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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O resultado desse governo foi a bancarrota, a ruína do país .

Aquelas obras públicas faustosas poderiam ser fruto apenas de uma mente doentiamente soberba ? Não,  o “PS tem responsabilidade política sobre tudo o que se passou nesse período”, pois o “resultado desse governo foi a bancarrota, a ruína do país”.

Sobre o tema corrupção, Ferreira Leite admite que nunca pensou que as PPP pudessem incorrer em algum tipo de ilegalidade. “Achava que era irresponsabilidade, eleitoralismo, incompetência e até uma megalomania doentia. Mas nunca me atravessou o espírito que houvesse qualquer ilegalidade ou corrupção”, admitiu, considerando que a corrupção “não se combate, evita-se avaliando profundamente aquelas que são as consequências das decisões”.

Novamente as obras públicas ?

António Costa diz que as reformas estruturais o arrepiam só de ouvir falar delas. Claro que o arrepiam, é preciso enfrentar gente poderosa e interesses instalados . E as sondagens dizem-lhe que basta reverter salários e pensões .

É sempre assim por cá , basta um alívio pequeno que seja e voltamos ao mesmo.

Consensos. Esses sim seriam importantes. E ainda que a solução governativa possa ser considerada uma evolução saudável da democracia portuguesa, a incapacidade para fazer acordos duradouros a longo prazo em áreas prioritárias são reveladores de imaturidade. António Costa pede-os, mas é só retórica.

 

Sem grandes obras do regime o PS não goza nada

Aí estão novamente as grandes obras de betão. O novo aeroporto e o porto de águas profundas do outro lado em Almada estão a ser colocadas em cima da mesa como quem não quer a coisa.

Temos Setúbal , Sines e Lisboa ? Não interessa nada, é preciso construir um porto em Almada e trazer as mercadorias em ferrovia para Lisboa . E os terrenos a libertar ali no porto de Lisboa são tão apetitosos para construir mais uns quantos prédios de luxo com vista para o mar.

E o aeroporto, não serve o Portela mais Montijo, pode lá ser, já está tudo construído não dá gozo nenhum . Novo aeroporto já, seja onde for. Pagam a TAP e a ANA que não querem o novo aeroporto, preferem o Portela mais Montijo. Mas isso é um problema deles.

Com o país ainda a respirar mal, com uma situação financeira muito difícil , os socialistas já não escondem o apetite por grandes obras. Esperemos que as autoridades europeias não desatem os cordões à bolsa .

Os lobbies que querem o Novo Terminal de Contentores do Barreiro são exatamente os mesmos que estão a pressionar para que o Aeroporto de Lisboa na Portela não seja rapidamente ajudado pela abertura do aeroporto militar de Rio Frio ao tráfego civil, para receber os voos low-cost. Esses lobbies continuam a pressionar para que seja feito um novo grande aeroporto internacional em Alcochete ou em qualquer outro lado, desde que seja grande e custe muito dinheiro. São os mesmos lobbies que impediram o Metropolitano de chegar ao aeroporto de Lisboa durante muitas décadas. Os seus agentes deviam ser levados a tribunal para responder pelos graves danos provocados ao país.

Santana Lopes em campanha para a câmara de Lisboa

campanha está a desenvolver-se à frente de todos. Agora já não há dúvidas que o PSD está todo com Santana Lopes. É preciso ver como se comportam as sondagens. Se forem simpáticas o nome está lançado e o próprio aceitará.

O Presidente da Câmara - um tal de Medina - que não ganhou nenhuma eleição, anda a lançar obras por toda a cidade. Sim, também está em campanha. O PS também anda a analisar as sondagens mas é mais difícil não apoiar o presidente em exercício.

Cristas já fez o seu trabalho. Está disponível e obrigou o PSD a definir-se. Se a direita não ganhar a culpa é toda do partido social-democrata.

É, claro, que Santana Lopes não tem pressa, é Provedor da Misericórdia, uma instituição com braços compridos que chega longe e a muitos lugares mesmo a nível nacional. Se o Presidente da Câmara em exercício pode apresentar obra o Provedor não pode menos. Com a vantagem de não ter que dar uns nós cegos no trânsito da cidade e chatear os Lisboetas votantes. Com estas trapalhadas, a última das quais no concurso para adjudicação da obra mais emblemática, todos se vão lembrar do túnel do Marquês. Feio mas útil.

Daí a Santana Lopes é um atalho.

 

Cheira a obras cheira a eleições

Quando alguns milhões de turistas invadem Lisboa, no verão, a câmara vira a cidade num estaleiro. As eleições autárquicas falam mais alto e 2017 está aí à porta. O Rossio e o Terreiro do Paço estiveram anos em obras, sempre no verão, escondendo fachadas de edifícios e fontanários.

Agora vamos ter o pandemónio no Saldanha uma das principais entradas da cidade. Mas parece que vamos ganhar setes lugares a mais de parqueamento. Nada mau.

