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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Portugal é dos Portugueses Todos e não das Castas Centrais:

Portugal é dos Portugueses Todos e não das Castas Centrais:

Daqui do meu outonal quintal inglês, no exílio perseguido por questionar as castas centrais, um brinde ao Porto e às gentes do Norte! Aos meus queridos amigos e camaradas do norte que merecem maior respeito que o que lhes é dado (aos amigos do Sul sempre brindei também).

O Norte laborioso, industrioso, aventuroso e produtivo! O Norte cultíssimo que até a livraria mais bela do mundo tem e razão da aliança mais antiga com a Inglaterra, contida nesta taça de nectar único respeitado no mundo.

Foi do norte que os Europeus (ibéricos incluindo lusitanos romanizados, suevos, visigodos, celtas, etc.) da Península Ibérica se reuniram para a Reconquista Cristã da península contra os invasores muçulmanos vindos dos califados do norte de África.

O Reino das Astúrias incluía o que é hoje o norte de Portugal. Dos avanços e recuos da reconquista, com combates logo a partir do século VIII e intensificando-se nos séculos XI e XII, com aliados cruzados e cavaleiros vindos da França, Alemanha e Inglaterra, nasceram Portugal e outros reinos ibéricos.

Se Portugal é par entre pares da Europa Ocidental em todo o seu esplendor e valor cultural ao Norte o deve. D. Afonso Henriques tinha pai francês mas era homem do Norte! Com o reino de Portugal, do norte se fez o repovoamento europeu e o estabelecimento das antigas dioceses.

Os descobrimentos e o império também vieram do Norte! O infante D. Henrique era homem do Norte nascido no Porto, duque de Viseu, filho de rei português e princesa inglesa.

Fernão de Magalhães era também do Norte e já antes o maior defensor da pátria D. Nuno Alvares Pereira era Beirão (da terra dos meus avós em Cernache do Bonjardim).

Para quê toleramos hoje então em Portugal a incompetência moral e profissional das castas nepotistas e terceiro mundistas das cortes em Lisboa, ensimesmadas, com tiques ainda semelhantes aos califados a nomearam filhas, irmãos e mulheres para o governo e parlamento, alem de amigos dos negócios das arábias a viverem do estado?

Isto com castas bajuladoras também centrais de falsos intelectuais da corte jornalistas e acadêmicos que nada questionam e tudo da corte elogiam incluindo resultados mortais, promiscuidade total na política e preços dos mais caros do mundo, a desprezarem o Norte Europeu ocidental da verdade e do trabalho?

Para quê tolerarmos as castas centralizadas auto nomeadas, auto servidas e auto propagandeadas que só sabem endividar, gastar o nosso dinheiro dos impostos sem nada produzir e tudo consumir e decidir? Com ignorância disfarçada com arrogância. nenhuma ou pouca cultura e a fazer tudo ao contrário dos princípios básicos da boa gestão internacional ocidental.

E ainda tem o descaramento de dizer que são os melhores a gastar e a gastar mais a esconder muito do que gastam? Orçamento sempre sem reformas e só com despesas mais despesas até à próxima bancarrota e mais impostos ainda.

Na França a revolução para impedir tal centralismo despesista, atrasado já foi no século XVIII e estamos no século XXI!

Também aproveito para saudar e brindar aos amigos e gentes do Sul, não centralizado, logo a partir do distrito de Setúbal, onde em Sines, Vasco da Gama nasceu, que ainda resistem às castas que vem para Lisboa e ai se enquistam!

Os meus amigos dos territórios da maravilhosa Ordem de Santiago da Espada que vinda do Norte, se concentrou nos castelos do sul que conquistaram ou ergueram com o símbolo da concha e da Espada. Esta ordem de nação não centralizada a partir do Sul do Tejo tudo reconquistou aos mouros!

Não estamos condenados ao fatalismo das castas centrais incompetentes, sem país (quanto mais mundo!) no poder em Lisboa.