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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Jerónimo e Catarina arrependidos ?

PCP e BE já aprovaram três orçamentos e vão aprovar o quarto o de 2019 . O Presidente da República já veio avisar, se não houver orçamento aprovado avança para eleições antecipadas o que não deixa espaço para os dois partidos da extrema esquerda.

E como compatibilizar isso com a crítica à governação que vai para além do défice ? Da degradação dos serviços públicos? Das promessas não cumpridas aos funcionários públicos e pensionistas ? E a maior carga fiscal de sempre ?

"Recorde-se que BE e PCP já votaram favoravelmente não um, mas os três orçamentos do Estado de Mário Centeno; na prática, significa que passaram cheques em branco ao “Sr. Presidente do Eurogrupo”. É por isso que, quando estes dois partidos vêm criticar os cortes no investimento público, as cativações, a degradação dos serviços do Estado, as idas “para além de Bruxelas” no que toca ao défice, bem como a elevada carga fiscal, quase que parece que estão a fazer um mea culpa; e certamente que o eleitorado não interpretará o discurso de forma muito diferente."

PCP embrulha PS no "pacote da direita"

Os avanços conseguidos devem-se ao PCP e as suas limitações ao "pacote de direita" PS, PSD e CDS .

Reagindo à promulgação pelo Presidente do Orçamento do Estado, os comunistas colocam o PS no pacote dos “partidos da direita”. “Nos limites e insuficiências do Orçamento do Estado para 2018, estão bem visíveis, as opções estruturais do PS e que convergem com opções e práticas do PSD e CDS”, afirma o PCP, em comunicado, onde também insiste em que “a resposta aos problemas do país não está no regresso a um passado de agravamento da exploração e do empobrecimento, não está na continuação da política de direita seja pela via do PS, seja por via do PSD ou do CDS, seja ainda em torno de um aclamado consenso entre estes partidos que consagraria tal política”.

Isto porque segundo o PCP é preciso reforçar a votação na CDU para ir mais além. Só que como se viu nas últimas eleições o povo não quer ir mais além. E como bem diz o PCP " é o povo quem mais ordena" .

O PCP louva comunistas multimilionários

O comentário de hoje: "Sem comentários"

2017
Deputados do PCP votaram contra o voto de pesar pela morte de Belmiro de Azevedo.

PCP vota contra voto de pesar do Parlamento pela morte de Américo Amorim.

Novembro 2016
"Partido Comunista Português, expressa ao povo de Cuba, ao camarada Raúl Castro e restante família de Fidel, os sentidos pêsames e a solidariedade dos comunistas portugueses".

Jerónimo de Sousa disse:
«o PCP presta homenagem à sua excepcional figura de patriota e de revolucionário comunista evocando o exemplo de uma vida inteiramente consagrada aos ideais da liberdade, da paz e do socialismo em que, com os seus companheiros de armas, numa epopeia que passou por Moncada e pela heróica guerrilha da Sierra Maestra, libertou Cuba de uma cruel ditadura e que, enfrentando a agressão e o bloqueio dos EUA, uniu e mobilizou a energia criadora dos trabalhadores e do povo na construção de uma nova sociedade liberta da exploração e da opressão imperialista, uma sociedade socialista, solidária com a luta libertadora de todos os povos do mundo».

Março 2013
O Partido Comunista Português, expressou o seu profundos pesar pela morte de Hugo Chavez e envia condolências ao povo Venezuelano. Destacando Hugo Chavez pelo processo "progressista" dos direitos e de bem estar, e pelas conquistas revolucionárias. "Podem estar certos de contar com a solidariedade de sempre dos comunistas portugueses".

2011
O PCP expressou esta segunda-feira, através de uma nota à imprensa, as suas condolências ao povo norte-coreano e à direcção do Partido dos Trabalhadores da Coreia pelo falecimento do seu dirigente máximo Kim Jong-Il, noticia a Lusa.

