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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Afinal os professores não são os parentes pobres da função pública

E ainda bem, porque assim sendo quer dizer que os governos têm apostado na Educação. Mas os professores criticam os resultados da OCDE

A menos que... a menos que estas críticas se façam sentir num momento em que os professores se preparam para enfrentar o Governo numa luta laboral que ameaça a estabilidade do início do ano escolar. Os sindicatos sabem que uma batalha dessa dimensão só se ganha com o apoio da opinião pública. Ora, os cidadãos terão dificuldade em entender a justeza dessa luta, se souberem que os docentes são relativamente bem pagos e se suspeitarem que as suas exigências são incomportáveis para as finanças públicas. Saber que os professores ganham relativamente bem é sinal de que o país aposta na sua educação. Esticar a corda num contexto como o que a OCDE colocou em cima da mesa pode gerar danos de imagem que os professores vão ter de avaliar com muito cuidado.

Professores com média de bons salários e menos horas de trabalho

Desta vez é a OCDE 

"Ao contrário de quase todos os outros países da OCDE, os professores portugueses, do pré-escolar ao ensino secundário, ganham mais do que outros trabalhadores com educação terciária [ensino superior]", diz o relatório, precisando que esta diferença "varia de 35% a mais no 3.º ciclo para 50% a mais no pré-escolar". Os diretores também são referidos, com a OCDE a concluir que estes "ganham o dobro do que os trabalhadores com o ensino superior ganham em média".

Refira-se que o relatório não afirma que os professores portugueses ganham mais do que os seus colegas de outros países. De resto, a mesma organização já produziu documentos que concluem precisamente o contrário, sobretudo quando se trata dos primeiros anos de profissão. O que a OCDE está a dizer é que, considerando a realidade nacional, os salários dos professores podem ser considerados acima da média.

PS : professores explicam 25% da despesa com progressões

Professores portugueses estão entre os mais bem pagos da OCDE

Ao contrário do que nos querem fazer crer .

O ministério de Mário Centeno tirou uma fotografia às remunerações dos professores e quis comparar com a que é captada noutros países. Analisando os salários dos professores do ensino básico e do ensino secundário com 15 anos de experiência e o salário médio praticado em cada país, o Ministério das Finanças calcula que Portugal tem o 3.º e 4.º mais altos salários de professores no grupo de países para a OCDE para professores ensino básico e secundário, respetivamente, diz fonte governamental.

Nos dois casos, os salários dos professores equivalem a 1,5 vezes mais do que o salário médio do conjunto da economia. Os dados usados pelo Governo são da OCDE e referem-se aos anos de 2015 e 2016.

OCDE : economia não anda e políticas não deixam andar

défice vai fazendo o seu caminho com mais ou menos medidas positivas mas a economia vai perder gaz já em 2018 . Não há retoma forte segundo a OCDE .

O clube dos países mais ricos refere que a economia portuguesa, sobretudo as empresas, continuará com problemas graves de acesso ao financiamento e que isso vai penalizar o investimento, que voltará a crescer pouco, mesmo com fundos europeus a entrarem no país. Depois de ter caído 0,1% no ano passado, o volume de capital fixo deve expandir-se 6,5% neste ano, mas em 2018 o ritmo volta a fraquejar, para 2,3%.

Sem investimento e sem política orçamental expansionista ( como querem o PC e o BE ) que colocariam em perigo a sustentabilidade orçamental, a economia não terá uma retoma forte pondo em causa a criação de emprego e o pagamento da dívida . Um círculo vicioso de onde não se vê saída sem correr sérios riscos de agravamento da situação .

As exportações estão em alta como estão há vários anos beneficiando da melhoria generalizada da economia mundial. Vamos ter que esperar pela maré alta já que sozinhos não vamos lá .

A OCDE não surfa a onda do optimismo

A OCDE avisa com caldos de galinha. Isto não é sustentável e o seu indicador para Portugal recua pelo sétimo mês consecutivo.

O indicador que dá uma avaliação qualitativa indica para Portugal um valor abaixo dos 100 enquanto a zona euro permanece acima dos 100 . Sinaliza assim que a economia em Portugal pode derrapar no prazo de seis a nove meses.

E a tão cantada redução do desempro afinal mantém-nos nos 10,1% acima do propagandeado pelo governo anuncia o INE.

Há duas semanas atrás as agências de notação financeira não mexeram na avaliação do risco da dívida mantendo-nos no "lixo" e dependentes do ventilador DBRS, única a que nos mantém ligados à máquina do BCE.

Parece que lá fora não vão no irritante optimismo do primeiro ministro. Já foi assim no tempo de Sócrates, já tínhamos batido contra a parede e ainda havia quem rezasse pelo PEC IV...

Há quem vá a pé a Fátima... 

A OCDE está louca ou este crescimento é um logro ?

A OCDE diz que a economia está a cair nas expectativas dos agentes económicos mas a economia está a crescer .

Estamos a cometer os mesmos erros do passado, a economia cresce baseada no crédito ao consumo em vez do rendimento não é sustentável. É o próprio governo que o confirma ao prever uma queda já em 2018 .

Com condições excepcionais, petróleo barato, crescimento na zona euro, euro competitivo, as importações crescem mais que as exportações .E a dívida cresce.

Como é que a economia pode crescer sustentadamente sem investimento ? Não pode. Assim o governo não incentive o investimento privado vamos perder mais uma oportunidade e o investimento público está no mais baixo de sempre.

