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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Mais uma ramo da família PS a fazer negócios com o Estado

Graça Fonseca : Este é mais um caso para juntar aos que nos últimos dias têm vindo a público: a empresa do pai de Pedro Nuno Santos fez contratos públicos, assim como o marido da ministra da Justiça tem colaborado várias vezes com o Governo, incluindo com o Ministério da Administração Interna, além do filho do secretário de Estado da Proteção Civil, que celebrou pelo menos três contratos com o Estado já depois de o pai assumir funções governativas. O nome de Graça Fonseca junta-se agora ao leque.

Bem faz o governo é melhor mudar a lei já que o PS não muda

A origem das golas é um governo que tem no seu seio vários familiares

Uma rede familiar que começa no Conselho de Ministros e se alarga por autarquias, gabinetes governamentais, empresas e instituições mais diversas.

A este nível, chamemo-lo de superior, foram identificadas mais de 40 pessoas com relações de afinidade no governo de António Costa. Quando no topo da hierarquia não se respeitam as regras básicas de higiene política, claro está que toda a base da administração pública e local é contagiada. Este vírus é especialmente resistente porque ao longo do caminho foi sofrendo mutuações genéticas, à medida que foi entrando em contacto com outras patologias igualmente graves, como a partidarite aguda, a cunha, o amiguismo e o clientelismo.

TAP : Os grandes negócios do estado

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O problema da TAP - sempre o disse - é que ninguém a quer a não ser que seja de borla.

Estiveram no negócio a representar o estado as grandes cabeças cá do sítio, os amigos geniais, mas quem ficou com a TAP de borla foi o empresário conhecedor do negócio, com outras operações aéreas na América do Norte e Sul que alavancam a companhia dita de bandeira seja lá isso o que for.

Cá vamos cantando e rindo...

A corrupção só existe porque o Estado decide em certos negócios

Na verdade, a promiscuidade entre Estado e empresas só existe porque o Estado tem poder para decidir negócios, detém a última palavra relativamente a certos negócios.

É interessante, para não dizermos que tem graça, que a interferência do Estado nos negócios por via de um ministro da Economia leve a que se conclua que o problema são os negócios, e não a dita interferência estatal. O problema é que, apesar de absurda, a conclusão do PCP e do BE, que dão ênfase à perversidade intrínseca dos negócios e das empresas privadas (ao gosto pelo lucro), ao invés da interveniência do Estado em assuntos que não são da sua lavra, continua incólume – absurdidade que não choca se nos recordarmos do que o PCP ainda pensa de personagens como Estaline e do gosto disfarçado que o BE nutre por políticas que, em nome de uma liberdade geral e abstrata, limitam a pessoal e concreta.

Quem ganha com os incêndios ?

Fazem-se relatórios para nos dizerem que a culpa é do calor, da falta de limpeza e de meios, mas ninguém manda fazer relatórios para responder a esta pergunta óbvia. Quem ganha com os incêndios ?

Depois do incêndio a madeira ardida é comprada por quem ? Quem é que faz negócio com os meios de ataque ao incêndio ? Quem compra, manda reparar, manda fazer a manutenção dos meios ?

E os meios da força aérea não podem estar preparados com "kits" que transformem aviões de transporte em aviões de combate aos incêndios ? O mesmo para hélios ?

Autoridades locais dizem ( sem que ninguém os ouça) que depois dos incêndios aparecem uns senhores muito bem intencionados a quererem comprar a madeira e as terras, assim transformando minifúndio em latifúndios a partir do emparcelamento das terras.

Mas já alguém viu algum governante deslocar-se ao terreno para ouvir os locais ? Já alguém se deu ao trabalho de seguir o circuito económico iniciado com um incêndio ? Ou é pura maldade ? Ou é o raio ( que os parta)?

Há mortes no dia de hoje, amanhã de manhã vamos ficar a saber em toda a extensão a hecatombe que decorre neste momento. E lá teremos mais um relatório que tem como objectivo silenciar, de preferência com resultados daqui a três meses e longe do período das eleições.

O que é preciso fazer para tirar de cima os políticos e dar meios e competências aos poderes e populações locais ?

E as mãos criminosas são assim tão poderosas que se tenha medo ? É que a troika ( de gente lá de fora) em três anos derrubou o " dono disto tudo", um governo estadista e vários gestores vencedores de prémios internacionais.

