e pela baixa da taxa de juro da dívida que o déficite tem descido. Vamos lá ver o que Seguro e Costa nos trazem de novo já que o PCP quer sair da Europa numa "Jangada de Pedra"...

 

Há gente na RTP que não faz puto

O Presidente da RTP, Alberto da Ponte, diz que há gente na RTP que trabalha doze horas por dia mas há quem não faça nada. Apesar de já terem saído cerca de 200 pessoas . Aquilo que me preocupa na RTP é que continuo a ver o trigo e o joio. Continuo a ver na RTP profissionais que trabalham 13 a 14 horas por dia e continua a ver na RTP profissionais que não trabalham puto", disse Alberto da Ponte. "E isso é uma situação que tem de ser corrigida e vai ser corrigida através de uma avaliação que vai ser feita", disse o presidente da RTP.


 

Estado gasta quase tanto em juros como em pessoal

Pessoal e juros são as duas principais rubricas da despesa pública. "O Estado gastou em 2012 quase tanto com juros como com pessoal. E se os gastos com funcionários caíram, o pagamento de juros aumentou.
Segundo os dados provisórios da execução orçamental relativos ao ano passado, que foram divulgados esta quarta-feira pela Direção-Geral do Orçamento, a despesa com pessoal caiu 18,1% para 8.431,8 milhões de euros, ao passo que a despesa com juros aumentou 13,8% para 6.874,0 milhões de euros.

Baixar as taxas de juro é fundamental já que baixar a dívida é bem mais difícil.