PCP contra Belmiro mas a favor de ditadores multimilionários

O PCP é isto. Hoje na Assembleia da República votou contra um voto de pesar pela morte do Engº Belmiro de Azevedo no Parlamento o mesmo lugar onde vota a favor de José Eduardo dos Santos, de Maduro, Fidel Castro e outros que tais.

O problema que está na base de Portugal ser um país pobre é este sentimento de ódio contra aos homens e mulheres que têm inicativa, criam postos de trabalho e riqueza. Sentimento que não se fica só pelos comunistas.

"A Sonae está hoje presente na comunicação social, telecomunicações, retalho, desenvolvendo ao mesmo tempo, através da sua fundação, uma obra social muito assinalável nos domínios da educação, cultura e solidariedade".

António Costa tem a extrema responsabilidade de ter levado para a governação este partido bem como o BE que se absteve.

O PCP e o BE apoiam os professores ou o governo ?

Pensamento do dia:

Mais um hino à hipocrisia

O kamarada Jerónimo e a trotskista caviar Katarina, numa absoluta demonstração de hipocrisia sem vergonha, vieram hoje a publico dizer que apoiam a greve dos professores.

Se de facto apoiam as reivindicações dos professores, então porque é que votaram a favor de um Orçamento de Estado onde tais reivindicações não estão incluidas?

Se de facto estão do lado dos professores, e dado que a aprovação do OE na especialidade esta totalmente dependente dos votos do PCP e do BE, porque não dizem então ao governo que ou coloca no OE a dotação orçamental necessaria para financiar os custos do descongelamento das carreiras dos professores, ou caso o governo não o faça, votarão contra o OE?

E assim nos vão tratando como se fossemos todos uma cambada de tolos e ignorantes.

Na geringonça três menos um é igual a dois ?

Como se previa há bastante tempo o PCP anda com pressa de sair e não quer ser confundido com a "solução conjunta" . E depois de perder dez câmaras para o PS ainda tem mais pressa .

António Costa para agradar ao PCP dá-lhe tudo  enquanto puder o que inclui grandes erros como são os casos da derrama do IRC e da tributação dos recibos verdes dos profissionais independentes.

Mas são a forma do PCP deixar cada vez mais claro o seu registo até chegar às eleições legislativas ou encontrar da parte do PS um pretexto para sair airosamente . O problema é que sair equivale a derrubar o governo . O PCP está a comer as passas do Algarve e o PS anda a ver se não tem uma diarreia.

É por isso que três menos um não é igual a dois é igual a zero. Um enorme problema para o PCP e para o PS . E nessa altura o BE vai perceber a sua insignificância. É poucochinho, não chega o que não o impede de dizer que quer "um 2019 mais ambicioso". António Costa também já se descaiu a dizer no Parlamento que "PS e BE não chegam para 2019"

O que se passa em Lisboa quanto aos sentimentos profundos do PCP é mais que óbvio para não falar na sua posição em todas as câmaras que perdeu. Na capital o único vereador do BE ainda chega para fazer de conta que estão numa relação. A má notícia é que os comunistas que andam a fugir do PCP se refugiam no PS . 

Mas o BE anda mortinho para chegar ao governo . O que é uma má notícia para o PS é uma boa notícia para o BE e, no caminho, o PCP regressa ao lugar de onde nunca devia ter saído.

 

O preço da derrota autárquica do PCP

O IRC vai ser alargado de 7% para 9% e é o preço da derrota autárquica do PCP e do BE.

Bem pode o ministro da Economia dizer que são apenas algumas empresas. É verdade. Serão algumas dezenas, as empresas que lucram mais de 35 milhões de euros por ano e que vão pagar cerca de 30% de IRC. Mas não nos iludamos. Este é o número que empresários e gestores conferem quando decidem onde fazer investimentos. Porque a atracção de investimento produtivo dirige-se a grandes projectos, daqueles com dimensão suficiente para optar entre Portugal ou a Hungria, entre a Espanha ou a Roménia. Já agora, olhemos para algumas das taxas de IRC na Europa (já nem é preciso falar dos 12,5% da Irlanda): Hungria, 9%; Chipre, 13%; Lituânia, 15%; Polónia e República Checa, 19%; Reino Unido, 20%.

