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BandaLarga

as autoestradas da informação

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2,6 milhões de seguros de saúde

Sempre a aumentar o número de apólices de seguros de saúde que já vão em 2,6 milhões. Se cada uma destas apólices cobrirem em média três pessoas temos 5,8 milhões de pessoas que beneficiam do acesso aos hospitais privados. É o que se passa nos países decentes.

É a liberdade de escolha que tanto incomoda os partidos da extrema esquerda e a parte esquerda do PS.

Porém, Pedro Pita Barros, professor na Universidade Nova de Lisboa, também ouvido pelo JN, defende que, ainda assim, o SNS está longe de ser posto em causa, evocando “problemas vários” nos seguros de saúde. E não existe conflito entre os dois sistemas: “O SNS tem o papel de segurador público. (…) Isso não impede nem contradiz que os hospitais privados tenham serviço de elevada tecnologia e que procurem estar presentes também na área da oncologia”.

Como impõe a razão e o interesse dos doentes

Nada tenho contra os professores

A liberdade também passa pela escola

Ainda em 2001 foi necessária uma intervenção judicial para que os resultados globais das escolas fossem conhecidos do público. Hoje, espantamo-nos com essa concepção limitativa da liberdade : os pais não  têm o direito de conhecer os resultados das escolas onde vão colocar os filhos ou onde os seus filhos se encontram? As famílias não têm o direito de conhecer as forças e as fraquezas de uma escola?

A divulgação dos resultados globais dos estabelecimentos de ensino tornou-se uma rotina. E uma rotina muito útil. Os jornais, estudam e divulgam os resultados das escolas, deixando a informação de estar apenas disponível para alguns técnicos do ministério, passando os números a ser publicados, comentados, escrutinados, estudados, comparados e utilizados. A escola melhorou, porque se presta mais atenção aos resultados. E porque há mais e melhor avaliação.

É difícil mudar a realidade sem a conhecer. Mas de pouco serve conhecê-la se ela não puder ser modificada. As escolas têm hoje mais instrumentos para poder melhorar. ( Nuno Crato - ministro da Educação- Expresso)

Claro, que haverá sempre quem lute por uma escola monopolista, a que chamam pública, que dizem sua e onde plantam ideologia em vez de aprendizagem. Não querem resultados porque não querem comparações . Como é notório e agora público, as escolas públicas estão muito longe do que seria de esperar em função do seu contexto social. Este era o último argumento de quem não queria mudar e manter o ensino debaixo da bota cardada. Foram introduzidos os factores de correcção tendo em vista os diferentes ambientes sociais e os resultados confirmam o que sa sabia. Há escolas melhores do que outras e as privadas são as melhores de todas.

A verdade é como o azeite. Vem ao de cima. 

A liberdade de escolha - o dinheiro segue o doente

O SNS tem que seguir o caminho já seguido pela maioria dos países europeus . Separação clara entre financiador e prestadores de serviço - público, privado e social -.

É especialmente premente terminar com a dicotomia prestadora entre setor público, privado e social e promover uma sã concorrência - muito bem regulada. A descentralização e a municipalização da gestão das unidades públicas, também serão determinantes.

Na Europa, todos os sistemas de saúde de base ideológica semelhante ao nosso têm feito a sua evolução e em quase todos começa a haver uma nítida separação entre prestador e financiador - o dinheiro segue o doente.

Será a FFSS( Fundo Financeiro dos Serviços de Saúde ) que contratará com os diferentes operadores de saúde devidamente certificados - públicos, privados, sociais - os cuidados de saúde em termos de equidade e universalidade de cuidados. Igualmente competirá a esse fundo, consoante o modelo traçado, financiar atividades de saúde pública, medicina preventiva, cuidados continuados e paliativos, encargos farmacêuticos extra hospitalares e, em parte, a formação.

A liberdade de escolha na saúde

Ex-membro do segundo governo de Sócrates preside à Associação dos hospitais privados. De acordo com as informações partilhadas por esta associação, os hospitais privados em Portugal empregam mais de 17 mil pessoas e todos os anos realizam 6,8 milhões de consultas, 1,7 milhões de atendimentos urgentes e 260 mil cirurgias . E que representa perto de uma centena de unidades privadas de saúde, com um volume de negócios anual que ascende a 1.800 milhões de euros.

Em entrevista à Lusa, publicada este domingo, 16 de Outubro, o antigo governante defendeu que "se ao Estado incumbe dar acesso dos cidadãos à saúde, e se os privados conseguem provar que são mais eficientes do que outro tipo de entidades, então o que faz sentido é o próprio Estado garantir também o acesso dos cidadãos aos hospitais privados, independentemente do seu nível de rendimentos".

O que seria do SNS se não tivesse a ajuda dos hospitais privados ? E o serviço prestado aos doentes em prazo medicamente razoável e em termos de qualidade ? Os impostos que entregamos ao SNS voltam sempre aos doentes seja através dos hospitais públicos seja dos privados. 

 

A escola pública não está a ser atacada

O PS sabe que a escola pública não está a ser atacada. Quem está a ser atacada é a liberdade de escolha das famílias, as boas escolas privadas em associação e os alunos. E, no mesmo passo defende-se as más escolas públicas rejeitadas pelas famílias.

Note-se que a finalidade do partido, do governo, do Ministério da Educação é a escola. Não é a educação, não são as crianças, não é o futuro do país, mas a escola. O aparelho sobrepõe-se ao propósito, o mecanismo é mais importante do que o serviço. E a escola que o PS quer defender não é a escola de qualidade, não é a escola livre, não é a escola participada, mas a escola pública. O que interessa é o imenso organismo de funcionários que se alimenta, independentemente do público que devia servir.