Há uma série de artérias fechadas ao trânsito um pouco por toda a cidade .A ano e meio das eleições autárquicas, andar em Lisboa vai sendo cada vez mais difícil. Antes mesmo de começarem as obras de requalificação da Segunda Circular e do eixo Picoas/Campo Grande, duas das vias críticas para o trânsito na cidade, a câmara continua num frenesim de obras um pouco por todo o lado. Ontem, o município avançou mais umas tantas ruas que vão ter obras durante pelo menos três meses.

E o Saldanha vai ficar assim :

saldanha.jpg

 

 

A fugir dos governos de Sócrates

Começou a debandada. António Costa nunca foi tão longe na tentativa de se afastar das políticas dos governos de Sócrates assentes em grandes obras públicas . Agora culpa a Coligação PSD/CDS de encostar o programa do PS a 2011. Grandes obras públicas, gastar impostos, subsídios e empréstimos para acabar na bancarrota.

É tarde . O PS nunca teve a coragem politica de se demarcar, pelo contrário, logo após a vitória de Costa sobre Seguro, o que vimos foi Ferro Rodrigues gritar que o PS voltaria aos mesmos princípios de sempre. E na Assembleia da República, as primeiras filas da bancada estavam cheias de figuras próximas de Sócrates.

Esta não é a primeira vez que o líder socialista tenta a demarcação de uma governação assente em grandes obras, mas esta foi a vez que mais ao detalhe foi no distanciamento de uma linha de governação que diz rejeitar e que tem estado na linha de fogo da coligação. “Faz toda a diferença ter não o Estado a puxar pela economia, mas o Estado puxar pelo saneamento das finanças públicas”.

É tarde . O que este governo tem feito é mesmo tirar o estado da economia e sanear as finanças públicas, contra a oposição feroz do PS, do PCP e do BE.

José Sócrates já confessou

Confessou que recebeu milhões de euros de um amigo a quem, enquanto primeiro ministro, adjudicou centenas de milhões em obras para o estado. Chama-lhe empréstimos. Alguém acredita ?  

Já do ponto de vista individual, será que José Sócrates acredita que é possível os portugueses acreditarem que é normal uma pessoa adulta – independentemente de ter sido ou não primeiro-ministro – viver à custa do dinheiro que lhe é dado por um amigo? Será que José Sócrates acredita que é normal que os portugueses acreditem que é normal um homem feito receber de um amigo milhares e milhares de euros em dinheiro vivo, em notas, que usa para si e que aparentemente redistribui por uma parentela de familiares, ex-parentes e conhecidos?

Será que José Sócrates acredita que é normal que os portugueses levem a sério a tese de que é um preso político? Nos dados conhecidos do processo, há indícios de que esteve alguma vez em causa sequer um crime de delito de opinião? Qual a acusação política de que foi alvo? A suspeita não é de fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais e corrupção passiva para acto ilícito? Será normal um adulto na posse das suas faculdades normais acreditar que é possível que alguém leve a sério e acredite na tese de que está a ser politicamente perseguido ao ser investigado por crimes como os que José Sócrates é suspeito ?

António Costa e camaradas têm toda a razão em não quererem Sócrates no centro da campanha eleitoral. É que nem eles acreditam .

A obra pública essencial está de volta

Quem alguma vez pensou que, por uns tempos, o investimento seria carreado para a produção de bens essenciais, bem pode tirar o cavalinho da chuva. Um elevador externo à ponte 25 de Abril já está aprovado. Com 70 metros de altura e lá dentro uma exposição.

É bem de ver que tal obra é fundamental para as nossas vidas e para o enriquecimento de Lisboa.  Então, não é verdade, que basta viajar de comboio na ponte, uma vez para cá e outra vez para lá para se ver tudo o que o elevador nos vai mostrar? Ou mesmo de carro se não for a guiar . Vê-se tudinho . Então do Castelo e dos diversos jardins panorâmicos sobre Lisboa nem se fala.                                                                                                          

Mas também é claro que sem obras públicas fundamentais para a nossa felicidade ninguém goza nada . E já viram o contributo para a taxa do emprego ? Olha, pode ser a solução para o pessoal da construção civil que está a abandonar Angola cheia de petróleo mas que não paga salários. E que deixou de ter dinheiro para pagar a importação de bens essenciais.

Países irmãos na obra pública e no desemprego.

A obra pública é precária por natureza

Grande parte do desemprego existente teve origem na obra pública - construção civil- modelo que vigorou nos últimos 15 anos. Ou as auto-estradas prosseguiam ou o desemprego era inevitável. Nada nem ninguém pode mudar isto. Completamente insustentável.

O primeiro-ministro referiu que "a estimativa é que pelo menos um terço do desemprego gerado tenha tido proveniência neste setor em termos diretos", ao qual se soma outro de atividades afetas: "E a área dos serviços, de um modo geral, representou mais de 30% também do desemprego gerado durante esse período".

"Nunca teremos dinheiro para poder financiar este tipo de atividade ao nível que ela registou durante mais de 15 anos.

Quem engana quem ?