Dizer que o aumento de IRC é apenas para um pequeno conjunto de empresas sem acrescentar que esse pequeno conjunto é precisamente o alvo da mítica atracção de projectos de investimento é não contar a verdade toda.

O PCP deseja um governo PS/BE

É cada vez maior o incómodo do PCP em pertencer "à solução conjunta" e o resultado das autárquicas intensificou as exigências. Entre críticas ao governo por causa dos incêndios e as greves o PCP já está a preparar o retorno à sua natureza de partido de protesto.

Sobre a possibilidade de o partido vir a integrar um futuro Governo do PS, o líder do PCP considera que existem "problemas objetivos", como as posições do PS sobre a União Europeia e o euro, que "a não serem alterados, removidos" impedem esse cenário e chama a atenção que, "tanto os setores da direita política como da direita económica", parecem preferir quadros ou de maioria absoluta do PS ou de uma aliança entre socialistas e bloquistas, sem o PCP.

E quem é que ousa considerar que o PS alguma vez coloque em cima da mesa as suas posições sobre a União Europeia e o euro ? O PCP sabe-o melhor  que ninguém e por isso já navega águas que sabe não serem suas. Deixar o barco é agora a sua maior ambição mas não quer saltar fora sem antes obter o maior benefício possível para as suas exigências. 

As eleições sejam ou não antecipadas dar-lhe-ão o pretexto razoável para não ser responsabilizado pelo abandono.

As razões das moções de censura apresentadas por PCP e BE

Claro que nenhuma delas é "aproveitamento político " ou "truque grotesto" como é agora a apresentada pelo CDS. Isso dança ao sabor da música dos grandes detentores da verdade. Os que se atribuem coerência e ética superiores a todos os outros.

"Não vale a pena dirigir a questão ao PCP e ao BE que, respectivamente, qualificam a iniciativa de “aproveitamento político” e de “truque grotesco”. Não vale a pena porque os registos da Assembleia da República permitem-nos averiguar aquilo que, efectivamente, estes partidos consideram de gravidade política suficiente para justificar a pertinência de uma moção de censura. Nos últimos 10 anos (2008-2017), o PCP apresentou 6 moções de censura, uma das quais através do PEV – 2008, 2010, 2012 (Junho), 2012 (Outubro), 2013, 2014. O que as justificou? As ofensivas brutais “contra o valor dos salários” (2012), o “ataque brutal aos direitos dos trabalhadores” (2008), “a destruição da vida de tantos portugueses” (2012) e o “sentimento popular de rejeição da política de direita” (2014). Nesse mesmo período, o BE apresentou 3 moções de censura – 2008, 2011, 2012. O que as justificou? A “defesa das gerações sacrificadas” (2011), a recusa do “Tratado Orçamental” (2008) e o “direito aos salários e às pensões” (2012).

Claro que arder metade do país e morrerem 110 pessoas não justifica nenhuma moção de censura. Basta comparar com as razões apresentadas por PCP e BE.

António Costa, primeiro-ministro de Lisboa

António Costa desde os catorze anos que anda na política entre o Terreiro do Paço e S. Bento. Não conhece o país. Após dois anos de governação a realidade está aí para quem quer ver. Não há uma só reforma.

Quando olhamos para os seus dois anos como primeiro-ministro, aquilo que vemos é uma gestão política confinada ao eixo Terreiro do Paço-São Bento, com incursões pontuais a Bruxelas. O Governo leva muito mais tempo a reunir-se com o Bloco e com o PCP do que a pensar no futuro de Portugal, até porque as grandes reformas estão bloqueadas à esquerda. A chamada “geringonça” é uma máquina carente de assistência técnica permanente, pelo que não é de espantar que quando o país real telefona para São Bento a linha esteja ocupada. Não são só os bombeiros e a GNR que não conseguem contactar a Protecção Civil – o Portugal profundo também não consegue falar com o primeiro-ministro.