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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Mais 19 hospitais privados que se juntam aos 114 existentes

Para quem quer ver, a realidade hospitalar nacional é mais que clara. Se não houvesse procura - e os portugueses procuram livremente- os privados não responderiam com mais oferta.

Para os administradores ​​​​​​​hospitalares, estes números são sinal da confiança que se vive no setor privado, em parte por causa da descrença no serviço público.

"Isto quer dizer desde logo que há aqui uma procura. Naturalmente os investimentos começaram a ser feitos nas grandes cidades, em Lisboa e depois no Porto. Mas de facto também têm sido feitos investimentos noutros pontos do país - Madeira, Açores, Vila Real, Viseu", refere o presidente da Associação da Portuguesa de Hospitalização Privada.

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Com a oferta a encolher assim os doentes ficam muito pior

Esta relação das unidades privadas que fecham se não houver acordo com a ADSE mostra bem que quem fica prejudicado são os doentes e o SNS que já está entupido mais entupido fica.

São dezenas de unidades altamente diferenciadas, que empregam milhares de médicos, enfermeiros e outros profissionais todos eles altamente diferenciados, que prestam serviços altamente diferenciados. Serão substituídos como e por quem ?

Por um SNS a rebentar pelas costuras que depende de um estado sem dinheiro para investir ? E como assegurar a liberdade de escolha um direito democrático fundamental ?

Nos países democráticos europeus estas questões não se colocam, porque tais países têm dinheiro, os cidadãos gozam de um nível de vida que nós não temos e os direitos democráticos são garantidos.

Lisboa

CUF Infante Santo
CUF Descobertas Hospital
CUF Belém Clínica
CUF Alvalade Clínica
CUF Torres Vedras Hospital
CUF Cascais Hospital
CUF Mafra Clínica
CUF Sintra Clínica
CUF São Domingos de Rana Clínica
CUF Miraflores Clínica
Hospital da Luz Lisboa
Hospital da Luz Oeiras
Hospital da Luz Torres de Lisboa
Hospital da Luz Clínica de Amadora
Hospital da Luz Clínica Lagoas Park
Hospital da Luz Clínica de Odivelas
Hospital do Mar Cuidados Especializados Lisboa
Hospital Lusíadas Lisboa
Clínica Lusíadas Parque das Nações
Clínica de Stº António
Clínica Lusíadas Sacavém

Porto

CUF Porto Hospital
CUF Porto Instituto
Hospital da Luz Arrábida
Hospital da Luz Póvoa do Varzim
Hospital da Luz Clínica de Amarante
Hospital da Luz Clínica do Porto
Hospital do Mar Cuidados Especializados Gaia
Hospital Lusíadas Porto
Clínica Lusíadas Gaia

Aveiro

CUF São João da Madeira Clínica
Hospital da Luz Aveiro
Hospital da Luz Clínica de Águeda
Hospital da Luz Clínica de Oiã

Braga

Hospital da Luz Guimarães

Coimbra

CUF Coimbra Hospital
Hospital da Luz Coimbra
Hospital da Luz Clínica de Cantanhede
Hospital da Luz Clínica de Coimbra
Hospital da Luz Clínica da Figueira da Foz

Évora

Hospital da Misericórdia de Évora

Leiria

Hospital da Luz Clínica de Pombal

Santarém

CUF Santarém Hospital

Setúbal

CUF Almada Clínica
Hospital da Luz Setúbal
CLÍDIS – Clínica de Diagnósticos de Sines
Clínica Lusíadas Almada

Viana do Castelo

Hospital da Luz Clínica de Cerveira

Vila Real

Hospital da Luz Vila Real

Viseu

CUF Viseu Hospital

Algarve

Hospital Particular do Algarve – Alvor
Hospital Particular do Algarve – Gambelas – Faro
Hospital São Camilo – Portimão
Hospital São Gonçalo de Lagos
Centro Médico Internacional – VRSA
Clínica Particular do Algarve – Guia
Clínica Particular do Algarve – Loulé
Clínica Particular Medchique – Monchique
Clínica Particular de Vilamoura
Clínica Particular SIIPEMOR – S. Brás Alportel
International Health Centres – Albufeira
Hospital Lusíadas Albufeira
Clínica Lusíadas Faro
Clínica Lusíadas Forum Algarve

Alentejo

Clínica Particular de São Teotónio
Clínica Particular de Vila Nova de Milfontes
Clínica Particular de Odemira

Madeira

Hospital da Luz Funchal
Hospital da Luz Clínica do Caniço
Madeira Medical Center
Hospital Particular da Madeira – Funchal

 

 

Cinco soluções para a habitação sem aumento de impostos

Para controlar a especulação ( para usar o soundbyte do PCP e do BE ) é preciso aumentar a oferta de casas para vender e arrendar. Aqui estão cinco maneiras de aumentar a oferta sem ser necessário "ir buscar o dinheiro onde ele está" ( ao nosso bolso )

1 - Via verde do licenciamento de habitação. É essencial começar por fazer um levantamento de quantos (milhares de) fogos aguardam licenciamento de construção e reabilitação e qual o prazo médio .

