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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Não ao nuclear, não ao petróleo, não ao gaz, não ao lítio, sim à pobreza

E é assim, o que serve aos outros não nos serve a nós. Somos mais pobres mas também mais espertos.

Os que impedem as actividades económicas são também os que criticam a pobreza . No caso do petróleo os últimos argumentos esgrimidos em recente Prós & Contras já não são apenas de índole ambientalista mas também económicos e financeiros .

No Mar do Norte há cerca de 600 poços de petróleo explorados por países ricos e há um poço em exploração a cerca de 40 Kms de Paris mas, é claro, que são crimes cometidos contra a humanidade.

Estando toda a livre iniciativa sob suspeita, sendo sempre vista toda a despesa do Estado como virtuosa e todo o lucro empresarial como iníquo, ou muito próximo disso, afigura-se justo tirar o máximo possível a «quem acumula» .

E cá andamos a dar lições de ética ao mundo.

A revolução energética está a chegar de mansinho

O gaz de xisto e o gaz betuminoso que os US estão a preparar para exploração desde há cinquenta anos vão revolucionar o sector energético e repor a liderança do país na inovação e competitividade. Adeus à anunciada liderança económica da China. E a UE que se cuide, a Alemanha que está a deixar a energia nuclear e voltar à energia assente no carvão, pode perder competitividade e ter problemas com o mercado dos US que representa 50% das suas exportações.

Como se diz aqui, a força de uma sociedade assente na iniciativa individual, vai muito além das sociedades colectivistas e madrastas do empreendorismo.

Energia nuclear - última geração

Países como a Noruega e a UK estão a construir ou a pensar construir novas centrais nucleares de última geração muito mais seguras.

Com a quantidade de horas de sol que o nosso país tem, com as ondas do mar que já estão a fornecer energia, com o vento e com a energia com origem nas barragens somos capazes de manter longe o nuclear e ter um preço competitivo na energia?

Portugal é capaz de não ter dimensão para operar mais que uma central e, só com uma, os custos inerentes à segurança e controlo ficam demasiado caros. A não ser que se partilhe tais custos com a Espanha que tem pelo menos duas centrais na fronteira com Portugal. É uma decisão dificil mas que os custos das várias origens vão ajudar a tomar.