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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Um passo de gigante - Zona Euro com orçamento

Os passos a dar são dificeis mas  necessários . Um dos mais importantes é dotar a Zona Euro com Capacidade Orçamental. Não se trata de juntar mais um orçamento aos já existentes orçamentos sectoriais de coesão.

O debate entre os ministros das Finanças do Eurogrupo não evoluiu ainda para a fase em que se discute o montante global para esse novo orçamento da zona euro, que estará disponível para reduzir disparidades entre Estados membros, apoiar reformas estruturais e aumentar a produtividade e a “atractividade de pertencer à zona euro”

Na mesma sessão, o comissário europeu para os Assuntos Económicos e Financeiros, Pierre Moscovici, considerou que além da promoção da convergência e competitividade, o orçamento da zona euro deve também conter uma “dimensão de estabilização”, que garanta a resiliência e estabilidade da zona euro, protegendo os Estados membros de choques assimétricos.

“É preciso um verdadeiro orçamento da zona euro que seja mais do que um instrumento orçamental e não esqueça nenhuma dimensão, nomeadamente de estabilização."

A Zona Euro desenvolve-se e estabiliza fazendo ela própria o caminho

Seguro de desemprego previsto no orçamento da União Europeia

A UE segue o caminho traçado resultante das óbvias dificuldades com que se confrontou na recente crise. Agora avança uma proposta para que o futuro orçamento da UE preveja um seguro de desemprego para cobrir as falhas nacionais.

Não pode acontecer que um país da UE se veja obrigado a cortar o subsídio de desemprego devido ao aumento dos números do desemprego numa crise da qual não tem a culpa .

O orçamento europeu a médio prazo prevê dois instrumentos.

O primeiro, de 25 mil milhões de euros, destina-se a financiar programas de ajudas estruturais, enquanto o segundo, de 30 mil milhões, financia um mecanismo de resposta a impactos assimétricos e externos. Este segundo instrumento financeiro poderia contribuir para “amortecer crises económicas repentinas causadas por desenvolvimentos externos e, assim, a voltar a assegurar a nível europeu os sistemas de segurança social nacionais”, segundo as declarações hoje avançadas pela publicação.

Mais um passo gigantesco !

Mortágua patroa, Mortágua modista

A Mortágua patroa aprova o orçamento que corta investimento, a Mortágua modista critica a falta de barcos na travessia do Tejo. Não há barcos à venda no mercado diz António Costa sabendo nós que os estaleiros de Viana do Castelo estão de vento em popa . E há mais estaleiros em Portugal.

A Mortágua patroa aprova o orçamento que cativa verbas cada vez maiores em vários sectores como a saúde, a Mortágua modista apoia a greve dos enfermeiros. Talvez a mana apoie os doentes, digo eu...

Parte significativa dos recursos libertados pela dieta da troika, a descida dos juros e a recuperação da economia foram canalizados para reverter os cortes salariais na administração pública e a tributação extraordinária das pensões mais elevadas, assim como para reduzir o horário de trabalho – equivalente a um aumento salarial. Ao mesmo tempo escolhemos, ou escolheu a maioria, sem nos darmos conta ou sem nos avisarem, as cativações de despesa e o adiamento de investimentos em cima de adiamentos que datam, pelo menos, do início da crise em 2008.

Lágrimas de crocodilo...

Joana R. Mortágua, Heitor de Sousa e Ernesto Ferraz estiveram esta manhã na estação fluvial do Seixal para “exigir investimento” nos transportes do Tejo em situação de colapso devido a supressão de carreiras.

A actual discussão orçamental é o sinal que a geringonça morreu

Terminadas as reversões de rendimentos já nada há em comum entre os partidos da actual solução conjunta. As mil propostas de mudança( montam a 5 mil milhões de euros) ao Orçamento inicial mostra bem que o governo vai governar com um orçamento que não é o seu ou, então, que governa com o seu orçamento dando por terminada a actual maioria parlamentar.

O arranjo inédito a quem poucos auguravam uma vida longa sobrevive, mas este último orçamento é um orçamento já em esforço: as negociações prévias que viabilizaram os orçamentos anteriores já não foram suficientes para encontrar o equilíbrio político necessário, e por isso se assiste à formação, quase medida a medida, de consensos negativos entre direita e esquerda parlamentares, muitas vezes ao arrepio da vontade expressa do Governo.

A campanha eleitoral vai ser mais brava que nunca . Tão amigos que eles eram.

 

Com os professores o resultado foi o mesmo

Volta sempre ao mesmo. Não há dinheiro, há mais tempo mas não mais dinheiro.

Ou seja, no próximo orçamento haverá uma norma igual à que existia no orçamento deste ano, que não garante nada além de que haverá uma negociação. Os professores têm assim uma nova oportunidade de voltar a negociar com o Governo, que já tinha aprovado um decreto-lei que contabiliza apenas dois anos e noves meses de tempo de serviço dos mais de 9 anos que os sindicatos exigem, mas que ainda não foi promulgado.

