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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A Escócia e Londres querem manter-se na União Europeia

O "remain" ganhou por muitos na Escócia e em Londres. A Escócia agita a bandeira independentista e prepara referendo. Londres e a sua city têm na sua relação à Europa uma fatia importante dos seus negócios. Já há empresas que falam em deslocar trabalhadores para Frankfurt.

A primeira ministra escocesa já se reuniu com o Mayor de Londres porque têm interesses em comum e não podem nem devem deixar de tirar partido da vitória do "remain" nos seus territórios. O mayor de Londres já veio dizer que o Brexit não terá consequências nas empresas e nos trabalhadores da city.

Perante tudo isto, é particularmente significativo que Nicola Sturgeon e Sadiq Khan tenham falado hoje, algo que poucos analistas têm mencionado, mas que é muito, mas muito importante. Sturgeon disse “que existe claramente uma causa comum” entre a Escócia e Londres. Entretanto, já começou nas redes sociais a campanha #Scotlond, onde precisamente se apela à permanência conjunta da Escócia e de Londres na União Europeia.

Como é que este problema vai ser solucionado é uma das incógnitas mais cegas resultantes da opção legítima dos ingleses. 

Os desordeiros de Estocolmo não são loiros

A comunicação social esconde o mais que pode, mas a verdade é que os desordeiros de estocolmo e os assassinos de Londres não são loiros. nem democratas. São assassinos e desordeiros que professam uma religião. Que é a deles mas que não é a nossa: "Ler na imprensa portuguesa as notícias sobre os motins em Estocolmo levará um leigo a imaginar centenas de protestantes loiros a incendiar automóveis noite após noite. Já os iniciados nos códigos da correcção política percebem que não se trata de protestantes nem de católicos, budistas, hindus, judeus, xintoístas, animistas, membros da IURD ou agnósticos: à semelhança dos psicopatas que esta semana degolaram um soldado britânico numa rua de Londres, os criminosos da Suécia agem em nome do Islão, termo que as boas consciências preferem esconder em favor de "sentimentos de exclusão social" ou delícia do género. A própria ministra sueca da Justiça usou o eufemismo sem se rir. Um dia, os que como ela defendem a abdicação perante cultos da morte não rirão por razões de peso.

Os Ingleses querem UE " à la carte "

Os Ingleses querem comer a carne e deixar os ossos para os outros. Querem beneficiar com a sua presença na UE mas não ter que subordinar-se às regras. Aderiram a um jogo de futebol mas querem jogar rugby.

O primeiro Ministro britânico ameaça com referendo sobre a permanência na UE mas o seu segundo no governo vem imediatamente dizer que é do interesse nacional o país seguir uma maior integração europeia. "Anos e anos de incerteza resultantes de renegociações intermináveis e mal enquadradas do nosso lugar na Europa são contrários ao interesse nacional porque isso afecta o crescimento e o emprego. A principal prioridade dos britânicos é o emprego, o crescimento e uma economia forte", disse o número dois do executivo britânico, logo após o discurso do primeiro-ministro.
Esta manhã, o primeiro-ministro britânico David Cameron prometeu que, se for reeleito, irá organizar até 2017 um referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia, num discurso no qual apelou à renegociação do seu país com Bruxelas "no quadro do mercado único".