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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Pode ter a certeza, Mariana

Há muito que a guerra tinha acabado. Portugal andou em guerra com Castela 400 anos. Agora são vizinhos e amigos. No centro da Europa é o que se sabe. Agora convivem uns com os outros. E é o que vai acontecer entre Israel e a Palestina. Podem os seus amigos extremistas lançarem o rancor todo de que são capazes. Tal como Israel lançar todos os seus  mísseis. Mas uma coisa é certa. Nem os Judeus voltam para as câmaras ainda quentes do holocausto nem os palestinianos serão deitados ao mar. Eu sei que não percebe Mariana, mas é assim.

 

 

 

Dois estados única solução realista

O que sempre esteve ao alcance da compreensão de todos. Nem os Israelitas podem ser encaminhados para os fornos ainda quentes do holocausto nem os palestinianos podem ser deitados ao mar. Dois estados resultantes de cedências mútuas e a viver em boa vizinhança afinal o que mais vezes aconteceu em todo o mundo. A paciência dos americanos está a esgotar-se e são cada vez mais as vozes a favor da solução "dois estados". A não ser assim, Israel pode tornar-se um estado com um sistema "apartheid", com cidadãos de primeira e de segunda.

A criação de dois Estados é a única solução realista. Porque um Estado unitário vai acabar por ser ou um Estado de apartheid, com cidadãos de segunda classe, ou um Estado que vai destruir a capacidade de Israel de ser um Estado judeu", declarou Kerry, segundo o Daily Beast.

O termo 'apartheid' refere-se ao sistema social segregacionista que vigorou na África do Sul, entre 1948 e 1994. "Com este cenário no espírito (...) deve-se compreender o quão imperativo é chegar a uma solução de dois Estados" . Mais uma vez vai ser a concórdia e o bem senso a ganhar sobre os extremismos de um lado e outro.

 

Israel não está a contribuir para a paz

Expandir os colonatos não é a melhor forma de ajudar às negociações sobre a paz com a Palestina. Dizer que qualquer país não tem que pedir autorização para construir no seu território deita por terra qualquer hipótese de paz.

"Israel está deliberadamente a enviar uma mensagem aos Estados Unidos e ao resto do mundo, dizendo que vai continuar a roubar mais território, a construir mais colonatos e a destruir a solução de dois Estados, independentemente de qualquer tentativa para se iniciar negociações", disse à BBC Hanan Ashrawi, que foi porta-voz da delegação palestiniana para o processo de paz no Médio Oriente no início da década de 1990.

"É uma política extremamente perigosa. Se não for controlada, vai levar de certeza a mais conflitos e à destruição de qualquer hipótese de paz"

 

 


Maioria dos Israelitas aprova acordo de paz

O povo na sua imensa sabedoria vai resolver o que os políticos não conseguem fazer. A paz com o seu vizinho Palestiniano. Não pode ser de outra forma. Dois estados independentes a viver lado a lado. Como todos os outros países. O que é impossível  é que se atire com o povo Palestiniano para o mar e os Israelitas para o que resta dos fornos. Como defendem os extremistas de todas as matizes manipulados como sempre pelos interesses geoestratégicos dos países da região e não só.
Cerca de 55% dos inquiridos apoia que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu alcance um acordo de paz, contra 25% que se opõe à ideia, e 20% de indecisos, de acordo com o estudo do jornal israelita.
Entre os 55% que votaria um acordo de paz, 39% apoiaria qualquer acordo proposto por Netanyahu e 16% provavelmente aprovaria tal plano.

 

 


Dois estados : Israel e Palestina

Obama reafirmou o direito dos dois povos viverem em liberdade e em paz. Duas nações, dois estados. Dois vizinhos. Não há outra solução. 

Vejo esta visita como uma oportunidade para reafirmar a ligação inquebrável entre as nossas nações, para declarar o firme compromisso da América com a segurança de Israel e para falar directamente ao povo de Israel e aos seus vizinhos", afirmou Obama.

No dia seguinte, no final de uma reunião com Mahmmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana, Obama criticou a política de colonatos de Israel, "que impede a paz de avançar". "A possibilidade de uma solução de dois Estados, Israel e Palestina, continua a existir", afirmou.

Os encontros de Barack Obama e do seu secretário de Estado, John Kerry, com os líderes israelita e palestiniano são vistos como a origem da decisão de desbloquear o pagamento de impostos à Autoridade Palestiniana. Na sua visita a Israel, Obama disse que espera ver "passos dados por palestinianos e israelitas para construir uma confiança que possa levar a uma paz.

 

 


Israel e Palestina - dois estados

No dia 29 de Novembro de 1947 o Estado de Israel foi criado por uma guerra; em 29 de Novembro de 2012 o estado da Palestina poderá nascer da paz. Hoje a Palestina ganha o estatuto de "observador", no dia em que há 65 anos nasceu o estado de Israel. Dois estados independentes. Com a elevação da Palestina ao estatuto de "não membro" na ONU fica reconhecido, tacitamente, o estado de Israel pelos Palestinianos. Um dia histórico.
Entretanto, não passaram dois dias e Israel já está ao ataque agora não com armas mas com os colonatos, três mil de uma só vez.  Claro que isto vai ter resposta reiniciando-se o circulo infernal.
Os US exigem que se volte à mesa das negociações directas entre Israel e Palestinianos, tendo votado contra o estatuto de "observador" da palestina na ONU, não quer deixar que o assunto seja partilhado por mais de cento e noventa estados representados . O controlo é mais dificil.
Mas tudo indica que os dois povos estão condenados a entenderem-se. Dois estados independentes e vizinhos, não há outra forma de resolver a questão. Não é crível que se deite o povo palestino ao mar nem que os Judeus voltem para os fornos.


Israel e Palestina - dois estados

No dia 29 de Novembro de 1947 o Estado de Israel foi criado por uma guerra; em 29 de Novembro de 2012 o estado da Palestina poderá nascer da paz. Hoje a Palestina ganha o estatuto de "observador", no dia em que há 65 anos nasceu o estado de Israel. Dois estados independentes. Com a elevação da Palestina ao estatuto de "não membro" na ONU fica reconhecido, tacitamente, o estado de Israel pelos Palestinianos. Um dia histórico.
Entretanto, não passaram dois dias e Israel já está ao ataque agora não com armas mas com os colonatos, três mil de uma só vez.  Claro que isto vai ter resposta reiniciando-se o circulo infernal.
Os US exigem que se volte à mesa das negociações directas entre Israel e Palestinianos, tendo votado contra o estatuto de "observador" da palestina na ONU, não quer deixar que o assunto seja partilhado por mais de cento e noventa estados representados . O controlo é mais dificil.
Mas tudo indica que os dois povos estão condenados a entenderem-se. Dois estados independentes e vizinhos, não há outra forma de resolver a questão. Não é crível que se deite o povo palestino ao mar nem que os Judeus voltem para os fornos.