As negociações não obrigam o Governo a ceder mais perante os professores. Se as negociações recomeçarem, a única garantia que os professores têm é que esta progressão chegará mais tarde.

A gestão orçamental deste governo é uma imensa fraude

Nos próprios números das finanças as cativações vão chegar aos 2 000 milhões mais do que  no governo de Passos Coelho. Não é por acaso que a saúde está em polvorosa, a educação está em greve, bem como os comboios e os juízes e morre gente nos fogos e nas estradas que colapsam.

O problema, para além da deterioração dos serviços públicos, é que a economia este ano já não cresce o previsto e para o ano ainda vai crescer menos. Vamos ver como diz o ceguinho. 

A certidão de óbito de uma estratégia falida, aprova uma coisa mas executa outra com a concordância do PCP e do BE.

“É preciso que as pessoas entendam isso, é que o OE quando tem um número elevado de cativações acaba por ele próprio ser uma mentira porque é aprovado um OE no parlamento, mas, depois, o Governo executa daquilo o que lhe apetece, não executa tudo”, afirmou Rui Rio, em Braga, comentando a notícia do Diário de Notícias que contabilizava as cativações feitas pelo atual Governo, que atingiram os 2. 000 milhões em três anos."

PCP e BE curvaram-se à realidade

Com o quarto orçamento aprovado e com os objectivos da União Europeia tendencialmente cumpridos o governo PS vergou os seus parceiros parlamentares à realidade .

Uma solução menos fácil, mas que era a preferida pelos líderes da PàF e pelo Presidente da República da altura, era ter um governo “pafiano” com o apoio do PS, que até poderia estar representado no governo. Esta solução, apesar de preferida, seria a pior possível. Com grande probabilidade, grande parte do eleitorado do PS sentir-se-ia traído e procuraria alternativas à esquerda. O Bloco de Esquerda não perderia a oportunidade de se tornar ainda mais populista para captar os votos dos descontentes. Tal como aconteceu em vários outros países, havia o risco de o Partido Socialista implodir. Sendo o PS um dos pilares da nossa democracia, as consequências seriam imprevisíveis.

António Costa domesticou o principal foco de populismo em Portugal, o Bloco de Esquerda, transformando-o num partido institucional. Daqueles que se curvam perante a realidade. Ou seja, politicamente, a geringonça não se limitou a cumprir o que prometeu: fez bem mais do que isso.

O BE diz que a crise que aí vem é inevitável

Mariana Mortágua na discussão do Orçamento disse que a próxima crise é inevitável e que, por isso, é fundamental preparar os serviços públicos, investindo . Isto traduzido, o que a deputada bloquista propõe é que se gaste mais em despesa pública.

O governo ao contrário tem-se preparado para a próxima crise reduzindo o défice e a dívida . Faz bem mas as medidas usadas é que são más. Aumenta a despesa pública para a pagar aumenta a carga fiscal sobre as famílias e as empresas.

Preparar o país para a próxima crise implicaria por a economia a crescer pelo menos 3% como acontece com vários países europeus e por essa via reduzir o défice e a dívida . E também assim criar mais emprego bem remunerado ( e não só o emprego afecto ao turismo), mais receita sem aumentar a carga fiscal e mais receitas para a Segurança Social.

Ao invés Centeno faz cativações da despesa de serviços fundamentais como na Educação e na Saúde e não consegue baixar a enorme carga fiscal de Vitor Gaspar.

Quando vier a crise o país não tem almofadas para se proteger . Mariana Mortágua disse-o com todas as letras porque sabe que o crescimento da economia é poucochinho e já está a decrescer.   

 

Os milhares de milhões que o Orçamento encobre

A despesa pública é cada vez maior e a carga fiscal é a maior de sempre. Nas costas dos portugueses há milhares de milhões que são entregues às grandes empresas e grupos económicos.

O Orçamento do Estado (OE) foi entregue no Parlamento, apresentado publicamente; mas muitas das suas principais medidas continuam ocultas da opinião pública. Mais uma vez, em 2019, os grandes grupos económicos irão ser favorecidos com milhares de milhões, numa dimensão que ninguém imagina. Em participações de capital irão ser enterrados milhares de milhões, sem benefícios directos para os cidadãos, e em quantias nunca antes atingidas.

Um orçamento fake

Há mais 590 milhões de despesa que não estão no orçamento mas estão nos relatórios anexos o que indicia que vão ser retidos . O défice é assim 0,5% e não 0,2 % .

A assunção de valores diferentes para o saldo global nos documentos de política do Ministério das Finanças (relatório e projeto de plano orçamental) indicia a disposição política de executar menos 590 M€ do que o orçamento ora proposto à Assembleia da República”, afirmam os técnicos.

E, é claro, que não haverá orçamento rectificativo. Fake news...