Colégios recebem todos os alunos sem cobrar

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 Foi o que pensei logo que o ministério avançou com esta guerra inútil para os alunos mas incontornável como cumprimento das exigências do PCP. Manter as turmas cujo financiamento foi cortado pelo estado e entre proprietários, pais, economia local e poder local encontrarem uma solução. Pois bem ela aí está.

Não só as turmas são criadas como ultrapassam a questão avançada pela secretária de Estado que tem as duas filhas no Colégio Alemão. Não há limite de habitação. Quer isto dizer o que é óbvio e que é a única reivindicação das famílias. Somos nós que escolhemos a escola que queremos que os nossos filhos frequentem.

Esta posição é de uma enorme importância no reforço da sociedade civil face à prepotência do estado sindical-comunista. Se as famílias não reagirem um dia destes, temos os sindicatos comunistas da Educação a exigirem o monopólio do sistema de ensino, público e privado, acabando com este último. Já o tentaram na Banca, nas Telecomunicações, na Saúde e nada os impedirá de avançarem sobre o ensino.

Como tantas vezes, na comunicação social, na organização sindical, o povo reage agora nas escolas defendendo a liberdade de escolha. 

A treta do custo da escola estatal

Os socialistas são exímios a calcular custos . Não sabemos o que mais admirar se a matemática da secretária de estado se a avaliação do ministro pelo Mário Nogueira . Uma coisa sabemos, estão errados, mas isso é pouca coisa. E na equação não entra o factor qualidade nem o factor preferência dos alunos e das famílias. Isso também não interessa nada. Mas há quem faça umas continhas, uns chatos, que se opõem ao domínio estatal do ensino no país pelo PCP via FENPROF

Um chato ainda mais chato pensou dois minutos e arranjou estas contas que não passam nem pela cabeça do porteiro do ministério ( já que pela cabeça da secretária de estado e do ministro estamos conversados). E lembrou-se de ir ver as contas feitas pelo Tribunal de Contas que, imaginem, chegou à conclusão que o custo por aluno na escola com contrato é bem menor.

Tudo gente que o Mário, injuriado, vai meter em tribunal. Esta gente do ministério da Educação não presta mas a gente diverte-se muito.

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Liberdade de escolha na Educação segundo Marcelo

Há mais quantidade na escola estatal mas há mais qualidade na escola privada.

Marcelo Rebelo de Sousa disse que as escolas não estatais devem "levar o Estado a considerar que não deve só olhar para a escola pública" até porque, realça, "a escola estatal só ganha com a competição com a escola não-estatal".

Manifestando-se crítico em relação à ideia de um estado monopolista e destacando "o papel crescente do ensino particular e cooperativo", o professor universitário enfatizou a necessidade "da liberdade de escolha na Educação". E mais barato para o estado para além da qualidade

Hoje na TVI 24 Fernando Rosas defendia que só os ricos podiam ter liberdade de escolha e frequentar as boas escolas privadas e o Dr. Silva Pereira, cujo filho estudou em Paris em casa do amigo Sócrates, concorda inteiramente com Fernando Rosas. 

O BE é o SOL do socialismo da igualdade e da coerência

 

No SNS a liberdade de escolha avança

Os utentes através do seu médico de família vão ser encaminhados para os hospitais que mais rapidamente os possam atender e não somente para o hospital de referencia da zona. Segundo a especialidade e com comparticipação dos custos de transporte se for caso disso.

Com a nova regra, os hospitais passam a estar obrigados a aceitar todos os doentes que lhes sejam encaminhados pelos médicos de família, venham de onde vierem. O processo previsto é relativamente simples: ao indicar o doente para consulta de especialidade, surgirá no programa informático do médico de família uma lista com os dez hospitais mais próximos com valência pedida – uma vez que nem todos os hospitais têm todas as especialidades ou tratam casos específicos como o cancro. Surgirão também os tempos de espera. 

A partir desse momento, em  diálogo com o médico, e em virtude da urgência, o doente poderá escolher para que hospital dessa lista quer ser encaminhado ou optar por ir ainda mais longe.

Não é tudo mas já é um avanço assinalável da liberdade de escolha . Vai ser necessário estender a liberdade a outros sectores públicos prestadores únicos de serviços . A liberdade também passa por aqui . Enquanto isso o ministério da Educação " mija para trás como a burra".

É só uma questão de tempo. Portugal será um país europeu e moderno orientado para servir os cidadãos e não as corporações de interesses. Custe o que custar. Já foram travadas outras guerras contra os monopólios públicos e privados e a liberdade venceu.

Falta a liberdade na Educação

 

Escolher a escola segundo o seu proprietário e não segundo a sua qualidade é um absurdo. Sabemos hoje, pelos resultados apresentados pelos países que ousaram transformar a liberdade no pilar
principal dos seus sistemas educativos, que a escola vivida em liberdade é uma escola mais dinâmica e mais significante, resultando sempre numa melhoria dos resultados dos seus alunos e num elevado grau de  por parte das suas comunidades.

Para as famílias e para os alunos só interessa que a escola seja boa. Se é pública ou privada é assunto que poderá interessar a políticos e a sindicalistas.

Resiste, pois, a esperança de milhares de famílias que o Sr. Ministro não tropece nesse radicalismo que, voluntariamente ou não, constitui um ataque ideológico contra as escolas com contrato de associação e uma submissão à agenda de quem vive do sistema educativo mas é inimigo da educação.