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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Honra lhe seja feita seria o general ou nós

Seria talvez bom relembrar, que o Irāo é uma ditadura, os direitos das mulheres, sāo ignorados, aplica- se a Sharia, os opositores politicos sāo perseguidos, nāo existe liberdade de imprensa, nāo existe liberdade de associaçāo, nem religiosa, os candidatos sāo “ selecionados” as eleições viciadas, os eleitos presos e os votos contados tipo venuzuela, o Grande Líder manda,
O General que foi executado, comandava a força pretoriana do regime, para alem de dispor de poder militar, domina empresas, bancos seguradoras industria, defendeu a intervençāo militar iraniana na Siria, enviou milhares de homens que salvaram um tal de Assad, dizem os israelitas que comandava as ações no exterior, os seja rapaziada recomendavel como o Herzbolla ou o Hammas
Gritava inúmeras vezes “ morte à america “ a América respondeu, como só ela pode fazer, cirúrgica, letal, sem aviso, com meios que só ela dispõe,
É desagradável sem duvida, mas ninguém tenha a mais pequena duvida, se nāo fosse o poder Americano ( com Obama ou Trump) os Soleimanis deste mundo ameaçariam Paris, Veneza ou Roma,
O persa foi eliminado, em Bagdad houve festejos nas ruas, por alguma razāo os houve, pena é que no Ocidente nāo se reconheça o obvio, o Persa era um inimigo, do Ocidente, do nosso modo de vida, das nossas liberdade, da Democracia, do Império da Lei, nāo se confunda, ou se misture, nāo se relativize, para o General em causa seria eles ou nós, honra lhe seja feita, sempre disse o que queria, os Americanos também

Também no Irão a democracia vale a pena

O único moderado, candidato às eleições presidenciais do Irão ganhou, com grande surpresa dos observadores, à primeira volta. O candidato do regime, perdeu sem apelo nem agravo, apesar do apoio público do anterior presidente e das mais altas figuras religiosas . Ficaram ainda pelo caminho outros extremistas. O povo tem sempre razão mais tarde ou mais cedo.

Hassan Rohani, de 64 anos, é um líder religioso moderado, concentrando em si o apoio dos reformistas. Na corrida à sucessão de Mahmoud Ahmadinejad, apresentou-se com algumas propostas de ruptura com a linha oficial. Prometeu uma carta de direitos cívicos, uma recuperação da economia através de uma política fiscal correcta e o melhoramento das relações diplomáticas e comerciais com o Ocidente, levando Bagher Ghalibaf a acusá-lo de cedência ao Ocidente.