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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Um altar ao deus elefante

Uma mesquita, uma madrassa e um altar ao deus elefante. Medina trata disso com o dinheiro dos munícipes, com as taxas e taxinhas não custa nada. Ali naquela zona há mais chineses que muçulmanos. E hindus .

Basta expropriar a vida de uns quantos lisboetas e está feito. Á conta do interesse público que dá sempre para tudo especialmente para lixar a vida dos que cá nasceram. Com presidentes socialistas na câmara dinheiro é coisa que não falta.

Depois, claro, de ter protegido as crianças portuguesas – mesmo as das famílias ignaras que até queriam e gostavam – da exposição a essa praga maior da vida portuguesa que é o cristianismo.

Está já em estudo pelos assessores diletos de Medina a construção de um templo a Confúcio? Outro a Mêncio? Foi encomendada alguma estátua da bodhisattva Guanyin?

Os problemas de estacionamento continuam por resolver (assim vão ficar, que a prioridade do PS são ciclovias, que ninguém usa, espalhadas pela cidade) e, sobretudo, os prédios propriedade da CML estão sem obras, velhos, estragados.

Mas aqueles votos muçulmanos nas próximas autárquicas dão um jeitão.

Regredir a Europa mil anos

Os cruzados de há mil anos são a origem do mal. O Estado Islâmico não acusa a pobreza, nem a desigualdade, acusa os cruzados que há mil anos invadiram a sua terra. E usa a carne para canhão dos desgraçados que acreditam que é possível regredir a civilização ocidental mil anos.

Os povos islâmicos andam a matar-se uns aos outros desde sempre e a causa é a interpretação que fazem do seu Livro Sagrado. Agora, países muçulmanos muito ricos e poderosos viram essa energia e ódio para a Europa.

""Prometemos aos Estados cruzados, que se aliaram contra o Estado Islâmico, dias bem sombrios em resposta à sua agressão contra o nosso Estado", lê-se no texto divulgado pela agência de notícias A'maq, afiliada ao Estado Islâmico."

Por cá lemos que a culpa é dos governos de direita e do George Bush que invadiram o Iraque e a Líbia. O resultado foi um enorme vespeiro que se levantou e que está a fazer colmeia alternativa na Europa. Mas a verdade é que os milhões de pobres, perseguidos e torturados já existiam nesses países o que parece não fazer confusão nenhuma a quem critica o Ocidente.

Se não se tivesse mexido no vespeiro não se sabia que ele existia e já estava tudo bem, não era?

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E quando os povos Europeus tomarem em mãos as medidas necessárias ?

Se os governos não tiverem coragem para tomarem as medidas necessárias o povo da Europa, como já fez várias vezes, toma em mãos próprias essas medidas. E incendeia mesquitas, mata muçulmanos, expulsa migrantes.Uma coisa é certa, da nossa terra ninguém nos vai expulsar e não vamos deixar que nos matem sem luta. E já começaram.

O Islão vai ter que se portar como todas as outras religiões no mundo. Se o seu objectivo é recuperar o que consideram o seu território, então estamos perante uma guerra e temos não só o direito mas também o dever de nos defendermos. Está aqui tudo no vídeo

 

A relação dos europeus com os muçulmanos nunca mais será a mesma

Vinha no carro a ouvir a rádio e o correspondente em Paris referia que há um ambiente de cortar à faca entre a população . Cartazes empunhados pelos parisienses que gritam " e agora o que nos dizem ?" ao mesmo tempo que afastam dos locais de homenagem às vítimas os muçulmanos que se aproximam.

Quando o fumo desaparece percebe-se que os terroristas são filhos de famílias que vivem paredes meias com o resto da população. Gente que viaja para a Líbia e outros destinos e que regressam sem que as famílias avisem as autoridades. Porque são filhos ? Também os que morrem têm pais e irmãos.

O presidente francês quer uma revisão constitucional para colocar em prisão domiciliária os que andam cá e lá a matar pessoas. É o mínimo . E não se percebe porque têm dupla nacionalidade. Uma vez idos para os territórios onde aprendem as técnicas terroristas já não voltavam a entrar em qualquer país europeu.

É isso que eles querem ? Não querem nada, deixemo-nos de pieguices. O que eles querem é destruir os países que odeiam e matar o maior número de pessoas inocentes. Nesta guerra não se pode estar nos dois lados ao mesmo tempo. Por um lado lamentar as mortes e, por outro, compreender os assassinos.