2- Urbanizar os “baldios”. É totalmente absurdo a quantidade de terrenos desocupados dentro do concelho de Lisboa (sobretudo na zona oriental), ainda hoje, quando há mais de meio século que as pessoas têm sido empurradas para longe do centro.

3 - Reabilitar as ruínas e gavetos. Continua a haver um número absurdamente elevado de prédios em ruínas há décadas, para além de espaços vazios onde antes havia edifícios, entretanto demolidos.

4 - Realojar quarteis.Há hoje ainda demasiados quartéis em zonas demasiado nobres da cidade, que não desempenham qualquer função militar relevante (poderiam estar ali ou noutra zona qualquer do distrito) e sem grande valor arquitectónico.

5 - Realojar serviços públicos. Há imensos serviços públicos que ocupam espaços desnecessariamente caros, que poderiam perfeitamente, e com enorme vantagem, mudar-se para outras localizações dentro da área metropolitana de Lisboa, poupando milhões aos cofres do Estado e disponibilizando espaços para habitação dentro da cidade.

Nunca houve tantas obras de reabilitação de casas

A actual lei do arrendamento mexeu na procura de tal forma que, apesar de nunca ter havido tantas obras de reabilitação de prédios em Lisboa e Porto, a oferta não chega. Foi o que bastou para surgirem as habituais contestações a tudo o que funciona bem.

O importante é isto: nos últimos anos, começou-se a criar um mercado de arrendamento. Esse mercado é ainda incipiente, não funciona para todos, e está a ser perturbado, em áreas limitadas, por uma procura inesperada. Mas concedam-lhe uma oportunidade para amadurecer e equilibrar-se. Há problemas? Não façam mais leis, criem apoios. Se for verdade que a Câmara Municipal de Lisboa tem “1600 casas de habitação social fechadas”, muitas delas “emparedadas”, podem começar por aí. Porque um novo congelamento, seja qual for a sua forma e alcance, só pode ter os mesmos efeitos funestos dos anteriores.

É que não é boa ideia ter senhorios pobres com inquilinos ricos.

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De Fev a Dez/ 2013 foram criados 120 000 postos de trabalho

Há alguns argumentos que podem ser utilizados para rebater esta afirmação. Mas o argumento que foi utilizado pela CGTP é o mais estúpido de todos. A criação liquida foi só de 22 000 postos de trabalho (estendendo o período em análise para Jan em que ainda se perderam 98 000 postos de trabalho).

Sabemos todos que nestas discussões políticas há sempre formas de fazer passar uma mensagem que seja menos agradável. Mas nós, os que pagamos tudo isto, devíamos saber distinguir o "trigo do joio".

A partir de Fev/2013 a economia começou a crescer, puxada pelas exportações e pelo consumo interno. Isto só é possível porque há uma "capacidade produtiva instalada potencial" que rapidamente respondeu às necessidades. E, paralelamente, há actividades ( como os sapatos) que começaram a colher os frutos da viragem iniciada há alguns anos. Com melhor tecnologia e inovação o país recuperou mercados externos. As duas coisas juntas explicam os 120 000 postos de trabalho recuperados em tão pouco tempo.

Até Jan/2013 com a economia a decrescer as empresas aproveitaram para se ajustarem, abrindo falência ou reduzindo pessoal. No seu lugar outras estão a nascer com mais e melhor equipamento e novos produtos, para aproveitar o crescimento da procura interna, da Europa e dos países mais desenvolvidos.

Portugal oferece oportunidades de negócios que dificilmente se repetirão. Um regresso sem complicações aos mercados e a estabilidade do euro  atrairão forte  investimento, porque os activos portugueses estão muito desvalorizados. Como diz o optimista do "Expresso" é possível que 2014 seja bastante melhor que o esperado.

 

O Hospital de Todos-os-Santos fecha sete velhos hospitais

Vai ser retomado o processo de reestruturação da oferta hospitalar no centro de Lisboa, com a abertura do novo hospital Oriental - De Todos-os-Santos ( nome do hospital existente na actual Praça da Figueira e que ruiu com o terramoto, tendo em sua substituição sido aberto o de S. José).

O novo hospital vai ter 800 camas que substituirão as actuais 2200 existentes nos sete hospitais que irão fechar (O futuro Hospital de Lisboa Oriental deverá abrir em 2016 e receber as principais valências e serviços dos hospitais de São José, Santa Marta, Curry Cabral, Estefânia, Capuchos, Desterro e a Maternidade Alfredo da Costa.)

Poupanças de milhões de euros/ano, melhoria da qualidade e acessos mais fáceis. Levou vinte anos a fazer o caminho mas parece que é desta.