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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Mortágua patroa, Mortágua modista

A Mortágua patroa aprova o orçamento que corta investimento, a Mortágua modista critica a falta de barcos na travessia do Tejo. Não há barcos à venda no mercado diz António Costa sabendo nós que os estaleiros de Viana do Castelo estão de vento em popa . E há mais estaleiros em Portugal.

A Mortágua patroa aprova o orçamento que cativa verbas cada vez maiores em vários sectores como a saúde, a Mortágua modista apoia a greve dos enfermeiros. Talvez a mana apoie os doentes, digo eu...

Parte significativa dos recursos libertados pela dieta da troika, a descida dos juros e a recuperação da economia foram canalizados para reverter os cortes salariais na administração pública e a tributação extraordinária das pensões mais elevadas, assim como para reduzir o horário de trabalho – equivalente a um aumento salarial. Ao mesmo tempo escolhemos, ou escolheu a maioria, sem nos darmos conta ou sem nos avisarem, as cativações de despesa e o adiamento de investimentos em cima de adiamentos que datam, pelo menos, do início da crise em 2008.

Lágrimas de crocodilo...

Joana R. Mortágua, Heitor de Sousa e Ernesto Ferraz estiveram esta manhã na estação fluvial do Seixal para “exigir investimento” nos transportes do Tejo em situação de colapso devido a supressão de carreiras.

Uma machadada enorme na economia

Os patrões acusam o governo de ter dado uma enorme machadada na economia com medidas e decisões ideológicas.

A economia no 1º trimestre não foi nada de 1,1% o que já era mau. Foi bem pior (0,8%) o que torna praticamente impossível atingir o objectivo orçamental de 1,8% . O Plano B, o tal que não existia, é mais do que certo .

"Em nome das suas alianças com os radicais de esquerda que não gostam das empresas e dos empresários, o Governo deu uma machadada enorme na economia portuguesa".

A culpa é do investimento e das exportações e só o consumo interno dá um contributo positivo. Tudo como os analistas anteciparam e António Costa não quis ouvir.

Portugal é a par com a Grécia o país que menos cresce .Razão tinha Costa quando visitou aquele país encostando-os definitivamente . PCP e BE estão satisfeitos já somos como a Grécia.

Se a CGTP tivesse que pagar a coisa fiava mais fino

Os patrões vão propor um salário mínimo inferior aos 530 euros. Calcularam o salário mínimo a propor a partir da produtividade e da inflação. Não podem pagar mais. Já se sabe que a existência de um salário mínimo tem vantagens e inconvenientes. Um dos principais problemas é contribuir para aumentar o desemprego. Os patrões que não podem pagar o salário mínimo oficial vão à falência ou não contratam mais pessoal .

Quem não tem que pagar salários até paga mais dizem que são a favor dos trabalhadores. Eu por mim acho que a favor dos trabalhadores são os países da Europa onde o salário mínimo anda acima dos mil euros e o desemprego é residual. Esses sim, são amigos de quem trabalha. Por cá é só garganta para não falharem as quotas dos sindicalizados . 

Depois havendo salário mínimo quem estiver disposto a trabalhar por menos não o pode fazer. Esta é uma razão para o desemprego jovem. O salário mínimo não é uma questão de justiça é uma questão de racionalidade económica. Todos nós estamos a favor de salários melhores mas, é preciso primeiro ter uma economia sem o garrote do estado e dos impostos, inovadora e capaz de produzir e ser competitiva.

A verdade é que não crescemos há quinze anos e os anos que aí vêm não prometem melhor.

 

 

Aumentos salariais em 2015

Patrões tomam a iniciativa de repor o poder de compra dos trabalhadores com aumentos salariais bem acima da taxa da inflação. As indústrias do calçado e do vestuário e confeções são apenas dois exemplos de sectores que fecharam negociações ainda no final do ano passado, com subidas salariais de 3,3% e 3,8%, respetivamente, retroativas a outubro, face a tabelas que se encontravam inalteradas desde 2011. Mas também na hotelaria do Algarve e no comércio da região se firmaram aumentos médios de 2% e, no comércio do distrito do Porto, o acréscimo é de 3%, para referir apenas alguns dos mais representativos.

Por outro lado, os funcionários públicos começam a ver repostos parte dos cortes salariais de que tinham sido alvo durante a crise, estando desde janeiro já a receber 20% do que lhes tinha sido tirado.