Ou estamos à espera que arda tudo para depois chamar alguém independente das negociatas para colocar as coisas nos eixos ?

 

Os grandes negócios do estado - O SIRESP pode incumprir

O SIRESP ( sistema de comunicações para emergências) pode incumprir nas...emergências.

Está escrito na página 20 do contrato . O SIRESP pode incumprir em caso de incêndios, trovoada, raios, intempéries e assim por diante. Pode deixar de funconar nos casos para que foi comprado e que por isso custou quase 500 milhões.

Pode crer que leu bem. Já o ano passado tinha falhado e agora falhou novamente mas o vendedor não tem obrigação contratual nenhuma. Bem, tem, diz lá no contrato que tem que aprender, tirar as ilações e ir melhorando. Vá lá, uma sorte o estado não ter que pagar uma indemnização.

Os vendedores são gente conhecida. O BPN através da SLN e a PT e uma terceira de que não me lembro. Os donos disto tudo que estiveram em todos os grandes negócios do Estado e que nos levaram à bancarrota.

E com estas falhas morre gente ? Nenhuma responsabilidade dita o contrato, o sistema pode incumprir. E agora sai mais um inquérito para ficarmos a saber que o SIRESP falhou é porque pode incumprir.

Está no contrato na página 20 . Sem desconto, sem desculpas e sem vergonha.

Um escândalo .

 

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Não vou dormir até que Trump não seja presidente - Por Sandra Clemente

No Negócios

...

Volto a Portugal. Quando se fala de orçamentos que só servem funcionários públicos e pensionistas com pensões altas, se deixam ministérios nas mãos de sindicatos que só protegem a sua manutenção, empresas de transportes capturadas que não prestam serviço público porque os meios que têm estão afetos a satisfazer corporações, hospitais que reduzem serviços para pagar votos, se excluem administradores do banco público do dever de transparência, se recusam reformas e se aumentam impostos generalizadamente para pagar isto tudo (e isto tudo não são excluídos do sistema, sofreram com a crise, mas todos sofreram) sem que quem paga se sinta compensado pelo retorno, talvez estejamos a fomentar aquilo com que dizem querer acabar. Basta ver com atenção uma fotografia recente de qualquer estação do metro de Lisboa.

 

Jurista

Á política e ao estado o que é da política e do estado

Estamos a chegar ao fim de uma época onde negócios e política andaram de mãos dadas. O que se está a passar no BES resulta da cumplicidade da política com o mundo dos negócios.

Com o BES, cai uma ala incontornável do "antigo regime", aquele que vigorou no País nas duas últimas décadas. Este é o toque a finados que faltava.
Com a intervenção sobre o País, ruiu um certo "modelo de desenvolvimento económico" - que tem de ser escrito assim mesmo, com aspas, para não nos rirmos demasiado da nossa tragédia colectiva.

Com a intervenção sobre o BES, ruiu um certo modo de fazer negócios e, sobretudo, de relacionamento entre o poder financeiro e o poder político.

A teia

Os Espíritos Santos, PC e BE juntam-se para controlarem os negócios e a política na capital. O Portugal Profundo explica como :...Um dos factos mais notáveis da promiscuidade do PS, Bloco de Esquerda e PC, com o poder sistémico é o abafamento da informação, útil para os votantes, e que revelei aqui em 23-3-2012, de que o vice-presidente da CM Lisboa, que já tinha trabalhado para o Grupo Espírito Santo (possivelmente, o grupo financeiro mais forte na promoção imobiliária de Lisboa, através da Espart),

«Manuel  Manuel Sande e Castro Salgado é primo direito de Ricardo do Espírito Santo Salgado, que é presidente da comissão executiva do Banco Espírito Santo. Nascidos ambos em 1944, tinham o mesmo avô paterno: António Maria Pinto Cardoso Salgado

Então, o PS costista tão socialista (que chegou a assumir internamente da decisão de avançar, em janeiro de 2013, com uma candidatura a secretário-geral do partido, ficando a Câmara naturalmente para o seu vice...) e o Bloco de Louçã/Catarina/Semedo tão contra «os donos de Portugal» são afinal aliados da família Espírito Santo?... E o PC, sempre tão contra as grandes famílias capitalistas, omitiu esta informação do  povo, que decerto possuía, e até andou a namorar com António Costa sobre uma eventual grande frente de esquerda na capital, ensaio do que Costa e a fação ferrosa pretendem fazer no País?...