O país com a folga obtida no défice devia reduzir a dívida e não aumentar salários e pensões mas as eleições e os apoios á esquerda não deixam.

Como o arrefecimento que a OCDE prevê se vai dar lá para o fim do ano tem pouco impacto em 2017 mas, a bomba relógio que está a ser montada pode explodir a qualquer momento.

No melhor pano cai a nódoa

A Zona Euro está a atravessar o melhor momento na economia depois da crise. Apesar disso a actividade económica em Portugal pode desacelerar ou mesmo contrair nos próximos seis a nove meses segundo a OCDE. E é nisto que andamos quando não se tomam medidas estruturais e os parceiros do governo exigem despesa pública .

Depois da reversão de várias medidas tomadas pelo governo anterior o governo corre atrás do prejuízo.

nódoa.jpg

 

E que tal extinguir a OCDE ?

Rui Mendes Ferreira

Pensamento do dia: "Eutanásia, campo de concentração, forno crematório, ou deportação para o Hotel Gulag, uma estância balnear de 5 estrelas na Sibéria, para toda a malta da OCDE. JÁ!"

Tenho por mim, que a OCDE, hoje mesmo, acabou de entrar no livrinho negro das nossas esquerdas, onde já há algum tempo, também constam os nomes do Conselho de Finanças Públicas, da Teodora, do Medina, e o de António Barreto.

A OCDE acaba de publicar um relatório sobre uma série de indicadores económicos do nosso país, relativos ao mês de Janeiro. Segundo revelam os números, Janeiro de 2017 , foi o mais baixo desde 2013.

Agora é só ficarmos a aguardar, e vermos quem irá a aparecer primeiro a malhar ou até mesmo a exigir a imediata extinção da OCDE.

Irá ser o kamarada Galamba, o Tiago, ou a Mortágua?

Só não os ameaçaram ainda, que retiram o salário e o emprego a quem teve o atrevimento de escrever tal relatório, porque com o Louçã no Banco de Portugal, quer o PCP quer a malta do BE, agora também acalentam colocar lá um seu embaixador.

Um país incompreendido

A OCDE não compreende as políticas implementadas em Portugal tal como todas as outras instituições financeiras internacionais.

Mário Centeno referia-se ao relatório da OCDE sobre a economia portuguesa que foi hoje divulgado e em que a organização refere que, tendo em conta o "baixo crescimento", mas também um salário mínimo mais elevado e a continuação da rigidez do mercado de trabalho, a queda do desemprego seja "muito mais lenta do que nos últimos dois anos" e que "é provável que o desemprego continue nos dois dígitos, entre os mais altos da União Europeia".

Reconhecendo a OCDE que o desemprego tem estado a cair, alerta que continua em "níveis desconfortavelmente elevados", nos 10,5%, uma proporção que é de 26,1% entre os jovens.

Cá estamos nós novamente com o passo certo e todos os outros com o passo errado . Somos, verdadeiramente, um país incompreendido. 

A OCDE , a extrema esquerda e a Cornucópia

A OCDE diz que as reformas laborais do governo de Passos Coelho estão a mostrar-se favoráveis à economia e ao emprego. Ora o BE e o PCP querem reverter essas reformas. O PS , o PSD e o CDS vão deixar que essa reversão aconteça ou vão fazer uma frente que a impeça ? E que posição tomar face a anunciada campanha do PCP sobre a saída do Euro ? E quanto à renegociação da dívida exigida pelo BE ?

Está a chegar o tempo das decisões para os partidos que apoiam o governo . PCP e BE são fortemente minoritários não parece que se possam tomar decisões decisivas contra a esmagadora maioria da sociedade. Quem ceder vai pagar fortemente nas urnas como já se está a ver com o PS a comer as intenções de voto que PCP e BE estão a perder.

Os cenários parecem ser três a) o PS obtém maioria absoluta e avança para eleições antecipadas b) PCP e BE rompem o acordo com a justificação que não podem continuar a apoiar um governo de direita ( como Jerónimo já o anda a crismar) c) Marcelo, perante o possível impasse, lidera uma solução até ao fim do mandato, tendo em vista conseguir consensos alargados para os grandes problemas nacionais que, sozinhos, os partidos já mostraram não conseguir .

Após um ano de governo os grandes e decisivos problemas mantêm-se . O investimento caiu de forma abrupta; a economia não cresce para o previsto e fica-se pela metade ; as taxas de juro subiram vários pontos em relação a Espanha e Itália e a sua trajectória é preocupantemente ascendente, tocando nos 4% ; o país continua na dependência das agências de rating bem como em relação ao programa de compra de dívida do BCE ; o alívio da dívida não se faz contra os credores e, ao contrário, não dessa de subir ; a contenção da despesa está a ser feita à custa do investimento .

Ora, todas estas questões que empurram o país para o empobrecimento, não têm solução com a actual composição governativa. E, não se vê, como os partidos se vão por de acordo sem romperem com os seus principais pilares ideológicos por muito que sobre o pragmatismo e o prazer do poder.

Acresce que PCP e BE estão a inundar a administração pública de simpatizantes seus. Quando esse poder estiver instalado não haverá mais razões estratégicas para engolir sapos.

Marcelo vai distribuir cada vez mais afectos como ainda agora fez no caso da Cornucópia .