 

Os patrões manifestam-se na rua

Em França são os patrões das pequenas e médias empresas que se manifestam na rua contra a asfixia da iniciativa privada. "Made in France? Até os cadeados são chineses", foi uma das palavras de ordem dos patrões franceses que prometem continuar a sair para as ruas em protesto contra 30 anos de orientação política que, acusam, "aprisionou" a economia e sufocou a iniciativa privada com uma "acumulação de impostos, taxas, restrições e sanções".  

O Estado não pode "matar a galinha dos ovos de ouro". Não haverá estado social se a iniciativa privada colapsar, se deixar de criar riqueza e postos de trabalho. E, como já se viu, em tantos exemplos concretos, não é o estado que consegue substituir a iniciativa dos cidadãos. Onde isso aconteceu instalou-se o empobrecimento e a perda da liberdade.

Os patrões não desarmam e iniciativas semelhantes vão repetir-se até 10 de Dezembro, dia em que Emmanuel Macron, o ministro da Economia, deverá apresentar propostas de lei com vista a estimular o investimento e o emprego. As empresas queixam-se de que o discurso do Governo favorável ao empreendedorismo tarda em traduzir-se em iniciativas concretas.

Até os patrões precisam de ordem do Estado para aumentar os empregados!!!

Os patrões não podem aumentar os seus empregados sem ordem do governo? Desde quando? Mas se preciso fosse, para demonstrar até onde vai a nefasta influência do estado, este exemplo tiraria as dúvidas a quem as tivesse. Estamos transformados num país de funcionários.

Manda em tudo e em todos . Depois andamos a berrar que nos vai às contas bancárias sem  autorização, como o ladrão a coberto da noite. Já faltou mais para nos entrar pela casa dentro.

Mas há quem defenda o reforço do poder do "monstro". 

"No artigo referido - Todos Filhos de Rousseau - mostrava, com dois exemplos, como entre nós o comportamento do Estado para com os cidadãos é praticamente igual seja qual for a cor do Governo de ocasião, precisamente por que esse comportamento é muito mais determinado pela transversalidade da cultura do que pela ideologia dos partidos governantes."

Salário mínimo - que tem o governo a ver com isto?

Patrões e sindicatos estão de acordo quanto ao aumento do salário mínimo, levando em conta a especificidade dos sectores económicos. É caso para perguntar. O que falta para ser levado à prática? Ultrapassar o memorando do acordo entre o governo e a Troika .

As confederações patronais e sindicais mostraram abertura para chegar a um acordo que permita aumentar o salário mínimo nacional (SMN) já em 2013.

No final de uma reunião da Comissão Permanente de Concertação Social, os parceiros alinharam o discurso, com o objectivo de pressionar o Governo a renegociar o memorando de entendimento, que impede o aumento do SMN até 2014.

Se é assim qual é a ideia da Troika? Que o consumo interno não cresça mesmo sabendo que a este nível todo o salário é dirigido para as despesas de primeira necessidade? E que não terá nenhum efeito nas importações mas que será benéfico para um grande número de PMEs ?

Patrões exigem corte na despesa pública e fim da austeridade

A sociedade civil tem que ser exigente e convincente. Acabou o tempo de falar, chegou o tempo de fazer. Este é o momento em que temos de pedir ao Governo uma intervenção de urgência para que garanta o corte na despesa pública e não aplique mais medidas de austeridade. A sociedade civil tem ser exigente e intransigente com a adopção de medidas que estimulem a economia interna”.

Referendo na Suiça limita salários dos patrões - o povo é quem mais ordena!

Nos países democráticos a crise tem consequências. Na Suiça  passou a existir um limite para salários excessivos dos patrões e gestores. E se há para estes então,vai estender-se aos accionistas. A regulação dos mercados é fundamental e está a fazer o seu caminho. Milhões de pessoas não podem estar ao dispor da ganância de alguns. Nos US o Presidente Obama luta contra a extrema direita para impor regras . A UE está a percorrer o mesmo caminho .

Cá não vemos um ataque sério às rendas excessivas concedidas pelo estado às empresas do regime. É tempo!

Os eleitores suíços aprovaram neste domingo, em referendo, a adopção de medidas legislativas para controlar os salários dos conselhos de administração.

Segundo os resultados avançados pelas agências internacionais AFP e Reuters, o "sim" ganhou com 67,9% dos votos. Isto significa que o Governo, que se declarou contra a iniciativa, deverá agora redigir um projecto de lei que respeite as disposições do texto referendado e depois levá-lo ao Parlamento para ser aprovado. Na contabilidade final das urnas, 1,6 milhões de eleitores disseram sim à legislação, ao passo que 792 mil votaram não.