Só assim nos podemos defender e ao mesmo tempo viver em paz com os muçulmanos que estão integrados e que aspiram a ter paz . A pieguice travestida de "compreensão" junta-se aos que não escondem o gozo . Os que sendo ocidentais odeiam o Ocidente.

 

 

 

Uma criança islâmica a executar dois homens

Temos que ser tolerantes. O menino é uma criança treinada, logo preparada para combater os infiéis. Os adultos executados são dois inimigos infiltrados, logo têm o que merecem. E os adultos são muçulmanos, logo estão a fazer o que é devido segundo o Corão.

Não há, pois, qualquer razão para nos mostrarmos chocados e muito menos para enviarmos uns "drones" para limpar o sebo aos soldados do profeta. E salvar o menino que, tal como as meninas que se fazem explodir, tem o céu à sua espera.

É preciso ter cuidado com o que escrevemos acerca desta gente, demasiado sensível para suportar os desenhos broncos a rir com o profeta.

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Agora que se mata em nome de Alá e não de Marx

São os desempregados e não integrados que são terroristas. Fantástico, os portugueses devem estar todos empregados e integrados pois deles, não se tem conhecimento de actos terroristas.

São sempre os ocidentais que têm culpa mesmo quando são as vítimas na sua própria terra.

Nós, europeus, temos um problema sério. Não com os terroristas que por mais chocante que seja escrevê-lo nestes dias não é a nós, ocidentais, que causam maior dor: enquanto na Europa se repetia “Todos somos Charlie”, na Nigéria o Boko Haram matava 2000 pessoas, na sua maioria mulheres, crianças e velhos sem que alguém se indignasse ou sequer admirasse. Não há semana em que na Nigéria, no Paquistão ou no Quénia o terrorismo islâmico não faça atentados. Meninas de dez anos são transformadas em bombistas suicidas. Das vítimas ninguém sabe nada, nem a idade, nem o nome nem o que faziam.

 

 

Vou ali à Síria e ao Iraque cortar o pescoço a uns gajos e já volto

Os dois irmãos muçulmanos que assassinaram os jornalistas em Paris estiveram na Síria e no Iraque. Devem ter ido passar umas férias calmas porque regressaram a França sem problema nenhum.

Há aqui muita coisa que não bate certo e que mostra bem como o Ocidente está a deixar que gente cheia de ódio derrote a democracia.

Segundo o Le Point, os três indivíduos terão regressado recentemente da Síria, onde terão combatido nas fileiras radicais. Já a edição francesa do Metro noticia que um dos irmãos encontra-se referenciado pelas autoridades francesas há vários anos, e que terá integrado um grupo radical que combateu no Iraque.

Quando fanáticos como estes entram e saem da Europa sem qualquer problema esperamos o quê?

O Islão não diz que os homens são todos iguais

Acordem : Ainda em tempo, merece destaque o aviso aos cristãos ocidentais do exilado arcebispo caldeu da cidade iraquiana de Mossul, conquistada pelo Estado Islâmico da Síria e do Iraque (EISI), em 10-8-2014 :

«Os nossos sofrimentos de hoje são o prelúdio daqueles de que padecereis até vós, europeus e cristãos ocidentais, no próximo futuro. (...) Eu perdi a minha diocese. O lugar físico do meu apostolado foi ocupado pelos radicais islâmicos que nos querem convertidos ou mortos. Mas a minha comunidade ainda está viva. (...) Por favor, procurai perceber. Os vossos princípios liberais e democráticos aqui não valem nada. Devem refletir sobre a nossa realidade do Médio Oriente porque vós estais a acolher nos vossos países um número crescente de muçulmanos. Também vós estais em risco. Deveis tomar decisões fortes e corajosas, mesmo à custa dos vossos princípios. Vós pensais que os homens são todos iguais. Mas isso não é verdade. O Islão não diz que os homens são todos iguais. Os nossos valores não são os valores deles. Se não percebeis a tempo, tornar-vos-eis vítimas do inimigo que acolhestes na vossa casa.» 
Arcebispo caldeu de Mossul, Amel Nona, em entrevista em Erbil a Lorenzo Cremonesi, «Nel campo dei cristiani stremati», Corriere della Sera, 10-8-2014 (tradução minha).