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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O ministro afastou-se de Marcelo e Costa

Pedro Nuno Santos sabe bem que entrou em rota de colisão com António Costa. Ao dizer o que disse vai mesmo votar no candidato do PCP. Contra o PS e contra Marcelo. Qual é o ganho ?

Já tinha dito antes que " o PS nunca mais precisaria da direita para governar" ora, o que se vê, é que Costa precisou do PSD para fazer passar o orçamento. E, sim, porque este orçamento é mesmo diferente de outro orçamento apoiado pelo PCP e pelo BE.

Acredita o Pedro Nuno Santos que vai federar a esquerda reunindo à sua volta a esquerda do PS, o PCP e o BE ? Acredita que será capaz de desfazer o PS coisa que outros antes não conseguiram como Alegre ? E que com o PCP há líderes que não sejam escolhidos pelos comunistas ?

Qual é a ideia ? Já sabe que perdeu a corrida dentro do PS e entra em contra mão com "o PS onde está desde menino " ?

Um político que tem dado tão más indicações nos dossiers em que anda envolvido parece ter percebido que estava a um passo do precipício e decidiu dar um passo em frente.

Percebeu que Costa fez-lhe o que costuma fazer aos amigos puxou-lhe o TAPete ?

Um apparitchic estalinista de segunda

Pelo Rato as coisas andam feias ao contrário do que Costa quer fazer crer . Assis chama apparitchic estalinista de segunda à reacção de Pedro Nunes Santos à sua proposta de eleições antecipadas. Este secretário de estado é o tal que dizia que a dívida pública não é para pagar. Agora já mudou de opinião.

Sérgio Sousa Pinto diz que isto nada tem a ver com o socialismo nem com a história do PS .

Os ânimos socialistas subiram na última semana, depois de Assis ter dado uma entrevista a apontar para os riscos que diz ver na estabilidade política e a falar mesmo nas vantagens de eleições antecipadas. As palavras de Pedro Nuno Santos vieram em reação a estas e, desde aí, o choque em cadeia entre os socialistas ainda não parou. Na edição desta sábado do Expresso, Assis volta à carga e chama à posição de Pedro Nuno Santos “esquizofrenia política no seu mais elevado grau”. E logo pela manhã, na sua conta de facebook, Sérgio Sousa Pinto também escreveu o que pensa sobre a afirmação do secretário de Estado. Sem meias palavras, o deputado defende que “a cultura do PS, e a sua contribuição maior para a democracia portuguesa, foi a denúncia desta mundividência maniqueísta, saída da vulgata marxista, segundo a qual existe um lado certo da história, onde estaríamos solidamente instalados e acolitados por compagnons de route com projectos afins”.